Eu Vou Errando e Acertando
Seu amor anda meio inadimplente
e eu vou exigir com juros
por seus beijos,
pois uma boca que
alimenta meu desejo
não pode ficar sem receber
sua carta de cobrança...
Mãe, se quero falar de meninos, eu vou chamar meu pai. Pelo menos ele está em um namoro com sucesso.
Pode continuar me desejando todo o mal do mundo, que eu vou continuar desejando que sua vida seja doce e que realize todos os seus sonhos, e que acima de tudo seja muito feliz.
Não porque eu goste de você, porque isso mostra que, além dessa minha antipatia, é pelo que você se tornou e não pelo o que você é.
Sou assim...
Não sou uma pessoa rotulada, Se eu não estou de bom humor, vou te mostrar isso! Se eu não estou feliz, não vou me desmanchar em sorrisos! Se eu não quero, não espere que eu aceite! Se eu te amar, isso vai ser importante pra mim! Se eu desejo, vou buscar! Se eu chorar, é porque cheguei ao meu extremo! Se eu me culpei, foi porque assumi os meus erros! Se eu desisti, foi porque alguém assim quis! Se eu tenho orgulho, é porque ainda preservo certas coisas! Se eu sou assim, é porque também sou ser humano! Se eu fiz alguém sofrer, já paguei esse pecado! Se eu sou sincera, é porque odeio hipocrisia! Se eu disse que te amava, é porque te amava! Se eu disse que te odiava, é porque te odiava! Se eu disse que é eterno, é eterno! Se eu disse que não, foi por um bom motivo!
Sem querer
Vou dizer bem a verdade: eu já tinha aposentado a ideia de me apaixonar novamente. Até mesmo porque sempre parecia ser cedo demais. Não importa quanto tempo já havia passado desde a última vez. A dor causada fazia parecer tão recente… Por isso, eu abri mão dessa história de paixões e amores. Pelo menos por um (bom) tempo, não queria nada disso pra mim.
Meu coração estava “de férias”. Sem querer nada com nada. Sem preocupações. Sem hora. Sem compromissos. Sem dono. Aproveitando aquele período de liberdade e libertinagem. Vadio, solto e inconsequente. E, enquanto perambulava por aí, esbarrou no seu, igualmente perdido.
Não se viram, realmente, de primeira. Não se reconheceram como semelhantes. Não notaram que tinham cicatrizes causadas por motivos parecidos. E eu, que achava que tinha tudo sob controle, não vi mal algum nesse encontro. “Tá tudo bem. Não vai acontecer nada. Ainda é cedo para isso”. Ingênua, eu.
Achei que meu coração tivesse aprendido a lição junto comigo, mas o danado deve ter memória curta e se pôs a correr na minha frente. Foi se afundando na sua novidade. Nas descobertas de você e suas histórias. Foi sendo envolvido e, contra a minha vontade, se entregou.
É, eu não queria. Eu poderia estar por aí, curtindo os bares, as noites, os galanteios regados à cerveja. Eu poderia continuar na minha, assistir a um filme na minha própria companhia no domingo. Mas você apareceu para mudar os meus planos. Inverter a minha rota. Você apareceu sem eu querer, sem eu esperar. Sem eu sequer saber que você vinha, caso contrário teria me preparado. Chegou de mansinho para me levar com você por um caminho que eu nem imaginava.
Acho que algumas coisas devem ser assim: contra a nossa razão e vividas no mais bonito dos impulsos. Eu poderia dar meia volta. Mas, agora, eu vejo que eu fico bem melhor ao seu lado e aprendi que assim, juntinho, fico mais forte. Talvez eu lhe deva algum crédito, afinal. Foi sem querer, mas foi certo. E meu coração, que eu considerava não ter noção de nada, até que sabe o que faz.
O inimigo me tenta, eu toco. Me faz chorar, eu toco. Diz que eu não vou alcançar, eu toco. Por um momento ele se cansa e me deixa... E eu continuo tocando e adorando.
Você ainda não sabe, mas… Bom, vou falar sem rodeio: Eu ainda te carrego na mochila. É, é, eu sei que deveria ter te devolvido por inteiro, mas não deu. Desculpa! Eu simplesmente não consegui abrir mão desses seus pequenos fragmentos.
Não uso sempre, só em casos de emergência. Diferente do que fiz quando o tinha por completo, não desperdiço essas pequenas porções. São tudo o que me resta de você: Um pouco do seu jeito de falar, aquela gíria que você usava sempre, a sua mania de morder o dedo quando o sinal está fechado e um gosto inexplicável por aquela banda alemã.
