Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Sem sombras para que acompanha minha vida até no meu túmulo.
Desde que cheguei neste mundo não tenho nada que posso dizer que é meu, e isso entristecem qualquer pessoa, fazendo a vida não ser empolgante.
Mas eu encontrei o que posso dizer que vou levar para vida toda, que é a solidão.
Só ela pode ser real e acostume com sua presença, a sua existência faz suporta a minha existência miserável.
Meu caro pensamento passageiro
As pessoas me perguntam...
Quem sou,
Mas como poderei responder?
Se não sei quem serei daqui 1 segundo!
Meu caro pensamento passageiro....
CAMINHAR
Caminho no meu caminho e
Ando no meu caminho.
Mas, no seu degradante e asqueroso caminhar
Jamais.
Imensidão
Meu ilusório mundo se encontra em minhas mãos, e escorrendo entre meus dedos meus pensamentos vão, voam entre muitos universos distintos, e muitas vezes se perdem nesse imensidão...
J.D.M.S
Faço de tudo para não receber problema, o problema é que conhece meu endereço!
Rodrigo Gael - Portugal
Ao meu anjo da guarda pedi proteção
Que S. José esteja sempre comigo
Roguei para S. Sebastião
Que S. Jorge me proteja dos inimigos
Vida que nasce da morte
Esperança vinda do caos
São meus leões e demônios
E o meu bem contra o meu mau
É a escuridão contra a luz
Minha oração mais sincera
Enquanto venço meus erros
Mato minha própria quimera
Vi o inimigo no espelho
Com a minha cabeça na mira
Me dando a corda e a faca
Pra eu me render pra minha ira.
Sicário
É claro que minha áurea é clara.
É claro que minha pele é preta e o meu sangue é vermelho, por isso tenho orgulho de ser RUBRO NEGRO.
É claro que somos os maiores do mundo e todos querem vestir o nosso manto, por isso orgulho tem as cores VERMELHO,PRETO E BRANCO.
SAUDAÇÕES A TODOS QUE VESTEM ESSE MANTO. VENCER,VENCER E VENCER. UMA VEZ FLAMENGO, FLAMENGO ATÉ MORRER. SAUDAÇÕES RUBRO NEGRAS!
Toda vez que te revejo
Lembro-me do meu pampa
Tens nas pontas uma rampa
Te achatando sobre o meio
Com jeitão do arreio
No cavalo que se encilha
Transportas tudo pra Ilha
Pra garantir seu custeio
Meu vício
Não jogo fumaça ao vento
Não vivo cagando regras
Não jogo farinha pra dentro
Mas uma cervejinha me pega
O único intervalo de paz que me acontece é quando entro no meu carro para dirigir. É o único momento em que consigo trocar mensagens com o contatinho, sem que minha esposa ou marido desconfiem. E quando vejo o semáforo prestes a ficar amarelo e depois vermelho, já reduzo a velocidade para ter um tempinho extra com ele/ela...
Ah, sim, adoro quando me transformo em um ponto fixo de atraso para todos ao meu redor, afinal, quem não ama esperar impacientemente enquanto eu finjo ser uma âncora na corrente do trânsito? Ah, o prazer de ver os outros motoristas bufando de frustração enquanto eu me afundo nas profundezas de um debate de WhatsApp sobre qual é o melhor sabor de pizza.
Outro dia até aconteceu uma cena hilária: fechei um motoqueiro fazendo uma curva sem dar seta e ultrapassando uma faixa ao virar. Vi o coitado caindo pelo retrovisor, mas eu precisava concluir o áudio que estava mandando e acabei esquecendo de parar. Deus, tomara que ele não tenha anotado minha placa.
E não podemos esquecer aquele momento mágico em que alguém buzina impacientemente, fazendo-me perceber que tenho uma fila de carros atrás de mim que poderiam estar em qualquer outro lugar, mas decidiram se juntar à minha caravana do entretenimento móvel.
Ah, que sensação maravilhosa! Realmente, quem precisa de terapia quando se pode ter trânsito e celular?
