Eu sou uma Pessoa Timida
'' Essa escrita é para eu ter mais uma desculpa pra lembrar de você .
Para que também , eu possa ler minha saudade e logo após senti-la . ''
Eu tinha uma professora anônima, a Vida, e ela ficou escondida por muito tempo. Até que um dia começou a aparecer com frequência, e a trazer de suas lições, suas atividades, suas provas. Em uma dessas aulas, ela me trouxe você, e me ensinou a não mais conjugar verbos no singular; tudo em primeira pessoa do plural. Agora, já são anos, e em tudo, somos nós. Você é a alegria da casa, você é o barulho que não pode faltar, você é o amor que temos, e a felicidade que mora aqui. Feliz aniversário. Que o amor lhe seja um companheiro constante; que tua felicidade seja longeva, e o riso esteja sempre disponível ao teu rosto. Que em toda a poesia de tua vida, haja versos que tragam o amor, e todas as belezas que são frutos da vida. Amo você, do mesmo jeito que amo a mim.
Hoje eu falei com um anjo!!!
Mas o que define um anjo???
Anjo é apenas uma forma de se expressar, trata de um ser humano como qualquer um de nós, porém só na aparência.
Estávamos seguindo por uma mesma direção, comentei de quão belo se fazia e num abraço tão meigo, senti a grandezade tanta pureza.
Um curto caminhar físico e horas para refletir num estado quase entorpecente elevaram meus pensamentos à força divina e ao perceber já estava em uma oração.
Proteja-os e cerque-me,
anjos tão puro coração, tão puro de amor!
Disseram que eu não conseguiria.
Juntei tudo com uma pitada de
foco, objetivo e resiliência,
estou a acontecer!
Tudo que disseram,
só são meras desculpas
para tentar derrubar,
não os gênios,
mas aquele que
nunca aceitou ficar caído e
ressignifica
a si próprio,
todos os minutos!
Quando disseram que eu não conseguiria.
Juntando tudo isso, com uma pitada de foco e objetivos, estou a acontecer sempre!
Tudo que disseram só são meras desculpas para tentar derrubar, não os gênios, mas aquele que nunca aceitou ficar caído, ressignifica a si próprio com destreza, todos os minutos!
Período de chuvas em Paris.
Eu lendo alguns comentários aqui. Não sei se compro uma bicicleta ou vou para Paris.
Nem tentem diminuir, é puro charme até nas adversidades!
Decidi. Vou de bicicleta para Paris!
50 TONS DE REALIDADE
Linda, deixa eu te contar uma coisa: Christian Grey é mulher.
Eu sei, é chocante e difícil de aceitar, mas achei que tinha que te contar isso. O nome dele na verdade é Erika e ela tem 49 anos.
Nada contra você querer acreditar que ele exista, fique a vontade. Mas temo que você irá gastar muito tempo procurando por ele, provavelmente a vida toda.
Enquanto isso passarão alguns Gustavos, Pedros, Antônios, Lucas, Brunos, Márcios, Tiagos, Leonardos, Carlos e tantos outros na sua frente, imperfeitos, de classe média, sem olhos azuis e que não te mandam bilhetinhos provocantes no decorrer do dia. E o problema é que você pode não reparar em nenhum deles, os reais, porque estará ocupada demais com os olhos no Christian Grey.
Por favor, entenda, até porque você é inteligente. Não estou querendo dar uma de "estraga prazeres".
Leia, curta, entre na história, sinta, chore, sorria, se delicie, imagine, viaje...ler é uma delícia!
Mas por favor, depois de fechar o livro, vá viver a SUA VIDA. A real. E não se esqueça que aquilo tudo é inventado.
Não deixe que a fantasia se transforme em expectativas.
Existe uma grande distância entre nós
Distância que desaparece quando eu fecho os olhos
e imagino você do meu lado.
É algo espontâneo, escrevendo coisas lindas para ti enquanto ouço música,
fonte de inspiração, porque nada é tão liberto quanto o poder das nossas imaginações,
meu grande amor.
Sério.
Eu nada represento.
Não escrevo por elogios.
Há uma necessidade das palavras.
Há metáforas e suposições.
Não há compreensão perfeita.
Eu não me exponho, enfim.
Deixo palavras soltas.
E as idéias se vão.
Se montam e desmontam
De formas diferentes
Ou vão-se com o vento
Das individualidades.
É como um escape
De intensões e tensões.
É a liberdade de brincar
E não ferir.
