Eu sou uma Pessoa Timida
Para o mundo, Eu sou uma pessoa desconhecida, procurando um pouco de paz para meus sonhos
E assim é tão bom que ninguém pense nada sobre mim, Só assim polparei meus olhares, pois fechei meus olhos para o mundo a muito tempo
Quando me proponho a dizer como eu sou a uma pessoa em algumas horas, ela vai me odiar. Porém, quando uma pessoa se propõe a me conhecer no dia a dia, das duas uma; ou ela vai me odiar ou vai me amar.
Eu sou uma pessoa muito difícil de entender. Tenho meus momentos, mas também muitas crises. Sou superc ontraditória e a pessoa mais retardada que conheço. E também a mais sem assunto, a mais tímida. Sou de tudo um pouco,e de um pouco, nada. Se é que você me entende.
Afinal, eu não sou perfeita e, sinceramente? Nem quero ser. A perfeição é bonita, porém muito entediante.
Gosto de ser como sou e nada nem ninguém vai mudar isso. Ser diferente não é uma coisa ruim, pelo menos do meu ponto de vista. Acho que é o que torna uma pessoa interessante.
Eu não sou nada uma pessoa alta ajuda, não sei só falar de amor, tem dias que estou bem amarga e em outros feroz, na verdade, cada dia é uma novidade pra mim, não sou bipolar, é só a metamorfose acontecendo naturalmente dentro de álguem que permite viver todas as sensações da vida.
Eu não sou nenhuma escritora ou uma poetisa famosa. Sou apenas uma pessoa de mente aberta e que escreve em um diário que é publicado pra todo mundo todos os dias com palavras bonitas.
Eu não sou uma pessoa perfeita, tem muitas coisas que eu gostaria de não ter feito na vida, também queria voltar no tempo pra concertar os meus erros.
As vezes eu paro pra pensar no que sou...
Uma pessoa única, deslocada no meio de várias cópias genéricas de mim mesmo...
Miralhes de corpos sedentos por prazer, diversão, luxúria, conhecimento, salvação...
As vezes eu paro pra pensar sobre a imagem que fazem de mim...
- "Completamente louco, dependente de nossas escolhas"...
E qual a imagem que eu realmente passo? O que realmente sou?
E finalmente: Será que me conheço?
Basta abrir os olhos pra verdade á minha volta, a nossa volta, e tudo começa a fazer sentido... cada erro, cada decisão, são fragmentos do meu Eu, que quando unidos formam esse ser muitas vezes incompreendido, mas que é livre dentro da busca por auto-compreensão. O que eu sou... um ser pensante, com opinião própria, com medos e anseios, paixões, devaneios..
Eu não preciso provar pra ninguem como eu sou uma pessoa de Deus, não preciso mesmo... Deus já sabe de tudo que se passa em minha vida e em meu coração, tudo o que faço e deixo de fazer, não preciso da aprovação de ninguem para que Jesus viva em meu coraçao e habite em minha vida ! Graças a Deus. =)
Eu não sou uma pessoa inteiramente ruim; deve haver algo de bom em algum canto dentro de mim, à espera de ser descoberto. Enquanto aguardo que minha parte boa seja revelada, sigo sendo o que me cabe neste momento: alguém um tanto ruim. Continuo assim, na esperança de que, de algum modo, eu me torne um pouco melhor, um pouco menos ruim.
Certa vez uma pessoa me perguntou: "Quem sou eu? Quem é você? Quem somos nós?" Eu não respondi nada, porque não tinha e ainda não tenho a resposta...
Naveguei demais...
Sei de uma pessoa
E essa pessoa sou eu,
Que em mares de lágrimas, vezes demais se perdeu.
Foram demais os desembarcadouros e cais
Onde pouco me dei e amei
E nos quais
Morri vezes demais!
E antes que morra de vez
A matar a sede em água salgada,
Queria um mar de rosas, não de estupidez!
Eu sou o mar, marujo de vocação e sem medos tais,
Que embarquei em começos e finais
Demais...
Cheirei maresias, mágoas e horas incertas,
Estive sempre aos meios-dias em praias opostas e múltiplas costas,
Sempre vazias...
Vacilei demais, remei demais, subtraí-me.
Fui, da minha conta, de menos e demais.
Naveguei muito além dela...
Perdoei tempestades e temporais,
Ignorei faróis, piratas, intuições e punhais,
Sempre demais...
Naveguei mares, rios, riachos e até lagunas.
Algumas foram lições, outras alunas
Demais...
Porque o mar não têm terra, só imensidão e gaivotas no ar,
Porque o rio lá vai como a lua, devagar
E o mar...
O mar é revolto, tem um cabo bojador e frio
E margens do rio
São fáceis de ancorar...
Acreditei
Que não havia peso no verbo acreditar
E que podia haver terra no mar!
Deve ser esta a minha sina,
Carregar coisas pesadas e lamber águas salgadas...
Tantas gotas no oceano e nenhuma é doce!
Ó mar salgado, porque não vieste adoçado?
Só que água doce
Não é o mar que a traz...
Em que luares voam passarinhos?
Em que rios estão ninhos a crescer?
Em qual das luas acreditar?
Na do céu ou na do mar?
Por isso te peço amor:
Não me vás além mar, equivocada, tentar encontrar!
E se mesmo assim, teimosa, me achares,
Devolve-me...
Porque me havia de calhar
Tão grande mar pra navegar?
E salgado ainda por cima...
