Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite
Paz não se negocia. Se a sua intenção for construir diálogo, eu escuto; se for para criar discórdia, a conversa termina aqui.
Dizer "eu vivo na realidade" enquanto se recusa a aprender as ferramentas para interpretá-la é o equivalente a navegar em alto-mar sem bússola e jurar que o oceano não tem correntes.
Meu pai morreu quando eu tinha 4 anos que deus guarde ele com muito amor.
O brigado deus mais um ano de vida mesmo tendo uma vida difícil eu finalmente estou,depois dos 16 anos chego
chegou o meu aniversario
ficando velha chegou, os 17 anos gloria adeus eu, amo o pai la de cima.
HOJE, SENTI DE NÃO IR ONDE DEVERIA IR. DEUS, TEM UM PROPÓSITO MAIOR PARA MIM, EU CREIO NO MILAGRE DIVINO!!
SALMOS 155: DE ARÃO MARCELINO.
1 Senhor, eu clamei a ti; ouve-me.
2 Levantei as minhas mãos para o teu santo templo; inclina os teus ouvidos para mim.
3 Atende ao meu pedido, não rejeites a minha súplica.
4 Não te afastaste de mim, nem abandonaste a minha alma.
5 Chegue o meu grito à tua presença, Senhor, quando estou angustiado.
6 Tu me respondeste quando clamei para me livrares da cova.
7 Quando me cercaram com calúnias, não me abandonaste diante deles.
8 Pois me acusaram falsamente, e nenhum juiz me defendeu com a verdade.
9 Tu julgaste com justiça e não me entregaste nas mãos dos meus inimigos.
10 Não permitiste que os que me odeiam zombassem de mim.
11 Louvei o teu nome no meio dos que te temem.
12 Tu és o meu refúgio, o meu socorro e a minha fortaleza, ó Senhor.
13 Livraste a minha alma da morte e os meus pés da queda.
14 Das cadeias e das prisões tu me libertaste, Senhor.
15 Agora eu te louvarei e bendirei o teu nome para sempre.
Perca o medo, a preguiça, e corra o risco de ler e repensar
Demétrio Sena - Magé
Eu não quero que todo mundo se lasque porque já estou resolvido, já vivi o que tinha que viver e fiz o que me deu "na telha". Nem ligaria meu "que se dane", por despeito e vingança contra o mundo, se também estivesse "todo lascado". Meu voto no Lula para presidente segue o que penso e sinto: pelas minhas filhas, meus sobrinhos, os netos de meus irmãos, meus alunos... nossos herdeiros de um país que há poucas décadas era uma ditadura militar. Um país cujo governo fazia o que bem entendesse; cujo povo só tinha que obedecer e calar, sem direito a opinião, pensamento crítico, educação, cultura e direitos trabalhistas.
Na gestão passada, quase afundamos em uma nova ditadura. O governo atroz, repugnante, corrupto e truculento que antecedeu Lula preparou o terreno em seus quatro anos puro desmando, para um golpe que por bem pouco não deu certo. Se tivesse dado, estaríamos hoje como na ditadura militar. O pior de tudo é que ele contava - e ainda conta! - com um rebanho de fanáticos dispostos a sofrer qualquer chibata pelo mito agora preso, sua família e seu grupo. Esses eleitores do mal, que na verdade são bois castrados metidos a touros - e "touras" - brabos de uma elite à qual não pertencem, mas pensam que sim.Viram - e muitas vezes sofreram - todas as desgraças daquele governo, mas permaneceram fiéis; lunáticos; dominados por discursos nacionalistas, pregações, orientações e ordens religiosas sobre um prodigioso reino além como recompensa. Reino além para os pobres, mas um reino prodigioso, farto, aqui mesmo, para seus ícones políticos e líderes religiosos sedentos de poder.