E as segundas e terceiras intenções
São privilégios de quem também quer brincar
Sem amadurecer o bastante
Para interromper o ciclo.
Pisca e vê, e nada sente.
Vê e sente, porque pisca.
Eu esperei. Confesso que esperei. Lá no fundo, eu fiz orações, fiz uma prece, e tinha muitas esperanças e expectativas. De que você iria reaparecer um dia qualquer, do mesmo jeito ou melhor do que o dia em que você surgiu inesperadamente na minha vida. Eu tinha aquela esperança boba, aquela certeza incerta de que você enxergaria sei lá o que no fundo do seu coração, e que finalmente despertaria de um sono profundo e notaria o nosso relacionamento de uma forma diferente. Que você veria com todas as letras tudo o que faltou você fazer por nós enquanto eu estive do seu lado. Que uma luz surgisse na sua cabeça, e que a distância finalmente te chacoalharia os miolos, neurônios, e, principalmente, os sentimentos. E que a venda caísse e surgisse aquele amor puro e profundo, que eu sempre pensei que estivesse adormecido, encoberto, ou abafado dentro de você. Eu acreditei sim, que seria pra sempre, e que você me amaria até ficarmos velhinhos e esquecidos. Tipo “Diário de Uma Paixão.” Quem nunca fantasiou com esse filme tão maravilhosamente perfeito? Sim... eu raciocinei que o tempo te faria bem. Que seria uma fase de descobrimentos. Que um dia, tudo o que eu criei tanta expectativa iria finalmente acontecer. A vida juntos, a segurança, o casamento, a família, o companheirismo. Mas os dias foram passando. No começo me senti livre, depois me senti bem, depois me senti feliz. Mas, eu não tinha percebido que parte desta plenitude morava na esperança que eu tinha de que tudo ficaria bem. E melhor. Que um milagre iria acontecer. Que tudo seria como deveria ser. Como poderia ter sido. Diferente. Completo. Bom. Ótimo. Maravilhoso. Esplêndido. E os dias passaram. E tudo aconteceu de uma forma surpreendentemente igual. Mensagens vazias. Iniciativas em cima do muro. Correr atrás? Melhor dizer que você apenas correu os dedos pra digitar uns 2 e-mails. E algumas palavras no WhatsApp. E aí eu parei pra pensar. Pra definirmos que estávamos namorando, eu tive que tomar a iniciativa. Pra decidirmos noivar. E pra decidirmos terminar. Que diabos, então, eu estava esperando? Aliás, que mundo eu estava vivendo até ontem, quando finalmente me toquei de que não, não vai acontecer nada, a menos que eu mesma faça acontecer alguma coisa?
E aí, eu senti. Toda a realidade caindo sobre as minhas costas... tão dura quanto um pedaço de concreto de 200 kg. Tão áspera quanto um asfalto velho e cinzento. Tão difícil quanto um problema de cálculo 5. Tão dolorosa quanto bater o dedinho do pé na quina da mesinha da sala. É. Não vai dar. Dessa vez, não vai dar pra eu me auto-sabotar buscando amor no vazio que é você. Não vai dar pra eu transformar o seu ponto de interrogação em uma exclamação, apenas em um simples ponto final. É isso. É o fim das esperanças, das orações, das olhadas no celular pra ver se acontece algo. É o fim do fim, o fim da nossa vida, e o começo da minha, sem você. Sem carregar aquele sorriso besta de esperança de que você irá voltar com um buquê de rosas vermelhas e a certeza no seu olhar e no seu coração. Parei. Chega de ilusão. É hora de partir pra um caminho sem você. Sem expectativas. Sem mentiras. Sem confusão. Sem insegurança. Mas com muitas possibilidades. E nenhuma que envolva você.
A importância de cortar o cordão umbilical
Tempos atrás eu vivi uma mudança em minha vida, pouco tardia, mas vivi.
Troquei de cidade, de emprego, sai da casa dos meus pais.
Mas como toda boa mudança vem com dificuldades, comecei a senti-las. O começo sempre é o mais difícil.
A zona de conforto não existe mais, dando lugar a todos os desconfortos possíveis e inimagináveis.
E aí dá aquela saudade da casa dos pais, da proteção, do bálsamo que é ser somente um filho. Em que todas as responsabilidades são, na verdade, de nosso pais.
Dia desses, liguei pra casa. Minha mãe não estava, então falei com meu pai.
Comecei a chorar as mazelas. Surpreendentemente, ele me disse com toda a sabedoria, mesmo com a perceptível dor, que um pai pode tirar de suas mais profundas entranhas: filha, você tem que enfrentar. Todo mundo está passando por isso. Aqui era muito fácil! Você tem que seguir em frente. Tudo tem seu tempo certo.
