Eu sou uma Pessoa Timida

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Todo o meu tempo sacralizado, eu acordo ao amanhecer com o coração alado pela oportunidade de mais um dia de amor. No meio do caminho, olho o quanto eu já amei. Caminho para a minha casa grata e adormeço, dormindo o sono dos justos. Porque cumpri o meu dia, fiz aquilo que me correspondia, amei. Portanto, tive um dia digno de um ser humano.


Quem vir o rastro da minha vida vai dizer: aqui passou um ser humano. Eu amei.


E depois, quando chegar diante da morte, quem vir o rastro da minha vida vai dizer: eu espalhei amor por onde passei. Busquei a unidade. Busquei o coração de todas as coisas.


Por quê? Porque eu tinha capacidade de encontrar o meu próprio coração e, por paralelismo, fui capaz também de encontrar o coração de todas as coisas.

Hoje você escreveria algo com verdade… simples, mas que toca:


“Hoje eu não quero provar nada pra ninguém…
só quero viver em paz com aquilo que Deus colocou dentro de mim.


Nem todo mundo vai entender o meu jeito,
nem todo mundo vai sentir o que eu sinto…
e tudo bem.


Porque quando o coração está alinhado com Deus,
a gente aprende que não precisa de aprovação,
precisa de direção.


E eu sigo…
com fé, com calma,
e com um coração que ainda acredita no amor,
mesmo depois de tudo.


Porque no fim, não é sobre ser forte o tempo todo…
é sobre nunca deixar de confiar.”

Um Novo Dia Raiou.


⁠Um novo de raiou
E eu pude contemplar,
as maravilhas de Deus;
ao ver o dia raiar.

Outros não puderam,
ver o dia amanhecer;
porque partiram desse mundo,
e não nada mais, irão ver.

Sou grato a Deus por tudo,
mesmo sem merecer; hoje estou aqui,
Senhor; para te engradecer.

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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA –
TONNY SOUZZA.

Um Novo Dia Raiou.

Um novo dia raiou,
E eu pude contemplar.
As maravilhas de Deus,
ao ver o dia raiar.

Muitos não puderam ver,
o dia amanhecer.
Porque partiram desse mundo e
outros não podem enxergar.

Sou grato a Deus por tudo:
Mesmo sem merecer.
Hoje estou aqui Senhor, para te engradecer.
Pela cura do câncer, pela queda; quando
da escada fui lançado.
Os teus anjos me protegeram; e não fiquei aleijado.


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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA

“Respirar pesa,
como se o ar tivesse memória.
E ainda assim eu fico,
carregando um silêncio
que só quer… paz.”

​Durante muito tempo em minha vida,
eu fui grito,
mas aprendi a usar o não dito,
o não falar,
o não precisar gritar.
​Eu aprendi que não dizer
fala bem mais
que uma, duas, três palavras e meia, ditas ou escritas.
​O silêncio é a extensão da fala,
e não perde nada quem também cala.
​Nildinha Freitas

Eu amo Parintins


Eu amo Parintins
Isso não posso negar
Esse amor é infinito
E não dá pra explicar.


Tuas várzeas tem mais vida,
Tuas florestas tem flores,
Parintins, terra querida
Tuas festas tem mais cores.


Minha estrela fascinante
No meu céu a mais brilhante
Sempre vem me iluminar.


Eu te dou meu coração
O símbolo da minha paixão
Que não pára de pulsar.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

O que são palavras e títulos?


Se eu te convidasse para entrar em minha nave e te levasse para um novo planeta que atendesse a todas tuas necessidades existências e essenciais. Preferirias ainda assim seguir a cultura medieval de outro planeta?


Evoluir dói. Mudar processos incomodam pessoas acomodadas, evoluir processos mais ainda. Para pessoas muito rigidez pode ser quase insuportável.


Mas formas mais eficientes de promover uma realidade justa precisam de mudança.


Comportamentos de 1929 já se comprovarsm ineficientes.


O sistema precisa cuidar da experiência humana do onboarding ao offboard.


O trabalho humano já entregou o suficiente para que o essencial seja facilmente produzido e entregue na sua mesa. O acúmulo de riqueza justifica a mão de obra remanescente da adaptação de tecnologias e justa recompensa pela feitoria delas.


O humano não precisa que assinem um papel falando que ele pode construir uma casa com o próprio esforço deles. É uma grande oportunidade de processo para enriquecimento da cultura brasileira e patrimônio humano.


Vamos ampliar as cidades.
Casa para todos!

