Eu sou uma Pessoa Timida
Quem acreditaria em mim se eu dissesse que a vi no meu sonho? Que vim aqui para mudar o que vi no sonho porque você parecia tão triste?
Bom Dia
Se precisa esperar eu virar as costas para falar o que pensa sobre mim, é porque tem medo das verdades que terá que escutar do que sei sobre você.
Eu simplesmente não consigo me entender... Quando eu não estou muito bem sentimentalmente é quando eu mais escrevo sobre sentimentos... Acho que, quando estou feliz, aproveito tanto o momento, que acabo não tendo vontade de pensar em mais nada do que está acontecendo ao meu redor...
Se eu desistir de você, se eu virar as costas pra você, se eu te disser que não quero mais você...Não acredite em mim, não me deixe ir, me conquiste de novo!
PRA VOCÊ EU QUERO...
Ser menina nas brincadeiras
Na cama ser mulher
Ser sua melhor amiga
E desconhecida para que sempre tenhas algo novo a descobrir
Eu quero ser o porto onde desejes ancorar
Mas também quero ser o vento que te leva a outras águas
Eu quero ser primavera para que regues minha flor
Também quero ser outono para que comas do meu fruto
Eu quero ser poesia em sete versos e assim me leias com um olhar
E seu romance de cabeceira para que me leias a vida inteira.
Não, eu não tenho mais medo de ser largada, trocada, deixada no canto da sala quando o trabalho dele o impedir de vir me ver. Eu não tenho mais medo de ser aquela a qual ele busca conforto nas horas vagas. Aquela a qual ele olha nos olhos buscando olhos alheios. Meus medos mudaram. São medos novos eu diria. É isso o que me aterroriza, afinal. Tenho medo porque meus olhos acompanham as palavras por ele escritas. Medo porque eu tenho mudado sem ele sequer ter me feito algum pedido. Medo porque eu nunca quis me sentir tão próxima de alguém como quero me sentir dele. Na verdade, eu nunca quis estar na vida de alguém como eu desejo permanecer na dele. Medo porque no final das contas eu o amo, e sinto que ele me ama também. Medo pela dificuldade em usar a palavra “amor” face a face com ele. Medo pela dificuldade em citá-la quando estamos ao telefone. Medo pela distância oceânica em que nos encontramos após tantas conversas. Medo por me entregar para ele da forma que nunca quis me entregar a ninguém. Medo por querer ele grudado em mim, embora eu abomine essa prática insuportável dos casais. Medo por dizer e fazer coisas as quais eu repudiaria em pessoas apaixonadas. Medo por estar escrevendo esse texto. Medo porque ele derreteu o gelo que protegia meu coração, fazendo com que a água transbordasse pelos meus olhos. Medo porque quanto mais eu estou dentro, mais o sinto fora. Medo porque eu nunca senti por alguém essa imensidão que sinto por ele. Mais medo ainda de me perder dentro dela.
O Lugar Onde Eu Vivo É Assim!!!
O lugar onde eu vivo
É tudo muito bonito
O nascer do sol pela manhã
Os passarinhos cantando..
Ao sair da escola vem o sol raiando...
Quando chega o fim de tarde
Vem o vento frio
As plantas balançando
E os passarinhos se alegrando
O fim de tarde e bem aconchegante
Quando chega a noite
Olho para o céu, e vejo ele bem azul
Cheio de estrelas, todo luminoso
E a lua com seu brilho, fica tudo muito lindo
O lugar onde eu vivo e assim!!!
Eu sonhei com você
E acordei sem querer
E queria continuar
E foi tão bom imaginar
Você também a me sonhar
Um sonho tão real assim
Não pode ter afinal nascido só pra mim
Ora direis, ouvir estrelas
Perdeste o senso, meu bem
Ou tudo foi brincadeira
Me deixe saber o que os anjos sentem por lá
Mas fale bem perto, baixinho, pra eu não acordar
Um sonho tão feliz assim
Não deveria ter mais fim
Eu quero voltar a escutar
Dos seus lábios, galáxias dizendo que sim
Cometi erros irreversíveis
Eu tinha a necessidade neurótica de mudar quem amo, tinha a melhor resposta para tudo, tinha tudo ao meu tempo, era do tipo “bateu-levou”, decepcionei muita gente com quem convivi, gritava enquanto o outro se calava, fiquei desorientada demais em cima do meu eu.
As experiências negativas me marcaram profundamente, afastei de mim pessoas excelentes, perdi apoio, abafei os beijos, os elogios, o encorajamento. Comecei a ter fobia de relacionamentos, pânico de sofrer, raiva de casais felizes, rejeitava o fato de estar sozinha por consequência das minhas atitudes.
Discriminava casais que não combinavam no meu soberbo julgamento, debochei de quem vivia de aparências, fui agressiva com quem me deu amor, ofendi publicamente quem estava ao meu lado, humilhei sem medidas, traí, precisava ser forte e grosseira para abafar meu complexo de inferioridade.
Não conseguia entender a falsidade que rodeava os relacionamentos, as crises que fazem perder a sobriedade, a pessoas que se afastam da família e dos amigos e nem parecem as mesmas pessoas, a falta de generosidade ou a generosidade em excesso.
