Eu Vou mais eu Volto meu Amor
A coisa mais difícil de aprender na vida, é qual ponte precisamos atravessar, e qual devemos queimar.
Não há maior obstáculo ao conhecimento do que o orgulho, e nenhuma condição mais essencial do que a humildade.
O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
É o que pensa que o racismo não existe
É preciso encarar a dor da perda de frente. Por mais que isso doa, massacre. É preciso ser forte, mas também podemos nos permitir sofrer. A força é justamente reconhecer o tamanho da dor, vivê-la, tentar sobreviver a ela, e um dia transformar essa dor em saudade, sabedoria, maturidade.
"Uma vez enferrujado, não consegue mais abrir caminho.
Uma vez sem controle, rasga a si próprio em pedaços.
Sim, o orgulho se parece mesmo com uma espada."
Despedida
Um ciclo se encerra em minha vida
É mais um momento de despedida
Mais uma batalha que por mim foi vencida
Mas chegou o momento da ida
Não esquecerei o que aqui vivi
Os laços de amizade que estabeleci
Sinto, mas devo partir.
Não suspirem mais, mulheres, não suspirem mais,
Os homens sempre foram enganadores,
Um pé no mar, e outro, na margem,
Nunca constantes em coisa alguma.
A mulher é a flor mais bela e mais linda de todos os jardins da Terra. Perante a sua beleza, o Sol se esconde, a Lua chora e as rosas murcham de inveja da beleza feminina.
A velha sabedoria do Ocidente foi esquecida. Os reis fizeram tumbas mais belas que as casas dos vivos, dando mais valor ao nome de seus ancestrais do que aos dos seus filhos.
"O Dado mais importante que separa o ser humano de todos os seus irmãos e primos da escala filogenética é o conhecimento; só o conhecimento liberta o homem, só através do conhecimento o homem é livre e em sendo livre: ele pode aspirar uma condição melhor de vida para ele e todos os seus semelhantes. Só consigo entender uma sociedade na qual o conhecimento seja a razão de ser precípua que o governo dá para a formação do cidadão. Minha mensagem é positiva, é de que o homem tem de saber, conhecer e em conhecendo ele é livre." DRº Enéas Ferreira Carneiro (Rio Branco, 5 de novembro de 1938 — Rio de Janeiro, 6 de maio de 2007)