ADRENALINA


Eu necessito sentir o vento no rosto,
Enxergar nos lados o oposto,
Alterar o cotidiano.
Eu preciso olhar ângulos diferentes
Da mesma rotina da gente
Que a gente passa e não observa nada,
Só o caminho singelo e turvo.
Eu gosto de criar expectativas,
De fugir da monotonia.
De lidar com a correria
E esperar nada mais nada menos
Que qualquer imprevisto reacional.
Eu prefiro agir, mas reagir é bom também.
A mente se assusta,
O coração pulsa e acelera.
Até palpita, a pálpebra se agita,
Os pelos se arrepiam
E o corpo amolece. É fenomenal.
Eu gosto do risco
No papel e na vida;
Gosto das sensações repentinas
Que dão medo e não fazem mal.
Disseram-me uma vez:
Aquele que tudo sabe,
Na verdade, não sabe nada.
Deleito-me em sua fala
E o pouco que sei
Me encantam as coisas do mundo.
Não terei tempo para toda experimentação.
Tenho que ser ligeiro.
Eu gosto do incerto, de certo pensar
Em que não uso a razão.
Eu prefiro a emoção instável
Da minha mente inabalável
Que pode até sofrer,
Mas sabe que se segue de qualquer jeito,
Que não importa o efeito,
Tudo causa reação.
Eu gosto da adrenalina.
Talvez esteja na minha sina
Esse desejo louco de querer sentir
Sempre qualquer emoção.

AGITAÇÃO


Calmaria insana que me enche a mente
De coisas eloquentes que eu não quero pensar.
Agitação é o que eu desejo.
Se parado, fico preso
Com o tempo ocioso que não para de passar
E de nada me adianta ter tempo e não esperança,
Ser adulto e não ser criança,
Ter dinheiro e não brincar.
De nada me adianta ter sonhos e não vontade,
Trabalhar só por necessidade.
De qualquer jeito eu vou cansar.
Que eu me canse sendo eu;
Que eu leve a vida me arriscando;
Que mesmo perdendo e chorando
Eu consiga me recuperar.
Não largo a vida por promessas.
Quem vive de verdade tem pressa
E luta para ser feliz
Porque, no fundo, essa é a meta.
O resto a gente inventa;
Se der certo, se contenta
E se reinventa, caso errar.
Mas eu gosto mesmo é da agitação
Que completa meu coração
E me dá um sentido de existir.
Seguir, seguir e seguir

Filho do Norte


Vou navegar na história
Nas águas do rio Amazonas
Esse lugar que eu amo
Nação de bravos guerreiros
Povos nativos, povo brasileiro.


Apurinã, Atroari, Tupinambá,
Parintintin, Mundurukú, Kaxinawá,
Kanamari, Baré, Sateré-Mawé.


Minha terra ancestral
Teus filhos viviam dessa natureza
Os rios e as matas eram sua riqueza
Teu canto de lendas te eternizou
A tua lembrança, meu sonho de amor.


O tempo revela a tua herança
A cultura cabocla eu vou preservar
Eu vivo da mata, eu sou farinheiro,
Eu sou ribeirinho, eu sou pescador,
Caboclo guerreiro, eu sou vencedor.


Sou amazonense,
O meu sangue é tupi
O meu canto é mais forte
Eu sou filho do norte,
Meu lugar é aqui.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

⁠Faço escolhas certas e erradas.
Talvez eu distorça o trajeto,
Talvez aumente ou encurte a jornada.
O que importa é a vida.
E como ela é levada!