Tenho vida modesta, poucos bens, poucos anos de vida pela frente, mas estou bem resolvido. Entretanto, quero deixar para esta geração e para gerações futuras, um país democrático; de todos. No qual o trabalhador não perca, e sim, ganhe cada vez mais direitos. Um país onde o mais pobre seja visto e tenha oportunidades, obtendo auxílio enquanto as oportunidades não chegam. País em que as mulheres tenham respeito e paridade; crianças e jovens humildes tenham acesso fácil à educação, à cultura de qualidade, ao trabalho compensador no salário e com cargas horárias perfeitamente humanas. Em que o idoso não seja menosprezado e o portador de deficiência seja incluído na sociedade como um todo, sem sofrer nenhuma forma de bullyng, sendo chamado, por exemplo, de "nove dedos".
Lula não é perfeito, é passível de atos falhos e de falas que podem ser distorcidas com facilidade... comete seus erros, mas é um presidente humano; preocupado com os menos favorecidos; os invisíveis sociais; com a pressa que a fome tem, de providências imediatas. É preocupado com a fomentação das artes, dos talentos escondidos e o respeito a todas as crenças, as não crenças, todos os gêneros e classes sociais e cidadãos de todas as idades. O melhor de tudo, é um governo que sabe trabalhar e fazer prodígios com um congresso inimigo não apenas dele, mas também inimigo do povo. Imagine o Lula reeleito, com um congresso do bem a seu favor; não apenas das elites.
Precisamos reeleger Lula, 13, presidente do Brasil. Precisamos eleger (e reeleger) deputados, senadores e governos estaduais da esquerda, para junto com Lula darem seguimento ao projeto revolucionário de um país de todos; para todos. Onde cada pessoa, por mais simples que seja, é um cidadão/cidadã com direito a vez, voz, opinião própria e pensamento crítico. Crítico; não destemperado e truculento; não atiçado por donos de seus pensamentos, sentimentos, passos, crenças, ideologias. Não custa nada repetir, para que você reflita livremente, sem pressão, no que acaba de ler. Lula 13.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
CASA DA ALMA
Às vezes a vida me pergunta em silêncio:
“Você se sente viva?”
E eu respondo com o peito apertado:
“Quero sentir, não só existir.”
Quero pertencer a este mundo
como a raiz pertence à terra,
como o rio sabe que o mar o espera.
Não me bastam palavras soltas no ar.
Quero o amor que se sente na alma,
que aquece sem precisar explicar.
Quero amar profundamente,
mas também ser amada na mesma medida,
como duas marés que se encontram
e não sabem mais onde uma termina
e a outra começa.
Quero alguém que me faça sentir saudade
quando o silêncio ocupar o espaço do seu nome.
Alguém que seja minha casa,
não de tijolos, mas de presença,
onde eu sempre queira voltar.
Quero ter alguém para admirar em silêncio,
alguém que não seja só “meu amor” na boca,
mas “meu abrigo” no peito.
Não sei se existe outro ser humano
que sinta essa mesma necessidade.
Mas sei que, enquanto espero,
continuo inteira em meu desejo,
porque quem sente tão fundo
já carrega, em si,
a prova de que o amor é possível.
Você disse que eu estava louca por pensar nisso. Se não tem confiança, não tem nada. Você me falou isso lembra? Era mentira, era tudo mentira. Eu não fiz nada, além de idolatra você. Apoia você. Amar você. E olha, olha o que você fez comigo. O que eu fiz. Você investigou meu passado, dissecou minha vida, me fez parecer um monstro, alguém que machucaria pessoas, que faria coisas terríveis. Mas quem é o monstro aqui?
#YOU
O QUE APRENDI A SENTIR
Passei a vida inteira tentando sentir
o amor que eu via, mas não alcançava.
Minha mãe cuidava, e eu via o cuidado,
mas algo em mim não se aquecia.
Cresci me perguntando:
“Será que o amor existe
ou é só uma palavra bonita
que as pessoas dizem pra se sentir melhores?”
Na vida adulta, vieram alguns “eu te amo”,
vieram mãos dadas, promessas, planos.
Mas na primeira dificuldade,
o silêncio ocupava o lugar deles.