Eu estranhei, pois até o último dia, antes de eu sair de casa, ele tinha esperanças de que eu não fosse partir.
Mas eu concordei. E depois, refletindo sozinha, eu percebi a riqueza daquele momento em minha trajetória.
É preciso cortar o cordão umbilical, se quisermos crescer e ter uma vida fora do útero de nossas mães, e fora do telhado de nossos pais. É preciso ralar os joelhos e aprender a passar o mertiolate sozinho. E assoprar.
É preciso queimar os navios ao desembarcar na praia, e enfrentar a guerra sem a opção de voltar. É ganhar ou ganhar.
Mas eu percebi que, se dependesse de alguns pais, os filhos pegam os navios, mas eles sempre ficam atracados lá na margem, pra que os filhos possam, um dia, retornar.
É preciso, papai e mamãe, riscar o fósforo, e incentivar. É preciso dar a tesoura para os filhos para os encorajar a cortar. É preciso deixar os filhos navegarem, e diante das tempestades, apenas dizer: filho, você consegue ultrapassar.
A importância desta atitude não tem preço, é bonito ver um pai que sabe que, por mais que doa em seu coração, o filho não nasceu para ser uma lagarta dentro do casulo, precisa ser borboleta e aprender a voar.
DESPEDIDA
Uma única palavra
Uma única doença
E então lágrimas
Eu sento
depois de tanto surtar
Uma única palavra
Foi o suficiente pro mundo parar
Eu sei
Nós sabemos
Mesmo que finjamos q não
Dá pra ver seu medo
Admiro
Tudo em você
Sua força
Seu realismo
E principalmente seu sorriso
Tudo vai ficar bem
É com certeza as coisas vão ficar bem
Repito pra mim desde então
Tudo esta sob controle e então
ouço um barulho
Um tiro talvez? Infelizmente não
Era só meu despertador, mais uma vez
E então lembro
Lembro da maldita frase
Ainda pior do que a palavra sonhada
O que pra mim era inalcançável
“Tentamos de tudo de alguma forma
Se espalhos, agora estamos no terceiro estágio”Disse o médico
E então lá estava eu
surpreendente, rezando
Rezei pela primeira vez em anos
olhando seus olhos
Vejo cansaço
E, óh céus
Porque EU sinto tanto medo?
Mesmo que eu finja que não
Eu vi o sangue que tossiu, no chão
Vi o jeito como pegou o vasso da planta
E o jeito que ele tanto te cansou
Me pergunto, o que vc vai escolher
No começo parecia óbvio
Soava como algo entre: morrer ou viver.
Mas agora vejo que é algo muito além disso
Te conhecendo a tanto tempo
Sei que não aguenta mais
Dessa vez, você vai partir
E não voltar, nunca mais
“Deixa acontecer,eu não quero insistir,eu não tenho chance,isso não é vida,me deixa ir“
Vc diz da maneira mais casual possível
Como assim?
Vc era doida ou o que
Não, vc não podia fazer isso
de fato eu sabia a sua escolha
Mas como eu aceitaria isso??
Percebi, que na verdade
Eu tava preparada,
Preparada pra qualquer coisa
Mas eu não tava preparada pra ter que me despedir
eu tô sendo egoísta
Não depende de mim
Eu não tô te amando te forçando
E Mesmo que me assuste só de pensar
Minha melhor Decisão é te deixar partir
Como diria Drumond:
O seu tão amado poeta
- tu vais, e eu fico, nos veremos
Seja no claro céu ou no turvo inferno.
O colo de uma amiga
Senhor, hoje eu não aguentei
De tanta dor desabei
Fui buscar um ombro amigo
Pai, meu coração disparou
Como a minh'alma gritou
Eu estava tão aflito
Deus, tive que verbalizar
Precisei desabafar
Pois estava quase explodindo
Ah, se não fosse o Senhor
Que uma amiga enviou
Para emprestar-me os ouvidos
Recebi colo, carinho e afeto
Tudo o que esperava receber da minha mãe
Depois de tanto chorar eu confesso Senhor
O alívio foi tão completo
Achei que não suportaria o peso, meu Deus
Das lutas que apareceram
Mas pela tua bondade e graça meu Pai
De fé minh'alma se encheu
Dedicado a minha amiga Sabrina, que foi o colo que eu precisava em um dia tão amargo da minha vida. Deus te abençoe!
