Eu sou uma Pessoa Timida
Anatomia.
Nas entranhas...
Uma afirmação...
Sou a anatomia na poesia...
Dentro de mim ela corre e segue...
Minha vida é várias estações...
O sangue vai vestindo-se com a toga...
Na mente..
Uma arte...
Nos olhos..
Um dom...
Uso a razão e faço a arte acontecer...
Sou o retrato de um verso...
Sou a fotocópia de um poema...
Sou original..
Dou estimulante para minha imaginação..
Apartado do mundo...
Tenho histórias para contar...
Sou feito á cores...
Uso o Branco para brilhar....
O preto em mim é cinzento...
Devido a chama que um dia me queimou....
Sou a arte que trama...
Sou o quilate do ouro...
Tenho uma parte perversa...
Não sou muito de conversas...
A poesia se funde...
E os versos entram em choque...
Violo o meu violão...
Afino e faço dele uma viola...
As notas musicais eu consolo...
Elas tentam me sufocar e eu não me degolo...
No dó-ré-mi...
Me devaneio fora daqui...
Meu tecido é de brim...
Dou reluz usando cetim...
Sou a agulha que fura e vai contando os pontos...
Sou escritor...
E não dou a ninguém...
Meus direitos autorais...
E muito menos descontos...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
No caos sou o solo fértil.
Arrancando sensações,o poema parido
entre catarse e emoções.
Uma alma num berço ferido.
A morte do ego,
da personalidade que veste
e decora meu espírito sofrido.
Minha roupagem é essa carne,
que se rasga com facilidade
e jorra sangue morfético,versos,
canções num universo poético.
Um casamento de palavras,rimas,
poesias e aflições.
Uma alma que não se cala.
Minha inocência contém...
Inspiração em minha alma...
Sou uma ave sem ninho...
Sou uma gaivota no espaço...
Sou o perfume dos lírios...
Sou um bailado no espaço....
Sou bacharel em poesias...
Sou um poliglota calado...
Sou um observador de temor....
Sou a pintura do quadro...
Sou a dança nas culturas...
Sou a esperança de um futuro...
Sou música...
Sou calor...
Sou a fera que não maltrata...
Sou o Rose no vinho tinto...
Sou um giro que não roda...
Sou a hélice do helicóptero....
Sou por inteiro...
Em mim...
Não falta pedaços...
Sou o carburador que injeta...
Sou o pistão que causa explosão...
Sou um peixe do rio em busca do mar...
Sou apenas uma alma...
Em busca da paz...
Que jamais irá se calar...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
ao contrário do que parece, se parece
sou frágil como uma pluma.
densas são as palavras,
as escolhas das comunicações.
os caminhos percorridos,
as decepções.
ou, os decepcionados.
o contrário é leveza.
ultimamente ando meio feto, fetal.
sem muito fato, nada fatal.
porém gosto de escrever,
também gosto das velhas palavras densas.
da liberdade gramatical.
do não ser,
ou do ser lido sem saber se ler.
quando desisto de me entender,
é quando me entendo por ir.
quando vou,
quando fui.
Tenho tanto medo de ser quem realmente sou, que visto diariamente uma máscara, com ela, uma falsa personalidade, um personagem que criei para o mundo.
"Sou uma mulher feliz pelo imenso amor que sinto por meus filhos”
Djanira Ferreira
Mãe Nirinha (Em memória)
"Sou uma eterna insatisfeita, e percebo que a insatisfação é o que me move. Recuso o óbvio, não aceito padrões e nunca fui conformada. Ser conformada é ter a forma que alguém quer que você tenha. E eu tenho minha própria forma de viver."
Sou produto do meu passado, mas não sou prisioneiro dele. Pois a cada dia vejo nascer uma oportunidade de ser melhor.
Procuro uma namorada que me aceite como sou, que ame minhas qualidades e saiba lidar com meus defeitos. Que me dê colo quando eu estiver triste e que compartilhe a alegria comigo quando eu estiver feliz. Que seja minha eterna parceira e cúmplice.
Não me contento em ser uma só,
Sou várias religiões,
São diversas raças em meu sangue
Pertenço as várias cidades
Minha avó fugiu da realidade
Aceito a realidade.
As gerações são únicas.
A história é deslumbrante.
Abracei o caos
Aceitei a dor
Não sou mais uma lua
Tão carente de calor.
Da solidão extrai solitude
E tudo dentro de mim mudou
Feliz sim!
Hoje sei que sou
Encontrei em meu próprio destino
A chave que me libertou
Abri a porta
Revivi
Então eu vi
Que há muito mais luz em mim
Que não sou nenhum satélite a ser iluminado
Que a luz do Sol está dentro
Não ao lado.
Fragmentos
Sou fragmentos de músicas
Uma poesia inacabada
Dialeto de raízes
Café ou vinho
Ora pássaro ou ampulheta
Durmo lua, acordo sol
Eu volto, pouso e canto
O verso e o reverso da mesma moeda
Sou as quatros estações
Sou um pouco de muito
Mas, sou seu amor ou nada
Poema curto de autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 03/05/2021 às 19:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Tô tentando me encontrar aqui nesse lugar
Sou uma peça que não consegue se encaixar
Chorei muitas vezes calado pra ninguém escutar
Quando perguntam se eu tô bem eu não sei o que falar
Qual é o meu valor nesse mundo aqui?
Alguém por favor, me responde aí