Os amigos de infância que partiram para nunca mais voltar, ué, será que eu estava certa e o mundo inteiro errado? O processo de autoanálise é complexo, eu tinha um quê de superioridade que dificultava tudo.
Eu precisava aprender a amar de verdade, eu precisava que alguém me chamasse para uma conversa franca, apontando os traumas que me fizeram desse jeito, eu estava cheia de relacionamentos saturados de atritos, mas eu não fazia o menor esforço em evitá-los.
O pior de tudo é que eu me sentia bem comigo mesma, era radical, mas precisava falar e agir como penso, excluía pessoas da minha vida segundo meus julgamentos, não me esforçava para agradar, acolhia com alegria quem eu admirava, apostava em quem só me fazia mal e não respeitava minha intuição.
Cobrei e exigi de pessoas que não estavam preparadas, nem tinham nada a me oferecer, eu com a minha mania de achar que as coisas insignificantes iam se transformar em extraordinárias.
Tinha ideias fixas por controle, não superei os traumas das rejeições e traições, não acreditava em segundas intenções, eu sempre me doei totalmente sem perceber os riscos, estava presa emocionalmente, tinha medo de perder quem eu nunca tive de fato, um sentimento de culpa que me invadia e me dava à certeza de ter feito tudo errado outra vez.
Eu era responsável por fazer os outros felizes, mas por viver em crises profundas, uma necessidade em estar certa, uma educação desequilibrada, eu não tinha nenhuma vantagem em ser assim.
Fui insegura, ansiosa e eu não entendia nada de mim mesma até que descobri a força da palavra: Equilíbrio.
Eu gosto de gente simples, gente que é feliz com pequenas coisas. Gente que sorri, mesmo tendo motivos pra chorar...
Ah como eu gosto de gente assim!
E eu não me importo com o que vocês pensam de mim, eu apenas vou ser quem eu quero ser, vou ser eu mesma, e rir de vocês. Rir da atenção que me dão quando eu na verdade não me importo, pois é inegavel que você sejam um tanto insignificantes para mim. Apenas um aviso: Me viram chorar, mas minhas lágrimas secaram, já as que vocês vão derramar irão marcar com fogo a memória de todas.
Foda é ter que viver no presente, e lembrar do passado que eu era feliz, e querer voltar no tempo de volta ao passado que eu queria que foce o presente, e desfazer todas as besteiras que eu fiz para talvez ter no presente a mesma coisa que eu tive no passado principalmente o AMOR...
Sabe o que é mais foda? É quando você escuta um eu te amo ou um quero te fazer feliz, e não acredita por já ter acreditado demais nessas frases que se tornaram banais hoje em dia.
E numa batida mais forte da percussão, num rodopio, girando juntos, ela pediu: ― Deixa eu cuidar de você.
"Esse vício de eternidade que a gente tem."
Que eu possa morrer de amor e, ainda sim, ser discreta. Que eu possa sentir tristeza sem que ela se aposse de toda a minha alegria. E que, se um dia eu for abandonada pelo amor, não deixe que esse abandono seja para sempre uma companhia.
Então me abraça, meu amor,
que eu conto pra você os meus anseios
e deixo que você repouse sua cabeça
entre os meus seios.
Um dia eu aprendi que quando não tenho reação, é quando eu devo me preocupar. Eu parei de sorrir, eu parei de chorar. Eu olhei fixamente para a parede, tentando não pensar em nada, reparando nas sujeiras - ontem era dia de limpar a sala, mas eu não o fiz - ele me olhava, querendo saber o que era tão interessante para me manter tão dispersa. Aflito, conversava comigo... Se explicava, tentava (em vão) me fazer entender. E eu observava atentamente a textura da parede. Eu não queria sentir, não queria existir, não queria viver. Ele, delicadamente colocava suas mãos entre as minhas, me consolando, mas já não era o bastante. Eu queria um amor, não um amigo. Será que ele poderia me dar isso? - pensava enquanto olhava a luz forte entrar no vazio dos meus olhos - clareando todos a minha volta, menos o vão que acabara de se abrir dentro do meu coração. Já não era mais sobre você, sobre nós. Era algo maior. Algo que existia há muito tempo no fundo do meu ser, que sempre estava ali, tentando me fazer desistir, mas com você aqui, como ele conseguiria? Hoje, ele está tão perto de me possuir. Eu existo, não vivo mais. Lentamente, encostei minha cabeça no sofá, fechei os olhos e guardei o momento.
Tudo que eu aprendi na vida!
"A vida me ensinou como ser um guerreiro, me ensinou a ganhar e a perder batalhas, me ensinou a lutar mesmo quando tudo estava perdido, me ensinou a amar, mesmo quando eu era odiado, a vida que me ensinou a ser forte e resiliente no rosto da maioria das lutas. E com uma alma sangrenta que pode sentir feridas e sangrar amor, a vida me fez um grande artista quando eu precisava ser, ela me ensinou a ser forte para perdoar e forte para não morrer sem sangrar amor."
Wagne Calixto ✍️📖
