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Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Antes de investir em uma franquia, invista em informação.
Investir sem estudar o negócio é apostar, não empreender.

Havia um burro amarrado a uma árvore.

O demônio passou por ali e o soltou.
Livre, o animal invadiu a horta dos camponeses vizinhos e devorou tudo o que encontrou.


A mulher do dono da horta, ao ver a destruição, tomou o rifle e disparou. O dono do burro, ao ouvir o tiro, correu até o local, encontrou o animal morto e, tomado pela fúria, revidou contra a mulher.


Quando o camponês regressou, encontrou sua esposa caída e, em vingança, matou o dono do burro. Os filhos do homem, ao verem o pai morto, incendiaram a fazenda do camponês.

Este, em represália, ceifou-lhes a vida à bala.

Então perguntaram ao demônio o que havia feito para causar tamanha desgraça.

Ele respondeu com frieza:
— “Não fiz nada… apenas soltei o burro.

Uma mesa farta de comida só alimenta o corpo; é a mesa cheia de afetos que verdadeiramente nutre a alma.

⁠Bom dia!
Domingo
Que o Senhor abençoe você com mais uma manhã única, próspera e acolhedora. Que seja repleta de valiosas bênçãos e de muita fé que ilumina e aquece a vida.
Um dia de coração quentinho, união e muito amor.

⁠Paixão
Desapaixonar-se
é uma missão
um tanto quanto
dificílima.

Se uma professora mulher não compreende as dificuldades contemporâneas de uma aluna mulher, que enfrenta seus próprios traumas e desafios pessoais, a educação deixa de ser libertadora. O discurso de “professora sábia” torna-se equivocado. Todo o conhecimento que o(a) professor(a) acumulou perde valor se sua atitude afasta os alunos da sala de aula, comprometendo o direito deles a um futuro digno. Assim, a promessa e a missão do(a) professor(a) em formar cidadãos participativos, críticos e cooperativos, capazes de atender às necessidades básicas de aprendizagem; não se concretizam. De nada adianta o discurso bonito e bem elaborado se as atitudes e palavras forem desmotivadoras para o(a) aluno(a).

Uma escola que protege e acolhe, onde cada pessoa existe, pertence e floresce; uma escola de liberdade, dignidade e vida.

O Refrigério Divino na Pausa

A oportunidade de usar uma pequena parte do tempo para simplesmente observar a beleza que, muitas vezes, não é notada é um privilégio. Aproveitá-la é um indício de sabedoria, que nos faz desfrutar de um momento de poesia viva diante de uma pintura singular que não está vinculada a uma tela, muito menos cercada por uma moldura

Essa observação sensata e profunda, mesmo que temporária, pode ser algo muito transformador ao notar a arte que está por perto. Perceber cada traço, forma e cor que estão presentes na exposição da natureza é um esplendor poético e artístico que mescla cores e versos a partir de uma bela vista, que edifica apenas os olhares atentos.

Existe um consenso de que a rotina é inevitável, cansativa, mas é justamente por isso que vale pena pausar-la, quando assim for possível, considerando que basta uma breve pausa de contemplação para fortalecer o espírito, sem nenhuma perturbação, então, mais uma vez, usufruir a Graça do Refrigério Divino, imprescindível para manter a mente com o mínimo de equilíbrio.

Crepúsculo úmido na vida de uma criança é o momento presente; surge na aflição ansiosa. Estão presentes meus espelhos amargurados decorando os olhos num vacilo de pensar.
“Sussurras às tuas águas”, dizem as coisas aceleradas, desesperadas, afagadas. Gritando, querem as gotas mais íntimas — vergonha ou temor? —. Os fragmentos de mim são os mais cruéis. Tirariam a beleza desaguando os olhos?
Retruquei: “Rezas belas pela mente, mas o consumo que se seguia era, por fim, minha causa. Nego-te, nego como último poder alcançado pelo sofrido, ó minha alma!”
Assim prosseguiu o sofrer pós coisa amada. Um momento de reflexo das ações passadas. Era a tímida vergonha do ser. O temor passara ainda durante a idealização, infelizmente — pois o temor protege o incapaz e frágil das mágoas surdas da vida. Como fui deixar-me por chegar a vergonha quieta e arrependida? Foi pela causa mais inocente, acredite. Ser puramente incapaz de virar a vista diante do ingênuo trovador mirim brincando de vida amante foi minha fatalidade.

