Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Sozinha eu chorei, a alma em turbulência
Mas encontrei calma em minha própria essência
Percebi que sou minha própria guia
No "mundo sensível" a crueldade se escondia.
Despertei para a verdade, para o poder
Entendi que só eu posso me fortalecer.
O "mundo sensível" é ignorante e cego
Mas em meu "mundo inteligível" encontro o apego.
Com coragem no peito, trilhei meu caminho
Em busca da realização, sem desalinho
Construo meu mundo com sabedoria e amor
Um refúgio seguro, onde encontro fulgor.
Assim, sigo adiante, com determinação
Criando meu destino, sem hesitação
Pois sei que sou a autora de minha história
No meu "mundo inteligível", encontro a vitória.
Que eu tenha no olhar, a sutileza que a vida pede, para enxergar nos detalhes do que me cerca, toda a beleza Deus criou.
Eu observo, sinto o momento.
Há situações confusas, posso querer ou não está na linha de fogo.
Pessoas imaturas não sabem o que querem, cabe a você permanecer ou não.
Escolhas que fazem a diferença, liberdade ou prisão.
Eis a questão.
Na dúvida, vá pela razão.
Mensagem de Islene Souza
Eu portanto penso que sei, quando na verdade nada sei, pois tudo aquilo que sei, venho dos meus antecessores, eles pensavam que sabiam, ou achavam que sabiam, e mesmo assim hoje sei q nada sei. Pois sempre avera algo para saber.
Eu realmente não entendo uma Situação dessa! Que Hoje estamos vivendo um mundo cheio de pessoas que ainda perdem tempo lendo o meu comentário.
Busque refletir Jesus Cristo.
Deus nunca será adaptável ao que eu quero, o que faço e espero. Enquanto não reconhecer que eu; é quem preciso constantemente dEle em todas as áreas da minha vida. Me consertar, prescindir de todos os meus erros e reconhecer, que sou pecador, necessitando de seu perdão diariamente e da sua misericórdia.
Tenho certeza de que, se não há uma transformação ou mudanças no meu caráter; nunca aceitei Jesus Cristo, como meu suficiente Salvador, apenas me convenço que sim, quando minhas práticas, nas mínimas coisas, revelam que não.
Ricardo Baeta.
Soneto destituído
Parece, ou eu me engano, que a solidão
De repente deixou o prazer no passado
O letrando, o cântico, agora desafinado
Se vai o sentimento cheio de sensação
Por que não há vão, que não vá ao chão
Da saudade, da dor do falto, tão pesado
Até de aflição pulsa o versar atordoado
Nem uma voz se ouve vinda do coração
Um usurpar da feição poética, advieste
Deixando a prosa triste, num desvario
E de lágrima tétrica a poesia se reveste
Nesta carência da alma, foi-se o gentio
Sentido, e sem que a emoção lhe reste
Assim, destituído de gesto, terno feitio
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
7 setembro, 2023, 6’57” – Araguari, MG
Enquanto minha vida exigia atentamente
Que eu me movesse, que eu fosse em frente
Qualquer coisa, compromissos, responsabilidades
Minha natureza sentia o prazo chegando
“Seria isso uma ameaça eminente?”.
Dentro de mim, pulsante, o medo e o escalar de algo que não era “eu”
Uma linguagem que eu não entendia;
Era como se eu fosse um barco, navegando em um mar profundo, desconhecido, um mar que também sou eu, que de repente, esse barco se afunda, e eu me perco em mim mesma.
No impulso de seguir
Gritava dentro de mim aquilo que não devia.
Escutei minha alma aos berros, eu só não queria, mas eu não entendia o que não queria
Meu corpo ia contra minha vontade, eu gritei, alto
Alto, e gritei, aos prantos, o medo invadiu,
Medo de tudo, de mim, da minha alma, do que sou e do que serei.
Eu faço assim: procuro ver, ouvir e canalizar coisas que me são úteis, que me trazem positividades e que me levam ao fortalecimento mental e espiritual.
Coisas que não me agregam em absolutamente nada, que deturpam e consomem minhas energias eu simplesmente descarto. Assim, sem mais delongas.
Eu faço as coisas serem lindas para todos. Mas ninguém faz o mesmo por mim.
A vida não precisa de tantos segredos, eu sei. Mas o que seria de nós se não pudéssemos proteger as virtudes que nos deixam vivos?
Eu descobri que a vida é preciosa demais para ser descartada. Tudo depende da forma como a gente encara nossos desafios, dificuldades e perdas.
Até o manequim é feito de alguma coisa por dentro, pensou. E eu? De que sou feito?
Que a arte traga para a minha vida toda a poesia que eu preciso. Que a fé traga para a minha vida, a força, a coragem e esperança em dias melhores.
Que a família traga para a minha vida, o cuidado, o acolhimento e a proteção necessária para manter minhas raízes saudáveis.
Que o amor traga para a minha vida, a humanidade, a paciência e toda a ternura que eu espero dele.
Que os amigos tragam para a minha vida, o companheirismo, a fidelidade e a cumplicidade.
E por fim, que o universo traga para a minha vida toda luz, energia positiva e boas vibrações que couber nela.
TALVEZ..
Não hoje
Nem agora
Possa acontecer
Eu esqueça a hora.
Pode ser amanhã
Sem explicação
No desfolhar da vida
Eu perca a inspiração.
Que não tenha presente
Apenas passado
Num papel velho
Um versos rasurado.
Talvez
Um outro dia
Sem pressa
Eu me torne poesia.
Talvez ..
Nada é impossível
Alguém leia meus versos
E me ache inesquecível.
Autoria Irá Rodrigues.
Não, eu não tenho medo de me apaixonar,
Tenho medo de não ser correspondida.
Não, eu não tenho medo de amar,
Tenho medo de quando o amor acaba.
Não, eu não tenho medo de altura,
tenho medo da queda.
eu estou perdido em mares que eu nunca naveguei, e não sei como retornar para o inicio, minha única saída é continuar remando.
