Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Numa simples folha em branco, sou capaz de desenhar os meus sonhos. De perto tudo é um risco. De longe tudo pode ser uma realidade.

Sou um estrangeiro para a polícia, para Deus, para mim mesmo.

Sou feita de gavetas...
lembranças amassadas, vestígios de infância, peças ousadas,
dobradas, perfumadas, bagunçadas, profundas, escuras, trancadas.

Camaleão Humano

Não sou isso, nem aquilo, nem talvez e nem
tampouco. Mudo constantemente, aprendo,
evoluo, cresço, me transformo. Evaporo
quando tentam me aprisionar dentro de
suas visões rasas, limitadas, medíocres.
Jamais serei o que você vê e muito menos
o que você quer que eu seja.
Camaleão humano por excelência!
Permito-me, dou a mim mesma o direito
de mudar, seja de humor, opinião ou de cor.

Nao devo,nao temo da meu copo que ja é a vida é loka e sou mais ainda...

Vivo no meu direito de ficar nervosa, sou mulher e nasci sem saco.

Posso não ser o mais forte, bonito ou inteligente, mas sou o mais modesto.

Te amo, mas sou um problema. Te quero, mas sou um problema. Salve-se, sou um problema. Afaste-se de mim.

Tudo o que tenho, tudo o que sou, agradeço ao meu Senhor e libertador, Jesus Cristo que me resgatou do lamaçal do pecado, me lapidou e me deu uma nova vida.

Allie: Diz que sou um pássaro!
Noah: Você é um pássaro!
Allie: Agora diga que você também é um pássaro!
Noah: Se você é, eu também sou!

Noah Calhoun e Allie Hamilton
Diário de uma Paixão (2004)

Saudade Bandida Faz Sofrer.



Sou acometido de um sentimento que me pegou de surpresa, será que foi Saudade?
Dizem que saudade é bandida, porque rouba a calma da gente.
se existe algo á ser roubado, então consiste um coração em se deixar levar por sí só.
Somente ficaria ele dependente de tal ser quando realmente estivesse ele sentindo desejo em ve-lo.
Procurando um não sei quê, se demora á acordar pra realidade e depois foi tarde demais para voltar ao que chamara de sensatez.
Caracterizando assim um sentimento com nome já conhecido e temido por muitos: Saudade.
Seria saudade bandida mesmo?, que levara consigo nossa disfarçada felicidade.
Fiquei entendido de ser eu, quem teria que sair sozinho dos meus pequenos deslizes, e subir nos degraus da minha suposta felicidade, onde uma tal saudade não pudesse alcançar.
Passaria o tempo que fosse necessário em seduzir meu Eu, de forma que tivesse como sair das minhas frustrações.
Ações de puro dessabor que uma severa manifestação de saudade haveria de me acompanhar, seria ela companheira do infortúnio?
Ou somente mostrava-me que eu teria muito o que me desdobrar mediante uma situação de suma aparência do desespero, que estaria por vir.
As causas de tal sentimento poderia ser vestígios de uma saudade, já vencida pela satisfação dos sonhos, que os ventos da solidão parecem insistentes em levar.
jogar fora minhas piores decepções é correr ao encontro do meu principal querer, que é pensar possuir você.
Alguém conhece a face da solidão? quem se habilita em conhece-la de verdade, em sua pior forma;
ou seria bobo o bastante para enfrenta-la, correndo o risco fatal de acabar sem pelo menos saber o que realmente lhe acontecera.
Só sabendo o que estaria enfrentando, quando lhe tivesse perdido o que realmente o viesse á fazer falta.
Sim, terias que procurar ajuda, mas em outro lugar, um lugar bem distante do que poderia ser realidade, pois a realidade é no momento deseperadora, e sem o menor desejo em amenizar-te de suas dores.
Pesadelo, fantasma, desgraça ou falta de uma presença, ausencia que se faz presente, ou presença que insiste em não se apresentar.
Seria o ápice da loucura ou lucidez ausente! surpresa que faltara ou sanidade delinquente!!
Dirigir assim um sentimento é o mesmo que jogar o carro ao poste, e dizer que foi ele que ficou em sua frente.
Considerando que estaria-mos em perfeito estado de sanidade, se pensar-mos desta forma, se fomos nós que viemos em nos proteger com essa atitude.
Saudade está fugindo de sí, e escondendo-se em suas entranhas, Tornando as pessoas em suas próprias vítimas no seu mundo de solidão que nos perturba.
Não sobra muita coisa se não a melhor parte de nós , como se viesse um furacão de " você foi capaz disso?".
Como se alguém precisa-se de uma mão "amiga" em nos empurrar ainda mais para os nossos piores medos, e colocasse assim suas opiniões desnecessárias.
Vem sentir saudade e saberá o que é sofrer, sentindo a mesma dor dos que ficam á espreita da solidão e no encalço do desespero.
Pensando duas vezes pois antes de fazer o que te vem no pensamento, vagando no pensar de um insano.
duras palaveras saem dessa boca, que almeja o desfrutar do seu ser, outrora esquecido, e desaperdebida é tua presença.

