Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Eu amo ser diferente..
Amo não me encaixar nos padrões da sociedade...
Amo dias cinzentos, nublados e tristes...
Amo o silêncio e os dias chuvosos... Amo a solidão e fazer dela minha melhor companhia...
Eu amo o oculto, o mistico, o desconhecido ... Sim eu sei ,sou um enigma indesvendavel, indecifrável..e eu amo ser assim ... Quem acha que me conhece está enganado ....não sabem nada sobre mim ... Sou um segredo guardado a sete chaves...

Falar dos meus erros, eu aceito. Mas será que você aceitaria ouvir sobre os seus? É fácil apontar o outro… difícil é encarar o próprio espelho.

Hoje eu me peguei pensando na gente..
Hoje eu me peguei com o coração pequenininho ... Apertado e triste...
Lembrei de quando a gente era um casal... Quando éramos felizes... Lembrei dos sorrisos bobos e das brincadeiras sem noção dessas de casal apaixonado..
Cartas e mais cartas de eu te amo pra sempre... E o sempre onde ficou nessa história? O pra sempre se quebrou na primeira desilusão amorosa.. e eu nunca mais fui a mesma... Eu nunca mais amei outra pessoa...eu nunca mais sorri diferente.... Me fechei pra tudo , pro mundo e pra mim mesma...perdi a fé nas pessoas ...perdi a razão e o colorido da vida... Até respirar dói ..
Me vi sem chão , sem rumo e sem você ... Não era pra ser o fim do mundo mas quando se ama tanto a ponto de viver intensamente aquilo... Se torna o fim ...de qualquer forma..
Nunca mais olhei pra ninguém com os mesmos olhos... Nunca mais ouvi músicas com a mesma intensidade...eu nunca mais entreguei meu coração novamente ... Eu nunca mais te esqueci...

Eu sou um cara tão azarado que, até fazendo o bem para as pessoas, eu me fodo!

Não perdoo nem parente, quem dira os da rua. Mal se paga com mal e na primeira oportunidade eu me vingo!

Se eu tivesse que explicar você


Se alguém me perguntasse
o que exatamente aconteceu comigo
depois que conheci você,
eu provavelmente não saberia responder.


Porque não foi uma coisa.
Não foi uma palavra, um gesto,
um momento específico.


Foi um conjunto de detalhes
que, separados, talvez não significassem nada...


mas que, juntos,
fizeram você se tornar você para mim.


E talvez seja isso que torna tudo tão difícil de explicar.


Como explicar que uma pessoa
pode se tornar importante sem pedir para ser?


Como explicar que, em algum momento,
a gente percebe que já não está apenas conhecendo alguém...
está conhecendo um mundo.


Um mundo com histórias que eu ainda não conheço,
com cicatrizes que não vi,
com sonhos que talvez ainda nem tenham nome,
com medos que você talvez esconda,
com desejos que ainda vou descobrir.


E eu não quero conhecer esse mundo de uma vez.


Quero descobrir aos poucos.
Quero conhecer a mulher que você é
quando está feliz,
a que aparece quando está cansada,
a que ri das próprias bobagens,
a que fica teimosa,
a que muda de ideia,
a que se irrita,
a que sonha,
a que às vezes duvida de si mesma...


Quero conhecer até as versões suas
que você talvez ache difíceis de amar.


Porque gostar de alguém
pelas partes bonitas é fácil.


O que me interessa é conhecer o conjunto.
A pessoa inteira. Sem recortes.


Sem precisar transformar você
em uma versão perfeita
para caber no que eu sinto.


E talvez seja essa a minha maior declaração:
eu não quero uma personagem sua. Quero você!


Com suas certezas e contradições.
Com aquilo que mostra
e aquilo que ainda não conseguiu mostrar.


Com os dias em que tudo parece simples
e aqueles em que nem você consegue
entender o que está acontecendo aí dentro.


Quero continuar descobrindo.
Porque quanto mais eu conheço você,
menos vontade tenho de encontrar uma definição.


E talvez eu finalmente tenha entendido:
algumas pessoas não foram feitas
para serem explicadas.


Foram feitas para serem conhecidas.


E você...


eu quero passar muito tempo,
mais 1000 anos fazendo exatamente isso.

