Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Sou mais aquilo que em mim não é.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Sou o ponto de referência de qualquer fotografia, e é nisso que ela me induz a me espantar, dirigindo-me a pergunta fundamental: por que será que vivo aqui e agora? Certamente mais que outra arte, a Fotografia coloca uma prsença imediata no mundo - uma co-presença; mas essa presença não apenas de ordem política ("participar dos acontecimentos contemporâneos pela imagem"), ela é também de ordem metafísica.

Estive pensando na pequeneza dos nossos problemas. Não sou tão forte quanto pareço, mas a vida tem me apurado o olhar um bocado...

Sou sempre tão sincero
que mesmo minhas maiores mentiras
estão sempre cheias de verdade...

A gradual escuridão me amedronta um pouco, bicho que sou e que toma cautela. Escuridão? medo e espanto. O dia morrendo em noite é um grande mistério da Natureza. (...)
Em mim ela brota de meu âmago qual semente que rompe a terra.

Clarice Lispector
Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.

Nota: Trechos da crônica Conversa descontraída: 1972.

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E é só o que posso dizer a meu respeito? Ser “sincera”? Relativamente sou. Não minto para formar verdades falsas. Mas usei demais as verdades como pretexto. A verdade como pretexto para mentir? Eu poderia relatar a mim mesma o que me lisonjeasse, e também fazer o relato da sordidez.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Sou egoísta mesmo. Coração grande é doença de chagas, bem.

Sou o melhor exemplo para aquilo que não se deve fazer, em qualquer situação.

Qual é o problema de se aventurar? Mesmo os ponderados – dos quais sou representante de turma – reconhecem que chega uma hora em que o convite para arriscar merece ser atendido. O pior que pode acontecer é tudo dar errado. Pior em termos. Dar errado não é tão ruim diante alternativa de nunca ter tentado.

É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Você sabe que não sou mulher de arrependimentos, de olhar pra trás, essas coisas.

Não faça nada por mim... não vá pensando que sou seu...

Por um lado, não me sinto como as outras pessoas e, por outro, sou exatamente como elas."

Hoje não sou o mesmo de ontem.
Hoje estamos por aqui e amanhã podemos não estar.
Será que somos pessoas de verdade, feitas de carne e osso? Será que o nosso mundo consiste em coisas reais, ou será que tudo que nos cerca não passa de conciência?
Afinal somos feitos da mesma matéria dos sonhos, e nossa breve vida está encolta em sono...

Não sou querida, me atrevo a cometer duas vezes o mesmo erro.

Comigo não tem falsidade.
Sou franco, incisivo, direto - Nextel.

Ou sou tudo ou sou nada.

Thaísa Lima

Nota: Trecho de pensamento que costuma ser erroneamente atribuído a Tati Bernardi e Clarice Lispector.

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Sou isso hoje… Amanhã, já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina… E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar…

Sou tão bom ator que finjo ser cantor e compositor e vocês acreditam.

Inserida por gabryeufernandes

Não sou contra a banalização do amor.
O amor tem que ser banalizado, mesmo!
Tem que estar em toda parte, em todo lugar,
a toda hora, com qualquer pessoa.

O que não pode ser banalizado é o ódio,
a frialdade, a indiferença,
tudo aquilo que é ruim e causa dor.

Mas o amor?
O amor não deve ser guardado como uma pedra preciosa
que você esconde egoisticamente para oferecer
apenas a este ou aquele alguém.

O amor deve ser espalhado como o mais doce e sublime perfume, para que inspire e inebrie todas as pessoas do mundo,
a todo instante, por todo o sempre!

Inserida por AugustoBranco