Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Dona garota
Nossa, que perfeito
Com esse olhar certeiro
Entrou em meu peito
Um sentimento verdadeiro
Não, não olha assim
Porque assim
Você domina
A mim
Dona de um olhar
Dona de um abraçar
Dona de um amar
Dona garota.
Agradenco a deus por ter,te conhecindo.mas hoje choro por saber que alguem quer me roubar o meu coracao!! Nao vou permitir todo isso ja basta todo que eu vivim..
Que deitasse no meu colo toda manhosa, graciosa, querendo ta ali, ouvindo as batidas do meu coração que pulsam apenas, somente apenas, por ela.
O meu questionamento não é a diferença entre ser: Um homem lúcido com lampejos de loucura, ou um homem louco com lampejos de lucidez. Mas, sim definir a qual grupo faço parte. Rs rs rs...
Meu medo não é de me tornar um samaritano piedoso no chão da vida, e sim de me tornar-me um doutor da lei soberbo, que não consegue nem se quer socorrer o próximo porque ele não comunga da mesma religião que a dele, leia a parábola do samaritano depois — Lucas 10:25-37. Esses atropelam toda tradição e ritual religioso, para cumpre os mandamentos do Eterno.
Por vezes quando
não estou bem , basta
tua presença ao meu
lado , para restabelecer
a harmonia em mim..
6/9/15
Aonde foram parar as borboletas no meu estômago ao ter ver?
Foram todas afogadas em um vinho barato na tentativa frustada de te esquecer...
Não me chamem para comer no mesmo prato, tomar na mesma taça...meu estômago embrulha frente a sacanas, interpretes fajutos do povo " exceções raras" não me convidem a participar dessa farsa !
Todos os versos que escrevo são palavras que esqueci de dizer, são desejos guardados no meu mundo inconsciente ou talvez consciente, eu é que não consegui desvendar, mistérios. São mistérios de mim, que como todo e qualquer mistério não se explica, não se desvenda...farsa, ou talvez eu mesma retratada no meu submundo, no mundo que vivo, que habito...estranho talvez, se certo ou errado quem sabe, porque eu não sei. No meu riso está minha maior parte, acho que o bom de mim. Sigo num espaço de tempo que passou e que está passando, aguardando o que virá, futuro assim se conhece, o que ainda está por vir. E nesse louco abismo de vindas de idas, de buscar de querer...me deparo com o que é real e me confundo com o que sonho.
CORCEL MENSAGEIRO.
Márcio Souza.
Disparas-te meu corcel,
Levando na boca essa flor,
Para a prenda lábios de mel,
Como prova do meu amor.
Voas-te meu corcel Negro,
Meu dileto mensageiro,
Sem arreio e sem pelego,
Ao encontro do meu amor brejeiro.
Rasgas-te os vales, cortando o vento,
Desafiando a tempestade,
Diz-lhe que o meu coração está doendo,
E morrendo de saudade.
Rompas-te colinas e montanhas,
Passando por cerrados e pântanos,
Diz-lhe da minha paixão tamanha,
E o quanto que a amo tanto.
Diga a ela tudo isso,
Não omitas a verdade,
Levas meu amor e o sorriso,
Traz-me na volta outra flor, de nome FELICIDADE!
SIMPLES ASSIM!
Marcio Souza
Hoje, quando voltei,
As rosas do meu jardim,
Olhei pra elas e notei,
Que estavam sorrindo pra mim.
Era de manhã e chovia,
E em cada pétala espelhava,
Seus pingos de alegria,
Transformados em gota d'Água!
Confesso não resisti,
A todas fotografei,
E num impulso de carinho,
A todas elas beijei!
E no gesto, simples quase nada
Delas escolhi uma flor,
Minha rosa perfumada.
Envio a ti com amor.
Márcio Souza.
MORTE DO POETA
Marcio Souza
Meu mundo perdeu-se as cores,
Transformou-se em saudades,
Já não canto mais versos de amores,
Foi-se embora a felicidade.
Será meu canto de despedida?
Que o próprio tempo revela?
Dessas surpresas da vida,
Que o pobre poeta não espera?
É uma angústia sem fim,
É uma dor que arrebata,
Que tomou conta de mim,
E que aos poucos me mata.
E nessa adversidade sentida,
Levada à própria sorte,
O poeta morre, com a poesia em vida,
E a posteriori, com o seu próprio corpo a morte!
De tantos versos e cantigas,
Hoje é um poeta que jaz,
Sem lágrimas de despedidas,
Que apenas, partiu em paz.
Marcio Souza
as sombras do meu coração
olho para profundo da escuridão,
relembro fatos da morte,
esculpido na alma.
Sinto um vazio dentro do meu coração, que jamais poderá ser preenchido. Parece que a cada momento ele aumenta, gerando uma onda de desespero diante deste abismo. O medo não me permite sair dele e não consigo encontrar algo em que possa preenchê-lo.
Me sinto como um escravo da caverna, onde vejo o reflexo da realidade, mas estou acorrentado e não consigo gritar por ajuda. A tristeza e a frustração pessoal conseguem me colocar mais abaixo do que já me encontro, e não vejo razões para que eu me sinta motivado a sair.
Hoje tenho muitas coisas, mas nenhuma delas têm as chaves das correntes que podem me libertar. A solidão ainda está comigo, me acompanhando desde sempre, como um monstro infernal que ousa sempre gritar dentro da sua cabeça, dizendo tudo o que não deseja ouvir.
Não adianta correr, se esconder ou querer enfrentar. O meu esforço ainda é bastante pequeno comparado ao precipício de trevas que estou diante.
Hoje sinto falta de um abraço, um carinho, um cafuné, um beijo quente, outro corpo, felicidade ou algo que eu sinta esse breu sendo iluminado e consiga enxergar o meu caminho para a verdade.
Acordei e vi o sol hoje Você veio sem avisar Você coloca um sorriso no meu rosto Quero isso todas as manhãs...