Preciso me recompor. Sacudir a poeira e voltar ao centro da Tua vontade. Se eu não focar em Ti, Senhor, não chegarei ao meu destino final e não poderei dizer, como Paulo:
"Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia." (2Tm 4:7-8)


Tenho começado a discernir a sedução sutil do inimigo... Ele não vem com barulho, mas com distrações suaves, pensamentos aparentemente inofensivos, ideias ousadas que tentam se disfarçar de liberdade. Percebo agora como o pecado se forma: tudo começa na mente , uma sugestão, um desejo não confrontado , e quando vemos, ele já foi gerado, pronto para nascer e nos afastar de Ti.


Quão pequeno é o homem quando se deixa levar pelos desejos da carne. Mas eu não posso continuar assim. Preciso me levantar com todas as minhas forças e voltar para os Teus braços.
Não quero apenas começar a caminhada... quero terminá-la contigo, com fé preservada, com o coração limpo, e com os olhos fixos no Céu.


Ajuda-me, Senhor, a permanecer firme, porque sem Ti, nada sou.

Por toda a verdade que o Senhor me mostrou,
por todos os dias em que me guiou quando eu não sabia para onde ir,
por cada vez que me sustentou quando minhas forças chegaram ao fim,
por cada lágrima que o Senhor viu em silêncio,
por cada porta que fechou para me proteger
e por cada caminho que abriu para me ensinar.


Obrigada por nunca ter me abandonado, nem nos dias mais difíceis.
Obrigada por permanecer ao meu lado quando ninguém mais podia compreender o que acontecia dentro de mim.


Hoje eu entendo que muitas vezes o Senhor estava trabalhando justamente nos lugares onde eu só conseguia enxergar dor.


Meu eterno Pai, eu Te amo.
Amo a Tua presença, amo a Tua verdade e amo saber que a minha vida está em Tuas mãos.


Sei que ainda tenho muito a aprender, mas uma coisa eu sei: quero caminhar contigo até o fim.


Que toda a minha vida seja uma resposta ao Teu amor.


Por Ti, para Ti e contigo, para sempre. 🤍✝️

"Quando era criança, a vida me deu mamadeira de leite para eu crescer. Aos 3, recebi uma canequinha de plástico, e todo dia a vida a enchia para mim de água doce. Porém, por ser ansioso, acabava derrubando essa canequinha quase todo dia, mas ela, paciente, sempre a pegava e colocava em minhas pequenas mãos. Aos 7, recebi um copo de plástico, o qual era enchido diariamente de água sem gosto, porém refrescante. Ocasionalmente, eu derrubava o copo, mas, dessa vez, eu mesmo tinha que pegá-lo. Aos 12, recebi um copo de vidro, sendo preenchido diariamente como a vida sempre fez, mas, desta vez, por uma água levemente amarga; não era mais refrescante como antes. E, se o derrubasse, teria que juntar os cacos um por um e remendar para tê-lo novamente. Infelizmente, isso aconteceu várias vezes até a maioridade. Enquanto não juntava e remendava os cacos, não conseguia beber da água, mas consegui me virar. Aos 18, a água se tornou inteiramente amarga, não refrescando mais. De tanto remendar cacos, minhas mãos estavam machucadas, mas tentei. Aos 19, cansei. Perguntava-me se em algum momento teria minha canequinha e água doce novamente."

“O Doce Lugar Onde os Livros Moram”