A dor é uma constante lembrança de algo que insistimos em querer esquecer: a vida é dura, cíclica, complexa e incerta.

Caminharei por suas flores e espinhos.

A dor está sempre presente. Ainda que algumas coisas melhorem, aparentemente outras permanecerão como estão.

Levo em consideração dados, fatos que sempre acontecem e se repetem. Ainda que eu seja tentado a acreditar de uma maneira diferente.

Por isso, não devo fugir dela. Se está sempre presente, o único caminho é ter que passar por ela, senti-la, sofrê-la.

O ambiente contribui significativamente para a sua atenuação ou aumento.

Só posso ir até onde sei.

Descansar, respirar.

Não vale mais a pena gastar energia mental se eu já entendi como a vida funciona.

Estou a uma experiência relacional de distância da mudança de minha crença nuclear.

Para fazer tudo novo só é necessário um novo amanhecer, acordar de novo é uma nova oportunidade de crescer.

⁠O amor é um sentimento fascinante. Experimentei sua essência uma única vez e, embora tenha sentido algo semelhante depois, percebi que não era o mesmo. Em minha busca pelo verdadeiro amor, descobri que ele se manifesta de diversas formas: podemos amar as pessoas, a natureza, a comida e tudo ao nosso redor. O amor não se limita a um único significado, mas se revela em diferentes expressões e intensidades.

Espero mais uma vez,

sem solução, sem esperança.
Meu coração doi e queima
na tristeza que avança.
Corpo enfraquece na despedida,

tão rápida, tão dolorida.
O pior é o desprezo agressivo,
a injúria, a falta de empatia.
Queria ao menos um abraço,

na despedida sem sentido.
Ontem, pizza e risadas,
hoje, silêncio consumido.
Mensagem triste chegou,

desejando distância e frio.
Sexta-feira virou deserto,
meu esforço foi vão, vazio.
Corri, cheguei cedo,

mas o portão estava trancado.
A porta fechada, as luzes apagadas,
tudo em vão, tudo negado.
Fui pra casa desolado,

lágrimas rolando no rosto.
Deitei, e a solidão no quarto
sufocou-me quase à morte.

Nudez…


Existe uma nudez que não pertence ao corpo.
Ela não se revela na pele, nem na forma.
Ela acontece no instante raro em que alguém tem coragem de se mostrar por dentro.

Porque o corpo pode ser visto por muitos, sem que isso diga quase nada. Mas a alma… a alma só se revela quando a confiança atravessa o medo.

Despir a alma é admitir as próprias fragilidades. É mostrar as dúvidas que escondemos, as cicatrizes que aprendemos a carregar em silêncio, os pensamentos que quase nunca ousamos dizer em voz alta.

É um gesto perigoso. Porque quando alguém vê a nossa alma, vê também aquilo que pode nos ferir.

Talvez por isso seja tão raro.
Em um mundo cheio de corpos expostos, poucos têm coragem de ficar nus de verdade.

E quando alguém recebe esse tipo de nudez — não do corpo, mas da alma — recebe também a prova mais delicada e profunda de confiança que um ser humano pode oferecer.

— Sariel Oliveira

E no final, você sempre soube que não era uma boa ideia.

⁠De uma forma ou outra, de tão distante, você me traz para perto de você.

No tumulto da vida, que corre apressada e ruidosa, nasce um silêncio raro, quase sagrado. Uma brisa atravessa o tempo, trazendo o teu perfume e me conduzindo a um mundo que desacelera, tornando-se mais suave. Ainda assim, o que me resta é um vazio delicado, já escrito pelo nosso destino.

Cada dia que amanhece é motivo para dar glória, porque é mais uma página em branco para escrever a nossa história.

A ignorância não é apenas uma falha de conhecimento; muitas vezes é uma escolha de conforto.
A mente obtusa não busca o que é certo — busca apenas confirmar a própria ilusão na qual já decidiu acreditar.


Muitos preferem a sombra confortável da caverna a encarar a luz intensa da realidade.
Sair da caverna exige coragem — não apenas para ver o mundo, mas para encarar a própria ilusão.


O problema não é a ausência de provas, mas a recusa deliberada em entendê-las.