A CRIANÇA QUE HABITA EM NÓS - SENSAÇÕES
(Peça para alguém ler para você)
Hoje aqui eu convido você
A viajar comigo nesta história.
Esvazie a sua mente
Feche os olhos e apenas ouça
Minha voz suavemente.
Pronto, voltaste a ser criança.
Aproveite, não há mais ninguém em volta
Só você e sua velha infância
Ali no cantinho, veja!
Quanto brinquedo empilhado.
Há um que você gosta mais.
Dá pra ver.
Vá pegá-lo!
Uau! que bela recordação!
Há quanto tempo você não brincava?
Não recordavam-lhe as boas lembranças?
Sensações de criança
Que se foram e não voltam mais.
Aproveite, ainda estamos aqui.
Quanta inocência e rebeldia!
Você foi travesso um dia.
Quanta calmaria
E ansiedade para brincar
Como se o tempo fosse só seu
E o mundo girasse ao seu redor
Como se não houvesse problemas
E a dor fosse uma só,
A de ralar o joelho,
De arrancar o tampão do dedão,
De bater a cabeça ou levar um escorregão,
Mas não importa.
Tudo passava, você chorava,
Se encantava de novo e ia...
Quanta alegria!
Eu acho que toda infância nos remete a um pé de manga,
A um grupinho de amigos doidos,
A um clubinho, algumas construções vazias
Que serviam de labirinto para brincar de polícia e ladrão,
A uma cozinha pequena, porém limpinha,
A vó gritando e fazendo o almoço,
“Come tudo menino: - ‘tô’ de olho.”
O banho de chuva gelada, na lama ou na calçada,
As brigas com os irmãos,
A bola na casa da vizinha chata,
À noite, a mãe esperando você, com a varinha na mão...
Tudo era maravilhoso e tão simples.
Hoje como a gente aguenta?
Quantas virtudes eu tinha, quão sortudo era eu.
Desculpem-me quem não viveu assim,
Mas, pra mim, foi assim que se valeu.
Que saudade imensa de ver girassóis.
Hoje eu não vejo mais, é como se tivessem sumido,
É como se tivéssemos escondidos
Como a criança que habita em nós.

A DOR QUE EU CRIAVA


Por onde olho, vejo o mundo
No espelho refletindo minh’alma
E descrevo sem cortejos:
O que o íntimo do meu ser esbravejava
Era um buraco escuro.
Um palmo de distância separava
Meu corpo do paredão aceso
Que em fogo chamejava.
O que me deixava confuso
Era a incoerência de como ocorria,
Pois, se escuro estava,
Meus olhos não viam,
Mas meu corpo na dor sentia
E sofria a dor que era só minha,
A dor que eu mesmo criava.
Pena que a gente não escolhe
Com quem iremos conviver.
Ainda bem que o mundo é livre,
Junta pessoas para aprender
A dividir o tempo todo
E relacionar-se mesmo sem vontade
Pois, além da nossa compreensão,
Existe um ser divindade.

Sindy Ellen não pode ser decifrada.
Ela existe para ser amada!
É isso que eu faço não importa quando, onde ou como ela esteja.

O sabor da vida sempre depende de quem a tempera.
Eu jamais quero te perder de vista, jamais quero viver a minha vida sem você por perto, pois desde que te conheci, a minha vida ganhou mais sentido. Você me deixa louco, você me tira do sério, você me impressiona, me faz rir e sorrir como ninguém nunca fez e você me faz acreditar que a vida tem sentido! Você me deu sentido para viver! Não economizar temperos, prá Vida dar sabor!

Sofri um golpe que partiu algo dentro de mim que eu nem sabia que podia se quebrar. A maior decepção da minha vida, vinda justamente da pessoa que eu jurava ser incapaz de ferir, da última de quem eu esperaria uma facada. Foi o tipo de dor que não atravessa… rasga...esmaga.

Esse dia marcou o fim de uma inocência, de uma confiança que eu jamais recuperarei do mesmo jeito. Ali, naquele instante, eu descobri que até o “impossível” pode acontecer, que até o “nunca” pode ruir, que o mundo vira ao avesso quando a facada vem de mãos que antes me acolhiam.

E mesmo assim, aqui estou.
Carregado de cicatrizes, sim, mas de pé.
Não por ter superado tudo… mas por ter aprendido a sobreviver dentro da própria tempestade.

Hoje eu olho para trás e não sinto só dor. Sinto fúria, sinto força, sinto a certeza de que aquilo que tentou me destruir acabou me transformando. Aquele foi o dia em que algo em mim morreu, mas também foi o dia em que outra versão minha começou a nascer, mais consciente, mais dura, mais forte, mais fria, realista e difícil de derrubar.

— Não é justo com você — disse Magnus. — Eu sempre disse a mim mesmo que ia me abrir a novas experiências, então quando comecei a... a endurecer... fiquei surpreso. Achei que tivesse feito tudo certo, que não tivesse fechado o coração. E aí pensei no que você falou, e percebi que estava começando a morrer por dentro. Se jamais conta a ninguém a verdade sobre si, em algum momento começa a esquecê-la. O amor, a dor, a alegria, o desespero, as coisas boas que fiz, as vergonhosas... se eu guardasse todas para mim, minhas lembranças começariam a desaparecer. E eu desapareceria.

Eu tinha 15 anos, e o mundo parecia ser um lugar lindo e bom.

Daisy Jones and The Six
1ª temporada, episódio 1.

Colocarei o Teu nome nas mais altas prateleiras, por simples facto de Tu ser o Senhor e Eu o menor.