Eu morava em Macabéa, no Beco dos Milagres, e fique sabendo: Meus Passos Vêm de Longe. Talvez venham de um lugar onde os homens aprendem cedo que a vida é maior do que a estrada que conseguem enxergar e que, para atravessar certas distâncias, basta abrir um livro e aceitar o risco de nunca mais voltar sendo o mesmo.
Foi assim que um dia encontrei Dom Quixote. Vi aquele homem magro levantar sua lança contra os moinhos e compreendi que há uma espécie de dignidade reservada aos que ainda ousam lutar contra aquilo que o mundo inteiro já aceitou. Chamaram-no de louco. Talvez fosse. Mas desde então desconfio que algumas loucuras são apenas sonhos que se recusaram a aprender a linguagem da resignação.
Continuei andando.
Entrei no Grande Sertão: Veredas e descobri que o sertão não termina onde acaba a terra seca. O sertão entra no homem. Tem encruzilhadas, medos, demônios e perguntas que nenhuma estrada responde. Foi ali que encontrei também o Burrinho Pedrês e atravessei Campo Geral, percebendo que Guimarães Rosa sabia uma coisa que poucos sabem: até o silêncio de um bicho pode contar a história inteira de um homem.
Mais adiante encontrei Vidas Secas. E aquelas vidas me ensinaram que a fome também possui linguagem, embora quase nunca tenha voz. Vi homens, mulheres, crianças e uma cachorra atravessando uma terra onde até a esperança parecia precisar economizar água. Depois entrei n’O Cortiço e encontrei outro Brasil: apertado, barulhento, desigual, fervendo de desejos, misérias, preconceitos e sobrevivências. Ali compreendi que algumas casas possuem paredes, enquanto outras possuem destinos.
Mas continuei.
Porque meus passos vêm de longe.
Passei pela Memória do Cárcere e descobri que existem grades capazes de prender o corpo sem conseguir aprisionar o pensamento. E foi talvez por isso que, quando encontrei A Rosa do Povo, compreendi que a poesia também pode nascer no meio do concreto, da guerra, do medo e da injustiça. Há rosas que não foram feitas apenas para perfumar. Algumas nascem para incomodar o mundo.
Carreguei comigo O Livro dos Abraços, porque depois de tantas dores precisava acreditar que a humanidade ainda cabia no gesto de dois braços. Mas Eduardo Galeano não me deixou descansar por muito tempo. Abriu diante de mim As Veias Abertas da América Latina, e eu vi um continente belo sangrando através dos séculos: ouro, prata, terra, suor, povos e sonhos atravessados pela cobiça. Percebi então que há feridas que pertencem a uma pessoa e outras que atravessam gerações inteiras.
Foi nessa caminhada que encontrei O Santo e a Porca e aprendi a rir das contradições humanas, porque Ariano Suassuna sabia que até nossa miséria pode carregar graça, esperteza e uma profunda vontade de continuar vivendo. Depois veio A Cabeça do Santo, lembrando-me de que o extraordinário às vezes escolhe justamente os lugares esquecidos para acontecer.
Mas houve um livro diante do qual precisei diminuir os passos.
O Avesso da Pele.
Porque existem histórias que não pedem apenas leitura. Pedem consciência. Há peles sobre as quais o mundo escreveu violências antes mesmo de perguntar o nome de quem as carregava. E quando viramos essa pele pelo avesso, encontramos memória, identidade, amor, ausência e uma humanidade que tantas vezes tentaram reduzir à aparência.
Então compreendi por que havia caminhado tanto.
Eu não estava procurando o final de nenhuma história.
Estava procurando pedaços de mim.
Um pouco de mim ficou com Dom Quixote diante dos moinhos. Outro atravessou as veredas do grande sertão. Uma parte sentiu sede com as Vidas Secas, outra espiou pela janela d’O Cortiço. Fui prisioneiro por algumas páginas na Memória do Cárcere, segurei A Rosa do Povo entre as mãos, recebi O Livro dos Abraços contra o peito e senti correr diante de mim As Veias Abertas da América Latina.
Ri com O Santo e a Porca. Escutei os mistérios d’A Cabeça do Santo. Toquei, com cuidado, O Avesso da Pele. Atravessei Campo Geral ao lado de um Burrinho Pedrês e, depois de tanta terra, tanta gente, tanta dor e tanta beleza, cheguei aos Contos do Mar sem Fim.
Foi quando finalmente entendi:
eu nunca morei apenas numa casa.
Passei por Macabéa e pelo Beco dos Milagres. Cruzei sertões e veredas, conheci o cortiço e senti de perto as paredes do cárcere. Andei entre santos e porcas, colhi rosas, recebi abraços e encontrei homens, bichos, loucos e retirantes pelo caminho.
No fim, descobri que minha verdadeira morada sempre esteve nas páginas.
E fique sabendo, caso algum dia encontre minhas pegadas entre um livro e outro: meus passos vêm de longe.
Vêm de todos os escritores que me emprestaram seus olhos para que eu pudesse enxergar um pouco além dos meus.
Porque existem livros que a gente lê e coloca de volta na estante.
Mas existem outros que fazem justamente o contrário:
abrem a gente,
entram devagar,
e passam o resto da vida morando em nós.


“existem livros que a gente lê… e outros que passam o resto da vida morando em nós”

Hoje estás perto
e eu preferia que não estivesses.
Não porque não queira ver-te.
Esse é exatamente o problema.
Eu quero.
Quero olhar para ti,
falar contigo,
saber como estás.
Mas não vou.
Hoje passei por ti
e continuei.
Respirei,
não olhei,
não fiz nada para que reparasses em mim.
E custou-me mais do que devia.
Na sexta disseram-me que estavas aqui
e deu-me vontade de chorar.
Agora sei porquê.
Não foi porque estavas aqui.
Foi porque estavas aqui
e não me procuraste.
Eu sei que não tens de o fazer.
Não me deves nada.
Nunca me deves nada.
Eu só gostava
que tivesses querido.
Então vou evitar-te,
não para sentires a minha falta,
não para reparares,
mas porque neste momento
a distância dá-me paz.
Ainda te quero perto.
Só estou a aprender
que fico melhor longe

Saudades


Que saudades do tempo que eu era feliz,
Tudo tinha cor,
Tudo tinha alegria,
Tudo tinha amor,
Mas agora é so tristeza e decepção.


