Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite

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"E no final eu me tornei a pessoa que se preocupa com todos e se esqueço de mim"
– Cristopher Banhg (BangChan)

"Tem dias em que eu só quero ficar deitada sem fazer nada...Em outros, eu quero mesmo é fazer tudo.Mas em outros, tudo parece não fazer o menor sentido.Em outros ainda, eu me pego pensando: 'Vamos começar a viver, pelo menos um pouco'. E tem outros em que a vontade é de continuar assim... como se eu não fosse nada e nem ninguém."
- Doctor Slump / 닥터슬럼프

"Há alguns dias eu chamei um dos meus colegas de sala de covarde.
Só que... eu acho que o maior covarde de todos sou eu.
Eu só queria que todo mundo me deixasse em paz, como se... eu não tivesse aqui."
– Classe dos heróis fracos

"Eu nem sempre fui introvertido, mas, conforme eu fui ficando mais velho, eu fui sentindo que tinham menos pessoas comigo e fui ficando mais tempo sozinho.
E aí eu passei a ser assim de um jeito mais natural.
Eu acho que várias coisas me botam nessa caixa de introvertido, mas eu penso assim: é como se fosse uma caixa.
Eu não sei como são as pessoas na vida real, não tem como.
Então eu fico na minha caixa e, dependendo de como você se vê, esse lugar pode ser um lugar legal ou não.
Umas pessoas vão gostar, outras já não vão, né?"
– Classe dos heróis fracos

"As máscaras são fáceis de colocar e tirar, mas em algum momento eu colei uma, e agora é difícil encontrar meu verdadeiro rosto novamente"
– Hwang Hyunjin

Eu sei que a saudade existe porque eu estou transbordando dela. Sinto a sua falta em cada segundo, em cada pensamento. Vivo imersa nesse vazio, eu só queria que você estivesse aqui, do meu lado, mais uma vez

⁠O tempo em que eu chorava por amor já passou; agora é hora de pensar em mim mesma.

Deus é

Quem é Deus? Estou longe de indentifica-lo! Como posso eu com uma mente finita, definir Deus? Eu não posso compreender aquele que é a origem de tudo o que existe. A minha origem é Deus. O mesmo Deus, que criou as muitas galáxias, me criou a mim. O universo não existia, nada existia. No princípio era Deus, de eternidade a eternidade.

Deus era mais que uma pessoa! Mas um único Deus, que é amor, perfeito, omnipresente, omnipotente, omnisciente.Ele criou, como e porque transbordava em amor. Por isso criou. O reflexo do amor de Deus, fez com que, o que não tinha existência, viesse a ser. O "Eu sou", criou todo o ser, totalmente distinto deste, que é a origem de tudo. Eu não existia a não ser no coração de Deus. Então comecei a existir, para amar, o que em amor me formou!

Hoje me sinto um pouco perdida.
O chão parece instável, apesar de eu parecer estar bem.. ou nem tanto.


Há pouco, tudo parecia tão claro, cristalino, singular, genuíno...


Agora, algumas certezas se desfizeram no caminho de forma tão repentina e o futuro voltou a parecer uma estrada coberta de neblina.


Talvez eu tenha confundido um passo com um destino.


Então, por enquanto, fico com o presente.
Sem promessas sobre o amanhã,
sem tentar enxergar além daquilo que os meus olhos alcançam.


Porque, às vezes, seguir em frente também é aceitar não saber para onde estamos indo.


E, mais uma vez... é estranho muita coisa mudar e nada mudar mesmo assim.

[...]
Era fome, mas não só de comida
O amor em você era um apetite
Eu te via faminta
[...]

A lua daqui

Eu não vou mentir: por onde quer que eu vá, sinto que o luar nunca é igual ao de minha cidade, Apodi. Aqui não há montanhas gigantes, nem encostas que façam o luar ser único. Mas, no Calçadão da Lagoa do Apodi, na parte meridional da cidade, a lua se matiza de prata, refletindo sobre a água como se o céu tivesse derramado um bujão de gás luminoso. Ela fica tão reluzente que encanta, apaixona e já fez gente simples se tornar famosa só por morar na cidade da lua platinada.

