Eu Vou mais eu Volto meu Amor
É quando o silêncio toca a minha alma em uma canção,
É quando o silêncio toca meu coração com um sorriso seu,
É quando o silêncio me atinge fundo, no momento em que meus olhos cruzam com os seus.
É quando o silêncio é minha unica saída pra que eu não te abrace forte, e te diga tudo que tenho sentido,
É quando um vazio me suga por dentro, e me cala as palavras,
É quando você me chamou de anjo e sorriu, e eu estremeci.
Foi quando eu soube, que você seria a melhor coisa dessa confusão toda,
E que eu deveria evitar, fugir, me calar...
Meu corpo se encaixa no teu
Como se fossemos um único ser
Ao ponto de poder sentir o que sentes
Tu me fazes ver o azul celeste
Existente apenas nos olhos inocentes de uma criança
As fantasias que me fazes viver
Preenchem meus dias de alegria e paz
E tenho medo da realidade
Lugar onde se descobre que os relacionamentos
Podem ter um fim.
No entanto, meu coração não consegue
Acreditar que tanta felicidade deixe de existir
Pois meu corpo já se acostumou a viver do teu.
Meu amigo, meu irmão, meu próximo,
Não sejas uma estrela perdida,
Cujo brilho egoísta se mistifica no escuro
Transformando o teu ser num ser obscuro.
Amanhã, prostrado e enfermo,
Sob o domínio do medo o que teus olhos verão.
O que dirá o teu coração quando o eco da tua voz
Morrer na fria solidão de um cárcere qualquer.
Na cabeceira apenas o teu olhar perdido.
O vazio dos parentes e a ausência dos amigos
Impõe ao teu espírito o castigo merecido.
Quantas faltas fazem gestos agradáveis,
Palavras dóceis e amáveis,
Quando se tem no coração apenas avareza.
A riqueza não está na fortuna de alguém,
Mas na grandeza de fazer o bem
E feliz a vida inteira.
“Quero-te em mim
Entre abraços tantos
Num dia lindo sem fim
Teu sorriso meu encanto
Quero-te assim!
Amanheça e anoiteça
Adormeça teu corpo em mim
Antes que o alvorecer apareça
beije-me
Quero-te sim!”
Você ja mudou meu jeito de pensar
Meu jeito de sorrir
De te fazer sorrir
De colocar minha cabeça no travesseiro
E sorrir sozinho
Pensando naquele sorriso
Naquele momento
Sabe quando você esta num lugar?
Mais nada aonde eu estou importa
Quando você não esta junto
Pois eu fico imaginando aonde voce deve estar
O que esta fazendo
E simplesmente hoje mais nada existe
Alem de você
Quando meus olhos se voltam para o homem, tudo vira confusão e sofrimento...
Mas quando meu coração se volta para Deus tudo fica claro e em paz.
"Quando meu corpo cala
E minha alma fala
Ah!Meu coração a ti declara
Entre poesias e sonetos dispara!
Ouça... sinta!
Por ti ele não para, pura emoção!"
Olhando para o quadro do meu pai que há na minha parede, ele sorrindo, pedi forças. Pedi forças para ao menos continuar a escrever sobre você e sobre o que eu sinto. Meu segundo dia sem você. E doeu. Fiquei pensando em como vai ser daqui para frente, agora resta apenas 364 dias para querer me ver livre de tudo, mas, se eu não conseguir te esquecer nesses 365 dias completos? E se tornar no fim das contas 895 dias de sofrimento e desprezo? E se no fim, eu não aguentar e desistir da vida? E o pior, se eu desistir de você e do meu futuro também?
Meu sonho não é doce. É azedo. Tão azedo que é capaz de fazer mal a quem gostar dele. Estou escrevendo esse texto antes de completar o sexto dia, porque eu simplismente não sei mais o que eu faço. Me comovi relendo tudo, escrevendo então esse texto vai me fazer chorar. Mas quero ser forte, mas eu nunca consigo. O sonho sempre foi o mais doce possível até que, garotinho, você estragou tudo. Absolutamente tudo. Fui sua consciência nesse tempo todo e eu sei que de um jeito ou de outro eu não saí do seu pensamento. Você beijou meninas na minha frente, declarou seu amor por elas, e eu fiquei brava, bravíssima. Ora, sou sua consciência, deveria ter o mínimo de respeito não é? Mas não houve nada disso.
Tudo era lindo. O meu ano seria o nosso ano. Tudo. Mas foi em vão. E hoje, quando desci as escadas para ir até a cozinha, eu me lembrei de tudo. Vi um pão de queijo e me lembrei de você. Lembrei daquela madrugada que eu sentei nas escadas e fiquei conversando com você. Lembrei do começo até o fim da nossa história em todos os mínimos detalhes. E todo mundo me apoiando na minha ideia mais maluca e complexa que poderia existir. Mas no fundo, só sentiam pena de mim. Tadinha da Layla. Ela ficou louca. Ela ficou retardada. O que custa amar aquele estranho que te dá moral? Ou então, por que você não pode amar seu próprio namorado, Layla? Eu não consegui.
Não tenho vontade de te escrever. De gritar, ou até reagir. Coitadinha. Diz o meu cérebro. Coitadinha nada. Daqui um tempo passa. E se não passar? Não passou. Não se pode tudo que quer na vida. São 264 horas. E assim a gente segue. Acreditando que o que eu sinto é maior que qualquer coisa. E se eu não sinto mais? É. Você não sente. Meu cérebro responde. Eu sinto sim. Não importa bem o que. Nem aonde. Nem para quem. Mas eu sinto.
E agora? Esquece. Bom, avisei. Escreverei um texto sobre você. E merecia algo meu. Merecia. Então. Um texto seria ideal. Passou-se o tempo. Não vi graça em escrever um texto apenas. Então, escreverei um blog inteiro para você. Mas você no máximo pensou. Foda-se. E só dessa vez. Eu não me importei com você, nem com seus pensamentos. Não me importei.
Talvez não te amaria se você morasse ao meu lado, a distância me trouxe saudades e a saudade me lembra amor.