E eu aprendi.
Aprendi a amar sem me entregar inteira,
a cuidar sem criar raízes,
a ficar presente…
mas deixando uma parte de mim
sempre de mala pronta.
Com amigos, com filhos, com qualquer um:
eu amo, eu faço, eu estou.
Mas quando me distancio,
o peito não dói,
o nome não ecoa,
a saudade não vem.
Às vezes penso que sou fria.
Outras, que sou quebrada.
Mas talvez eu só tenha aprendido cedo
que sentir demais dói,
e que não sentir nada
é um jeito de sobreviver.
Hoje, olho para trás
e não me culpo mais.
Fiz o que dava com o que tinha.
E se agora eu escrevo sobre isso,
é porque uma parte de mim
ainda acredita
que é possível, um dia,
sentir o amor
e não só vê-lo passar.
Muitos pensaram que eu era forte porque permaneci de pé. O que não viram foi quantas vezes me senti sem direção, quantas batalhas enfrentei por dentro e como foi Deus quem segurou os pedaços de mim quando eu já não conseguia me sustentar.
Antes eu sentia a dor sem saber de onde vinha.
Hoje eu a reconheço, dou nome, estabeleço limites e escolho como atravessá-la.
Nem toda dor quer palco.
Algumas só querem consciência.
Quando eu dei nome ao que doía,
a dor diminuiu
e eu cresci.
🌙🌱
Carta à Hora Zero
Eu queria voltar
não para mudar o mundo,
mas para silenciar o relógio
antes do primeiro “agora”.
Às 00h00 de um janeiro antigo,
o tempo piscou
e eu já estava aqui
presa dentro de um corpo
que sente demais para este chão.
Não cheguei em casa.
Caí em território desconhecido,
com uma memória vaga
de algo que parecia
mais verdadeiro do que isto.
Nasci sem mapa,
com nervos de vidro
e uma saudade
que não cabe em palavras.
Enquanto outros aprendiam
as regras do jogo,
eu procurava
a porta de saída
do labirinto.
Carreguei dias
como quem carrega pedras no peito
e ainda me pediam
que eu chamasse isso de vida.
Hoje os parabéns
chovem sobre mim
como pétalas sobre um velório:
belos para quem olha,
dolorosos para quem ficou.
Não é sobre morrer.
Eu só não reconheço
este lugar
como o meu.
Se eu pudesse falar com o Criador,
não pediria o fim,
só uma explicação:
“De onde eu vim
que nada aqui me parece lar?”
Mesmo cansada,
continuo respirando,
não como escolha,
mas como quem ainda
não recebeu permissão para partir.
Talvez eu seja isso:
uma alma em exílio,
olhando o mundo
como quem olha pela janela
de um trem que nunca escolheu pegar.
Amizades que Sabem Ficar
Eu sou feita de profundidade.
Quem me ama aprende a nadar,
quem me teme fica na margem
e me chama de silêncio.
Minhas amizades não me prendem ,
criam raízes.
Algumas vivem sob a terra,
outras sustentam o tronco dos dias,
há galhos que seguem outros sóis
sem nunca romper a origem.
Também acolho folhas.
Elas chegam leves,
embelezam a estação,
partem quando o vento pede.
E está tudo bem.
Nada que foi verdadeiro se perde.
Sou oceano em estado de gente.
Não grito minha maré,
não imploro mergulhos.
Permaneço.
Aprendi cedo
que amar não é disputar espaço,
é reconhecer profundidade.
Que vínculo não se mede pela presença constante,
mas pela lealdade silenciosa
de quem nunca tentou me apagar.
Quando sinto desalinho,
recolho a voz.
Meu silêncio lê.
Meu coração decide.
Quem é raiz volta.
Quem é fruto permanece.
Quem é superfície segue ,
sem mágoa, sem ferida.
E sigo assim:
inteira, líquida, verdadeira.
Com poucas mãos nas minhas,
mas todas capazes de sustentar
o peso bonito de quem eu sou.
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