Percebo que as grandes cidades, com suas selvas de pedra ou litorais recortados por ilhas, nem de longe produzem luas como a daqui. Nossa jaci é uma verdadeira belezura: casais se enamoram e até brigam, mas, ao perceberem o luar, desarmam-se das intrigas e voltam a se amar.

Aqui nem pensar em lobisomens. Pelo contrário, o que a lua enfeitiça são os gatos, que deixam de ser apenas gatos e ganham nomes dignos de celebridade: Nâno, Tufão, Fábio Assunção, Nega Véia, Melissa Mel, Florinda, Bob Mel, Frida Mel, Pedro de Canoanés, Ceguinha, Morcego e até Paulo Jorge. Longe de quererem se tornar feras, eles só se deixam encantar. E, assim como nossos felinos se transformam em personagens, nossa cidade carrega consigo uma rica gama de apelidos, que vão desde as crianças até os idosos, passando por todos que têm história e memória por aqui.

A lua daqui parece tornar nosso povo ainda mais hospitaleiro, e quem bebe da água de Apodi tende a não sair jamais, encantado pelo luar, pela lagoa e pelo calor silencioso da nossa gente.

Um adágio popular diz: ‘A mulher enganou até o diabo.’ Um provérbio ultramoderno que eu criei diz: ‘Foto de rede social engana todo mundo, inclusive o Satanás!

Gênese do verso

Eu pensei em me calar,
procurei me segurar,
mas a vida logo me deu
o dom de improvisar.

Vou tentar não misturar
emoção com a razão,
pois se isso for tentado
tudo vira confusão.

É capaz de desandar
quem quiser se aventurar;
pois o que vou aqui falar
pode servir pra rimar.

O que for para ser dito,
que se fale sem frear;
que seja logo entoado,
rimado e improvisado.

Quando o mote apressar,
não corra, vai ficar feio;
procure ser mais matreiro,
não se faça de arengueiro.

O que aqui já narrei,
foi deixado no caminho;
sempre quis andar certinho
com a fé como vizinho.

Prometo sempre guardar,
esse dom que já citei;
eu me atrevo em cravar,
poeta nunca serei.

Na arte sempre há lugar
pra quem verseja com zelo;
por isso guarde com esmero
esse verso verdadeiro.

"Se eu diminuo o meu "eu" para dar espaço ao "outro", minha própria dor para de gritar."

"Eu perdi as contas de quantas vezes já morri hoje."

Se eu pudesse lhe dar um conselho realmente importante sobre o cristianismo, seria este: não transforme sua conversão em uma mudança de ambiente; transforme-a em uma mudança de coração.


Porque muitas pessoas entram na igreja, mas não permitem que Cristo entre nelas. Mudam a roupa, mudam as palavras, mudam os lugares que frequentam, mas continuam carregando a mesma pessoa por dentro.


E existe uma diferença enorme entre converter-se a Cristo e converter-se à religiosidade.


Porque quem era fofoqueiro e apenas se converteu à religiosidade torna-se um religioso fofoqueiro.


Quem era mentiroso torna-se um religioso mentiroso.


Quem era ansioso torna-se um religioso ansioso.


Quem era orgulhoso torna-se um religioso orgulhoso.


Quem era impaciente torna-se um religioso impaciente.


Quem vivia preso em traumas, ressentimentos e desejos de vingança apenas aprende a esconder tudo isso atrás de palavras espirituais.


Mas Cristo não veio para ensinar pessoas a esconderem feridas; Ele veio para curá-las.


E aqui está algo que muitos precisam ouvir: sua maior prova de cristianismo não acontece na igreja. Ela acontece dentro de você.


A maneira como você trata seu cônjuge fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você responde seus filhos fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você honra seu pai e sua mãe fala sobre seu cristianismo.


Porque é muito fácil levantar as mãos diante de Deus por alguns minutos. Difícil é abaixar o orgulho para pedir perdão. Difícil é responder com amor quando a vontade é responder com dureza. Difícil é permanecer paciente quando tudo dentro de você quer explodir.


