Eu Vou mais eu Volto meu Amor
''Era incrível, sim, era incrível como os dois eram. Aquele amor intenso, aqueles olhares do nada. Mas, o mais engraçado era que antes mesmo dele chegar, o corpo dela sentia, sua pele se arrepiava inteira e ela quase ficava sem ar. No entanto, quando ele a tocava, vinha uma imensidão de sentimentos, sentimentos assim, inexplicáveis. Era mais do que amor, acho que eles eram ligados.''
Durante toda a nossa vida nos venderam o chamado “amor romântico” quase que de forma constante. Lemos sobre ele em vários livros, nos rendemos a ele em mil e um filmes, nas centenas de séries de televisão e, inclusive, através da moda e da publicidade.
Poderíamos dizer, então, que o “amor romântico” é uma espécie de fraude? Talvez não tanto, ou talvez sim… A despeito disso, poderíamos defini-lo mais como um “amor inconsciente”, já que de certo modo, não é mais que uma idealização das relações afetivas. É aí que estabelecemos um apego muito intenso e uma dependência mútua que quase nunca termina bem.
Não é bom idealizar o amor, nem fantasiar sobre como deve ser nosso par ideal. Possivelmente, nunca conseguiremos encontrá-lo se vivermos de acordo com esse padrão perfeito que sonhamos para nós mesmos. Às vezes, costuma-se dizer que “o amor verdadeiro não vem de repente para alguém, ele parte do nosso próprio interior”.
Ou seja, a relação perfeita deve ser construida de modo “consciente”, com esforço, dedicação e maturidade emocional.
O amor “consciente” que teme a solidão
Falemos do amor “consciente”. Se você nunca ouviu esta expressão vale a pena aprofundar-se nela através de umas pinceladas que, imediatamente, encenarão como são essas relações afetivas que queremos descrever para você:
– Os casais que se amam de modo “consciente” não se veem como metades um do outro, como a metade da laranja com a qual precisam se unir para serem uma só pessoa. Absolutamente. São pessoas completas, que não temem a solidão, são laranjas inteiras que oferecem sua plenitude e sua maturidade emocional livremente para seu par, para serem mutuamente felizes.
– As pessoas que estabelecem relações “inconscientes” são, geralmente, imaturas. Procuram outras pessoas para preencher seus vazios emocionais, para encontrar um equilíbrio em seus problemas e estabelecer, por sua vez, um tipo de apego geralmente tóxico. Para isso, não têm dúvidas quando à manipulação, estabelecem chantagens sutis, pois, antes de tudo, temem ficar sozinhos novamente nessa imaturidade com a qual ainda não puderam aprender a lidar.
No entanto, as pessoas que veem a si mesmas como completas e que têm a sorte de encontrar, por sua vez, pares igualmente maduros emocionalmente, são capazes de criar esse amor “consciente”, onde tudo flui com normalidade. Não há exigências, não há vazios a serem preenchidos, há apenas uma confiança mútua e um entendimento onde, diariamente, será construído o amor verdadeiro. Não um ideal. O autêntico.
Como estabeler um relacionamento consciente
É possível estabelecer vínculos afetivos que realmente funcionem? Naturalmente, sim. Estabelecer uma relação baseada em um amor consciente, em primeiro lugar, não deve partir de uma necessidade de preencher um vazio emocional, já que não se trata de procurar, pois no momento em que usamos essa palavra, evidenciamos uma falta, uma necessidade.
Trata-se de esperar, de nos deixar levar pelo caminho onde o mais importante somos nós em primeiro lugar. Aprecie mais você mesmo, suas experiências, seu dia a dia, onde você pode aprender de tudo, onde pode se enriquecer como pessoa para amadurecer por dentro. O amor chegará quando tiver que aparecer, mas não se esforce para criar um ideal na busca da pessoa perfeita.
Para entender melhor, tome nota dos seguintes conselhos:
1. O melhor é que você não tente encontrar a pessoa perfeita. Comece por você mesmo, crie, em primeiro lugar, a pessoa que você quer ser.
2. Construa seu equilíbrio emocional, reforce sua autoestima, defenda seus valores.
3. É importante que você aprenda a estar só; entenda que a solidão não é prejudicial nem perigosa. Não se esforce a estar com ninguém só por ter medo.
4. Nunca perca a imaginação e a inocência ao iniciar novos relacionamentos. Não tenha medo de cometer os mesmos erros do passado; você aprendeu muita coisa com estes erros e sabe muito bem do que precisa agora.