No tempo que não existia maldade
O mundo era melhor,
Sem dor,
Sem sofrimento,
Sem ninguém para atrapalhar.


Hoje em dia
As pessoas estão difíceis ,
Estão chatas,
Estão insuportáveis,
E as vezes sempre é minha culpa...


Queria viver em um mundo sem ninguém,
Somente eu...
Que pelo ou menos sozinho,
Poderia ser mais feliz
Hoje em dia estou sorrindo... Inverso.


E as vezes fico me perguntando;
Cadê a criança que existia em mim?
Sumiu?
Ela se escondeu?
Ou está somente "sumindo" por um moment


E também me pergunto;
Será que valeu a pena crescer?
Valeu a pena sobreviver ate aqui?
E todas as vezes me questiono por ser assim


E so queria viver em um mundo que as pessoas focem boas
Sem dor
Sem massacres
Sem assasinatos
Sem suicídios
E sem pessoas más...

Glórias ao Rock In Rio

Demétrio Sena - Magé

Eu também estaria lá no Rock in Rio, se pudesse. Pelo menos hoje, quando me emociono, via tevê, com Vanessa da Matta, Roupa Nova, Guilherme Arantes, Luiza Sonza junto ao Roberto Menescal, e ainda o Gilberto Gil. Mais tarde verei o Elton John. Ontem, o Jota Quest me levou às lágrimas, quando convidou o Tony Tornado para dar um show de alegria, energia e talento, aos 96 anos. Alguém quer falar de bênçãos?

Todo mundo cantando o amor; celebrando amizades; de corações abertos gritando a paz. Isso para mim é culto; é a verdadeira religação com todos os possíveis sagrados que nenhum livro manipulado explica. E quando alguém decide protestar, é justamente contra maldades, guerras, injustiças, desigualdades sociais, preconceitos religiosos e domínios; escravidões ideológicas.

Não troco estes momentos por nenhuma sessão de homilias, orações e louvores denominacionais dentro de uma igreja. Porque lá nas igrejas, bem sabemos quais, estão promovendo corporativismo contra os menos favorecidos, dominação ideológica, religiosa, de proteção da bolha e ódio; perseguição contra o mundo restante. Pior de tudo, oferecendo palco a políticos extremistas e corruptos.

Rendo glórias ao Rock In Rio, na língua dos anjos! Aos que dão shows no palco e na plateia! Grito em silêncio, aqui dentro de mim, "ribalábalá" em homenagem aos momentos de arte, união, alegria, entretenimento e paz, nessa festa que me anima e renova minhas esperanças! Tudo por saber que nem todos estão nos templos onde os inimigos do povo se fortalecem para conspirar contra o nosso país.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Se tenho você, eu tenho tudo
no coração.

Eu vejo o futuro repetir o passado
no ciclo demorado.

Eu fiz dessa vez tudo tão errado
e ela adorou.

D pois acaba


Foi depois de um tempo;
Que eu te vi falando,
entendi que era certo
o que aos outros parecia errado.


Foi depois de um tempo;
Eu me vi te amando.
Boba, cantando, simples, sonhando.
Entendi que era óbvio o que me parecia errado.


E depois de um tempo;
Que entendi a vida.
Te desejei sorte e sorriso.
Te desejei abrigo.


E no seu olho entendi, que o coração
quase sempre... Tem que parecer errado

Tudo que eu passei na vida foi um sinal de que deus estava me alertando que aquilo pra mim não era bom e sim um livramento 🙏🏻

⁠Eu prefiro a saúde, porque quando o jogo acaba o rei e o peão vão para a mesma caixa.

(Patrick Jane)

The Mentalist
4ª temporada, episódio 18.

⁠O Poeta na Cama...

Quero
despertar feras
no teu corpo!

Enquanto chove lá fora...
Esta noite eu quero
Riscar
fósforos
na tua pele!

Nutrir
o teu mais louco desejo
Ser -permanecer-ficar-cantar-viver-feliz
teu alimento!

Te dar de beber
na boca...
chocolate quente
Pra espantar o frio
indecente!