Te carrego seguro. Não quero perder essas doses, até porque não sei quanto tempo elas irão durar. Dias atrás, ainda tinha uma porção de “ordem correta para lavar a louça”. Quando percebi, não comecei pelos talheres – o que era totalmente contra a sua regra. Aquele montante acabou.
Ah, e já que estou aqui confessando, tem mais uma coisa…
Aquele nosso sonho também ficou comigo. Está no fundo, para eu não correr o risco de usá-lo na primeira oportunidade, num desespero momentâneo. Ele é único e, portanto, devo ter cautela. Pensar bem antes de tirá-lo do fundo da mochila e trazê-lo à tona.
Desculpa se fiquei com coisas demais e devolvi de menos. Mas, você também ficou com partes de mim. E, na real? Pode ficar, não as quero de volta. Mas também peço que não me desperdice. Não me use mal. Não me use sempre, porque até o pra sempre termina. O nosso acabou… E só nos sobraram pedaços do que, um dia, foi eterno.
Como pessoa soberana nesse mundo eu vou fundo na existência e para nossa convivência você também tem que saber se reinventar.
Não será todo dia que eu vou te fazer feliz, e não prometo que nunca te farei chorar. Só espero que ria comigo quando eu estiver alegre, e encontre em mim um ombro quando estiver triste. Serei teu príncipe, teu companheiro, teu amante, teu amigo. Errando em alguns momentos, sim, mas sempre com a clara intenção de acertar.
Você disse que tinha me perdoado. Você disse que tinha esquecido, passado uma borracha. Disse que me aceitava de volta, que tentaria numa boa. Que a confiança, ainda que abalada, poderia ser recuperada. Mesmo com uma certa indiferença, podia pensar em nós dois de novo. Poder podia. Só que de cinco em cinco minutos você joga na minha cara que eu te sacaneei. Você olha pra mim com aquela cara de quem tem um asco, nojo, algo que te afasta. Fico eu tentando te mostrar o quanto estou arrependido e o quanto aprendi que palavras não fazem o menor sentido e diferença. É preciso agir, fazer, demonstrar que se está diferente. Não dá. Nada dá. Me deu o perdão, mas esqueceu de avisar isso pro seu próprio coração. Diz que ainda ama, que ainda quer. Faz elogios e lembra mais uma monte de coisas boas. Só que, aí, joga aquele "mas" no fim de tudo que foi dito e coloca reticências. Não precisa falar nada. Não se force a tal ponto. Tá tudo bem. Quer dizer, não está. Cheguei a acreditar que teria outra chance, mas perdi a única que tive. É assim. Nem sempre os perdões vem acompanhados de novas possibilidades para um amor que erra. Principalmente para um amor que erra. É simples. Nem sempre quando alguma coisa quebra a gente faz questão de consertar. Ou pode até tentar, mas algo não encaixa mais. Você tinha dito, tinha sorrido e tinha me abraçado. Eu achei que estava perdoado. E estava mesmo. Estou perdoado, eu sei. Seu amor é que já tinha me escapado pelas mãos.
Eu não espero conhecer de todas as coisas, todas as fórmulas. Sei que não vou acertar tudo, se errar eu também estarei aprendendo para que eu venha crescer."
Se eu falar de mim mesma vou agradar instantaneamente, pois sou humana, mas se deixar as palavras de DEUS trabalhar em meus lábios elas vão prosperar em teu coração constantemente."
Nem deve saber mais que eu existo.Por que é que eu vou me importar?Não sou obrigado a guardar desaforo no coração.Muito menos enlouquecer do nada.Quem se importa, liga.Quem tá afim, faz acontecer.A partir de agora será do meu jeito.Valorizarei apenas quem me valoriza.E o resto? Ah!O resto é resto. Um grande foda- se para o descaso alheio.
Não importa como Deus te fez e te mandou pra mim,
O que importa é que eu te quero e vou te amar até o fim..
Cara, é meio estranho, eu nem vou falar com você, mas só de saber que está online e ver aquela bolinha verde do lado do seu nome me sinto mais próxima.
Eu esperei por muito tempo pra ser feliz ao lado de alguém, e agora não vou perder essa oportunidade.
Eu vou casar contigo só falta você saber, eu vou te dar um filho só basta você querer e vou estar contigo até o dia amanhecer.
