Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Amor resplandecedor
Revelação na inspiração
Na turbulencia dos desafios
Sinto uma palpitação
Uma ligação
Entre as palavras escritas
Que me fazem proclamar
Versos em pinceladas
Que são para ecoar
Emanando em forças
De energias positivas
A favor das crises dos tempos
Para vencer tempestades e ventos
A seneridade de nossas almas
Apela por um momento de calma
Um segundo de pausa
Para sair da lama
Para a lâmpada do farol
Voltar acender em nosso prol
Guiando-nos no caminho
Para o aprimoramento
Saindo do sofrimento
Acabando com turmento
Acreditar na graticante e magnificiente
Consciência do universo
Que nos dá o valor merecido
Provindo do divino
Misterios desconhecidos
Questões a merce
Duvidas, incertezas
A procura de realiddades e verdades absulotas
Existências intemporais e temporais
Sentenças em justiças, injustas e justas
De quem é a culpa? Quem é culpado?
De tanta dor, tanta magoa, tanta macula imaculada revestida de vestes brancas e pretas. Reverendissimo e altissimo tu que esquadrinhas nossos corações. Apazigua nosso padecer e da-nos paz, amor e liberdade para na luz encontrar felecidade eterna para nossa salvação.
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Lisboa Cultura 2024
Senda de Seda
Amor não se sente pelo prazer só de dar, mas também de estar e escutar o sentido de cada pulsar, Ser refúgio na turbulência e na bonança.
Podemos ser adulto e crianças para percorrer os nossos pensamentos em momentos perdidos como setas lançadas que não tem voltas direcionadas num sentido comum, forçada pela força ativa da vida sopro de vida que inspira e canaliza a uma parceria de elevar a alma a um patamar de excelência encontramos a razão de ser, sentimos emoção do prazer de querer e crer um no outro, eu e tu num senda de seda, no último sono a despertar para tudo começar sem premeditar deixa rolar, deixa tocar na tua senda de seda e morrer com espada de dois gumes para poder ressuscitar com o teu balançar.
Agora estou a sonhar mas quando acordar será que vais suportar?
Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
O jeito que um mendigo poupa uma moeda
da mão de um santo,
ou a chuva poupa um telhado
enquanto afogava a vila.
Me dê o que ainda tem
Depois de alimentar os lobos,
depois que seu coração pagou seus impostos
para todo estranho
que chamava aquilo de lar.
Eu não peço a lua.
Isso já me decepcionou o suficiente—
sempre pendurado acima das ruínas
como uma testemunha bonita demais
para testemunhar.
Me dê um copo do seu silêncio.
Aprendi a beber de coisas vazias.
Beijei a beira da ausência
até meus lábios esquecerem
o que calor deveria significar.
Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
Nem tudo.
Só o que resta
Quando a casa está silenciosa,
e a última porta se fecha.
Quando a paixão silencia, o amor se recolhe, a saudade dói e a esperança parece distante, resta a resiliência: essa teimosia do coração em continuar acreditando que o amor ainda pode renascer.
O amor pelos filhos nasce antes mesmo de compreendermos sua dimensão e cresce a cada sorriso, cada abraço, cada conquista e até mesmo diante de cada preocupação.
Amor da minha vida
Amor da minha vida,
por que me deixou partir?
Agora aqui sozinha
não consigo mais sorrir.
a insônia insiste em surgir.
No silêncio da noite fria,
minha alma quer se esconder,
mas o vazio que você deixou
não me deixa mais esquecer.
Amor da minha vida,
minha mais triste despedida,
chega a noite
toda noite
insônia me convence que a força do amor nem sempre vence.
"Lucidez não é perfeição; é permitir que o amor de Deus ilumine nossos passos e conduza nossa alma por caminhos que nos aproximem do bem."
Geralmente escrevo quando me sinto solitária ou sofrendo por amor, quem não, hein? Nos últimos tempos tenho estado mais solitária do que sofrendo por amor.
Às vezes gosto da solidão, de estar sozinha comigo mesma, voltada para meus pensamentos, nunca deprimida, isso não!
AMOR EM VELUDO
O convite à paixão é obra têxtil
Da natureza, extrai seus dotes
Na beleza, converte corações
Como mãos de sacerdotes
O talhe exibe uma feição amorosa
Com abertura nas espinhas dorsais
Em capricho se regeneram os tecidos
Ao se entrelaçar nas fibras naturais
De tudo que se tece e se adorna
Fio a fio, enfeita a alma com forma e cor
Um afago que pousa no corpo como veste:
A eterna procura nas malhas do amor
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Da coletânea “Poemas de Amor para Curar o Mundo”, da Lura Editora
(Fernanda Santoro)
Casais inter-raciais precisam estar conscientes de que o amor deles e seus frutos em casa serão protegidos por amigos e familiares participativos. Enquanto que no mundo estarão cotidianamente em arenas desafiando e se confrontando com aranhas, escorpiões, piranhas e tubarões estruturais…
Amor visto de forma crua também é belo. Acho que, quando alguém diz que desiste do amor, não está, de fato, desistindo do Amor. Está desistindo da versão romântica, idealizada, fetichizada, banalizada e transcendentalizada do amor. Portanto, invista na versão menos colorida desse conceito antes de dizer que desiste.
— Rob Sings
Só o amor mesmo para fazer alguém dizer, com orgulho, que está comprometido: avariado, danificado, sem salvação.
AMOR DE TODAS AS ESTAÇÕES
Com o passar do tempo, aprende-se que amar não é olhar um para o outro como que em um transe permanente, mas com o olhar amoroso e consciente daqueles que escolheram caminhar lado a lado.
O segredo dos amores que duram habita nos pequenos gestos do cotidiano, nas infinitas formas de dizer "eu te amo", sem pronunciar uma única palavra. É manter acesa a centelha dos primeiros tempos. CRÔNICAS DO AMADURECER, Papo de Gente Grande - Valéria Leão
O amor não acaba, as pessoas mudam e deixam de ser aquelas que amávamos, ou nos iludem, se mostrando ser quem não eram.
Te celebro com o corpo em chamas e a alma repleta de amor
Como quem reza em silêncio diante da uma semideusa .
Teu corpo é templo, teu olhar meu mistério
teu amor, a eternidade que me atravessa.
Hoje, mais do que o tempo,
celebro o destinoter cruzando teu caminho e me tornano abrigo em teus braços
Que tua vida seja leve, ardente e plena
e que eu siga sendo sua em poesias, fotos e canções.
Para minha Amada.
03/11/2025
Alma🍃
Cantei e encantei às sombras, versifiquei as lágrimas.
E por causa de um amor flori os acordes, sequei, não os lenços que levei, mas pétalas orvalhadas em teu jardim...vagabundeei pelas vielas do tempo a procurar rastros de mim, e foi no brilho da chuva, filtrado em meu corpo, que tua alma eu beijei...
