Eu Vou mais eu Volto meu Amor
"Sempre que o mundo se fecha, corro pros seus braços,
Me encontro em você, meu refúgio, meu guia...
Quando o céu acinzenta, quando a chuva cai, fria e triste,
Você segura as minhas mãos e me leva até um jardim de flores coloridas...
Com você, qualquer guerra lá fora é apenas uma miragem,
Que logo se esvai, sem deixar marcas.
Com você, qualquer pequeno gesto é transformado no maior de todos;
Qualquer olhar 'de canto' me causa um sorriso largo;
Qualquer dia é dia pra celebrar o amor.
Por existir, por estar aqui... sempre...
Por ser assim, exatamente assim, eu amo você!".
Você nunca vai me notar quando tudo tiver bem é próprio meu aparecer quando não houver ninguém ao teu lado, quando você tiver mal.
"Que a minha voz possa tocar seu coração, os meus olhos te indicar a direção e o meu sorriso chamar sua atenção"
13/06/12
O meu pensamento é achado um dolo dormente sem princípios morais nem éticos, abrangido por um superfluíssimo de uma vanguarda pestilenta, mais não… o tempo é dado é a hora, não demos tempo ao sinistro e eu serei um pensamento individual que resumo em mim e obtenho um sistema antro especificado para si.
“Só precisava de um abraço seu, só queria vê o brilho dos seus olhos quando ao meu lado você estar, só queria arrancar um sorriso seu para que meu mundo parasse em ve-lo sorrir.”
MEU POEMA É...
Meu poema é um fósforo riscado,
A espantar a escuridão.
E a deixar os olhos ofuscados.
Sim, meu poema nada faz:
É tão somente o clarão
Que num instante, o breu, desfaz...
Eu, menino, descobrindo tudo,
Acendo mais um poema na solidão do escuro...
Acordei. Acho que era 6:15 porque o meu despertador tocou. Na realidade, estava acordada antes disso, mas não vi a hora. Ainda deitada sobre a cama, estou a pensar no domingo que passou e na sensação de perda que senti depois daquele abraço que não me confortou. Era um adeus sem palavras, sem culpa, sem nada além do 'adeus'.
Você sereno e eu deixando uma lágrima de dor escapar dos meus olhos, fazendo entrar em contradição todas as promessas que me fiz diante do espelho.
Eu não sei porque tenho medo de te deixar.
Eu queria que você desejasse parti. Mas você não vai a lugar algum, eu sei.
E talvez caiba a mim, sair e desejar algo melhor.
É que eu tenho tanto medo quanto você de ficar, e esse meu medo me torna isso que sou. Metamorfose pura.
Eu só não quero ser poeira, rastros ou estrelas.
Desejo o real, mas desejar dói mais do que sentir.
Do meu coração, terreno baldio e alagado,
fiz um cortiço de quartos,
de paredes sujas e teto rachado.
Abro meu coração hoje. Como uma janela colorida do pelourinho que se abre de manhã bem cedo. Então, passa a baiana vendendo acarajé. E ela diz: diaaa, senhorita!
Tem dias que tenho um pouco de medo de mim. Mas tem dias que o meu maior medo é me curar de todas as minhas loucuras.
Esse é meu maior defeito, sabia? Misturar tudo o que vejo para criar sabores que me surpreendem e me apetecem instantaneamente. Eu me odeio por isso! E odeio a palavra “apetece” também. Não sei por que, mas me lembra “peteca”, aquele esporte bobo e patético.