O evangelho nunca foi sobre parecer santo. Sempre foi sobre ser transformado.


Não viva um cristianismo de domingo. Viva um cristianismo integral. Leve Cristo para a mesa da sua casa, para suas conversas, para seus relacionamentos, para os passeios com amigos, para seus pensamentos e para suas decisões.


E fica aqui um convite sincero: entregue-se de verdade.


Entregue a ansiedade.


Entregue o orgulho.


Entregue as dores.


Entregue os traumas.


Entregue a necessidade de vencer discussões.


Entregue aquilo que ninguém vê.


Porque quando Cristo governa uma vida, a verdade entra. E a verdade rompe cadeias emocionais, cura relacionamentos, restaura propósitos e devolve sentido à missão da vida.


E existe uma gratidão profunda em ser alguém usado por Deus para carregar essa verdade. Porque a verdade de Cristo atravessa qualquer cenário: emocional, psicológico, familiar ou espiritual.


No fim, talvez a pergunta mais importante não seja: “Quantos anos eu tive de igreja?”


Talvez seja:


“Quanto de Cristo as pessoas encontraram em mim?”

Você fala como se eu fosse a pessoa que passa por aí compartilhando suas dores com todo mundo. Como se eu fosse alguém que para para ouvir histórias e depois as leva adiante. E talvez, se em algum momento eu realmente parei para ouvir alguém, eu nem tenha percebido. Se isso te machucou, me perdoa.


Às vezes eu me pergunto se existe algo de errado em mim. Talvez eu seja mais difícil de entender do que imagino. Talvez eu carregue coisas que nem eu mesmo consegui nomear ainda. Há dias em que me sinto um estranho para mim mesmo, como alguém que ainda não se encontrou por completo.


Ninguém imagina o que vivi. E, sinceramente, nem quero que imaginem. Não desejo a ninguém o peso de certas memórias, a dor de algumas palavras que ouvi, a sensação de algumas ausências que senti ou as cenas que fui obrigado a testemunhar. Existem marcas que não aparecem na pele, mas acompanham cada passo que damos.


Mesmo assim, eu continuo acreditando que um dia tudo fará sentido. Talvez não da forma que esperamos, talvez não no tempo que desejamos, mas fará.


E quando esse dia chegar, quem entendeu e quem não entendeu, quem ficou e quem partiu, quem julgou e quem acolheu, todos estarão ligados por algo maior. Como os dois lados de um laço em um calçado: diferentes, mas necessários para formar um único nó perfeito.


Obrigado por existir.


Em meio a tantas coisas que não consigo explicar, essa é uma das poucas certezas que tenho.


Eu só quero ser um homem bom para mim mesmo, ser um homem exemplar e servir de alguma forma todas as pessoas que eu encontrar pelo caminho até eu chegar lá!


Amo-te.

"Quando um homem cansa de ser julgado."


Por: Vanderson Xispiu.


E eu sei o que ele sentiu.


Eu sei o que passa na cabeça de um homem quando ele busca nos prazeres uma forma de se sentir mais homem, sem perceber que aquilo que procura não está ali.


Muita gente olha para esses momentos e vê apenas os erros. Eu vejo alguém investigando a própria vida. Tentando entender quem é, o que sente e onde realmente pertence.


Porque existe uma grande diferença entre quem vive por viver e quem está tentando encontrar sentido.


E quando ele encontrou alguém que acreditava valer a pena, ele foi verdadeiro.


Pela primeira vez, talvez tenha baixado a guarda.


Pela primeira vez, talvez tenha dito a si mesmo: "Agora vou ser eu, sem máscaras."


Mas então veio a acusação.


Mentiroso.


E aquela palavra bateu mais forte do que qualquer discussão.


Porque não existe nada mais doloroso do que ser acusado de falsidade justamente no momento em que você está sendo mais verdadeiro do que nunca.


Eu consigo imaginar ele parando por alguns segundos e pensando:


"Como assim? Eu estou inteiro nessa história. Estou me entregando de verdade. Estou escolhendo essa mulher todos os dias. E mesmo assim ela acha que estou mentindo."