5. Nós sabemos que, de certo modo, temos um ideal de como queremos que seja nosso par perfeito. É algo que ninguém pode evitar. Entretanto, se estiver tão claro assim,, seja você mesmo a pessoa que você quer ter ao seu lado… Afinal de contas, a pessoa adequada se refletirá em você.
6. Finalmente, tenha sempre em conta um aspecto: você merece ser amado(a) plenamente. Nunca duvide disso.
Viva. Viva intensamente. Seja amável. Priorize o amor. Afaste-se do homem maléfico, violento e sanguinário.
O tempo pode até passar e levar alguns sentimentos com ele.
Contudo a MEMÓRIA de um amor honesto não.
Acho engraçado como de alguma forma nós nunca esquecemos de quem se ama (amou).
Não importa sua condição atual, se alguma vez você amou com franqueza e honestidade com seus próprios sentimentos, você deve se orgulhar pela coragem de se permitir a sentir algo verdadeiro, um sentimento memorável e indiscutível dentro de si.
Fatos podem até serem cronológicos, mas sentimentos verdadeiros eu tenho certeza que são atemporais.
Te amo!
- Paz e Bem.
Estela Vilas Boas
O lar ideal para uma criança se desenvolver é aquele onde haja amor, dedicação e respeito. É aquele onde os seus provedores e responsáveis se preocupam em formar seus pequenos em cidadãos de bem cujo os valores sejam aplicados em favor de uma sociedade mais harmoniosa. Discriminar já é caminhar na contramão deste propósito.
O distanciamento no amor acontece nas pequenas coisas que deixamos de fazer e dizer, nos consecutivos desencontros, nas noites mal dormidas. O amor se vai de mãos dadas com a admiração. Já um amor em distância física, é alimentado por pequenas delicadezas, por todo e qualquer sintoma da vontade de proximidade. A dificuldade nos ensina a valorizar quem não está por perto, isto é antigo e certo. Ter alguém ao alcance do braço e do abraço, nos lança ao risco de nos acostumarmos.
Amor, é algo doce e não amargo, é algo bom e não ruim, te faz subir e não cair, te faz sorrir e não chorar, é viver e não sofrer. Amar, é tudo de bom.
Mas sem dúvida algum que o AMOR vence todas e quaisquer barreiras existentes entre a razão e a emoção, como um eficaz mediador e com uma parceria demais eficaz, o bom senso.
Quero descobrir o prazer de viver
Quando se tem um amor verdadeiro
Quando as metades se tornam inteiras
E os impedimentos parecem besteiras.
Como podemos amar alguém tão rápido, tão cedo tão sem explicação. Um amor incapaz de mentir, de humilhar, de trair e principalmente de não sentir. Um amor capaz de fazer seu coração pulsar 2 vezes mais forte justamente por estar pulsando por 2 corações. Um amor que é capaz de passar por cima de todos os seus conceitos e se tornar, só 1, o conceito da Pessoa amada. Um amor que se dedica se expõe sem medo do que vão pensar ou falar a respeito. Um amor capaz de ir atrás sem saber como ir, como vai chegar. Um amor que apesar de todas as dúvidas as vezes sentidas, vontade de jogar tudo pro alto por pensar não estar sendo correspondido, por batalhar pra dar certo mesmo sendo complicado. Por dizer "Eu Te Amo" e ouvir somente um "Eu Gosto de Você", esse amor sim...É verdadeiro. Nunca diga Eu Te Amo, sem estar sentindo, diga somente quando você realmente enxergar todos esses sinais. Mais espere, tome muito ciudado, não deixe ser tarde de mais. As vezes o amor não suporta pulsar 2 vezes por muito tempo sozinho. Aprenda a amar quem está disposto a fazer você sentir esse amor. Ai sim você estará pronto para amar, corresponder e enfim ser feliz.
Reflitam como nunca refletiram antes...
(Adriana Amador)
“Amor”
O amor começa a despontar…
Que lindo!
Ele começa a brotar no coração… bem quietinho.
Depois ele surpreende… ele se ramifica.
Ele percorre por todo o corpo… causando pequenos tremores.
O amor envolve.
O amor prende.
O amor desprende.
O amor chora.
O amor grita.
O amor silencia.
Assim é o sentimento que flui.
Assim é o amor que marca.
Assim é o amor que nasce.
Assim é o amor que prevalece.
De várias maneiras e formas.
Mas sempre de maneira sutil.
Sempre leve e suave.
Suave e sublime amor...
Amor.
Simplesmente…
Amor.
Admilson
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. [...]
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. [...]
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso 'dá lá um jeitinho sentimental'. [...] Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