Sou este que entrelaça dor de saudade com dor de desilusão. Sou este que amargura palavras doces num amor escurraçado. Sou este, apenas... Este que te amou sempre sozinho.

Sou bem mais feliz que triste.

A porta voou aberta. Jocelyn deu um pequeno grito. “Jesus!”, Luke exclamou. “Realmente, sou só eu”, Simon disse. “Embora eu tenha sido informado que semelhança é surpreendente”.

(Os Instrumentos Mortais 01 - Cidade dos Ossos)

Enquanto sou maré,
me adormeço na margem da praia espumosa e em ti penso,
Enquanto isso a vida te leva e o pensamento te busca.
Enquanto sou mar, me revolto em minha fúria de não te ver,na inconstância da vida.
Não aprendi a perder-te.
Não vivo sem teus olhos, nem sei sorrir sem teu abraço.
Busco teu beijo na face do sol,nos lábios da lua.
Morro e vivo no mesmo dia quando me transformo em saudade e viro qualquer miragem só para provar teu beijo !

Meu maior orgulho é ser dona de mim.
É ser exatamente o que sou, com meus princípios e valores.
Não to nem aí para os modernismos e as modinhas, querer ser igual aos outros pra mim é doença, mas minha "caretice" é meu antídoto, não deixo me contaminar.

Não vivo para que as pessoas gostem de mim, vivo para ter orgulho de ser quem sou, e me diferenciar de todos os idênticos.

Sou complexa, sou mistura. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar. Não me dou pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meios-termos. Sou isso hoje, amanhã já me reinventei.

Thaísa Lima
Encontros e desencontros de uma adolescente. São Paulo: Biblioteca 24 horas, 2008.

Nota: Trecho adaptado do livro "Encontros e desencontros de uma adolescente." Costuma ser erroneamente atribuído a Tati Bernardi e Clarice Lispector.

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Quer um bom conselho? Não pense em gostar de mim. Não sou nada fácil. Coleciono amigos, e quase nunca estou pra ninguém. Meu humor é transparente, o que me encanta ou não, você vai ficar sabendo. Sou amante da lua e das estrelas, mas me irrito fácil. Um minuto pra mim é muita coisa. Um mês é muito pouco. E num segundo já não quero mais. Em instante, irá me amar. Em outros, terá a sensação que seria melhor que não tivesse me conhecido. Desassossegados me atropelam, preciso de paz. E se está gostoso, eu fico. Sou uma eterna apaixonada. Sou desprendida, e insistência me cansa. Meu desinteresse não é à toa, preciso admirar. Se me quer bem, esteja disposto, não me contento com pouco.

“A tua atitude emerge do que costumas dizer: ‘Ainda sou capaz de utilizar quem é por mim. Mas prefiro, por comodidade, mandar o meu adversário para o outro campo e abster-me de agir sobre ele, a não ser pela guerra’.
Ao proceder assim, não fazes mais que endurecer e forjar o teu adversário.
E eu cá digo que amigo e inimigo são palavras da tua lavra. É certo que especificam qualquer coisa, como definir o que se passará se vos encontrardes num campo de batalha, mas um homem não se rege só por uma palavra. Sei de inimigos que estão mais perto de mim ou que me são mais úteis ou que me respeitam mais do que os amigos. As minhas faculdades de ação sobre o homem não estão ligadas à sua posição verbal. Direi mesmo que atuo melhor sobre o meu inimigo do que sobre o amigo: quem caminha na mesma direção que eu, oferece-me menos oportunidades de encontro e de troca do que aquele que vem contra mim, disposto a não deixar escapar a mínima palavra ou gestos meus, que lhe podem sair caros.”

Antoine de Saint-Exupéry, in Cidadela