Existem acusações que não machucam pelo que dizem.


Machucam porque atingem exatamente aquilo que estamos tentando reconstruir.


E ele estava reconstruindo muita coisa.


Enquanto muitos enxergavam apenas suas falhas, ninguém via as renúncias.


Ninguém via que ele comprava o melhor para quem amava, mesmo quando ele próprio vivia com menos.


Ninguém via os conflitos silenciosos entre aquilo que desejava para si e aquilo que precisava fazer pelos outros.


Ninguém vê a luta interna de quem tenta ser melhor enquanto ainda carrega as marcas de quem já foi.


E sobre a mãe dos filhos dele...


Talvez ela também seja fruto das próprias ausências.


Talvez ninguém tenha ensinado a ela algumas coisas essenciais sobre responsabilidade, maturidade ou amor.


Porque a verdade é que existem pessoas que erram por maldade.


Mas existem muitas outras que erram por não terem aprendido.


Eu conheço mulheres fortes.


Mulheres que sustentam a casa, resolvem problemas, organizam a vida e seguem em frente quando tudo parece desabar.


E eu as admiro profundamente.


Mas também percebo algo.


Algumas delas se tornaram tão fortes para sobreviver que, em algum ponto do caminho, perderam contato com a própria capacidade de amar.


Como soldados que voltam da guerra sabendo lutar, mas esquecendo como descansar.


E isso também é uma dor.


Talvez uma das maiores.


Porque a vida me ensinou uma coisa:


Conheço a dor de quem trai.


Conheço a dor de quem é traído.


Conheço a dor de quem parte.


Conheço a dor de quem fica.


Conheço a luta de quem tenta melhorar todos os dias.


E também conheço a tristeza de quem desistiu de crescer e passou a culpar o mundo inteiro pelos próprios fracassos.


Por isso aprendi a julgar menos.


A vida é mais complexa do que as histórias que contamos sobre os outros.


Todo mundo está travando batalhas invisíveis.


Todo mundo está tentando sobreviver a algo.


E, no final das contas, existe uma verdade que o tempo sempre confirma:


Tudo passa.


Passam as mágoas.


Passam os julgamentos.


Passam os erros.


Passam os amores que não ficaram.


Passam até as dores que jurávamos que nunca iriam embora.


O que permanece é aquilo que aprendemos enquanto tudo estava passando.


E talvez seja justamente isso que transforma um homem comum em um homem de verdade.

Hoje eu entendi algo que nunca havia sentido com tanta clareza.


Há uma dor silenciosa em estender a mão e vê-la permanecer vazia. Há um sentimento difícil de explicar quando o coração deseja ajudar, quando os olhos enxergam uma necessidade, quando a alma se dispõe a caminhar junto, mas a ajuda é recusada.


Não por falta de amor.
Não por falta de disposição.
Não por falta de cuidado.


Simplesmente porque o outro não quer.


E foi nesse momento que percebi uma verdade que, até então, eu apenas conhecia na teoria: o verdadeiro poder da mudança não está nas mãos de quem oferece ajuda, mas nas mãos de quem decide recebê-la.


Podemos aconselhar, insistir, orar, chorar e até carregar no peito a preocupação por alguém. Podemos estar dispostos a fazer tudo. Mas existe uma porta que ninguém pode abrir por outra pessoa.


A porta da decisão.


Hoje senti o peso dessa realidade dentro de mim. Senti a impotência de querer fazer algo e descobrir que nem todo amor é suficiente para mudar alguém. Porque existem batalhas que só começam a ser vencidas quando a própria pessoa decide lutar.


Talvez uma das maiores provas de amor seja justamente entender isso: continuar se importando sem controlar, continuar disponível sem forçar, continuar presente sem invadir.


Porque ajudar é um ato de amor.


Mas aceitar ajuda também é um ato de amor.


Que na maioria das vezes é confundido com escolha apenas.

No final das contas, o seu maior superpoder é a presença. Dizer algo como: "Cara, eu não sei o que te dizer, mas eu tô aqui com você pro que der e vier".