Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Caminhar delicado, passos precisos e confiantes, desenvoltura charmosa de uma felina, curvas de muita graciosidade, sorriso exultante de menina, verdade radiante nos olhos, simplicidade elegante numa intensidade explícita, possível vislumbre de um paraíso caloroso, mulher significante que fortemente cativa, um divino tesouro, uma poeticidade viva.
No que parecia ser apenas o início de uma tarde qualquer, veio a alegria de um ser iluminado, a preciosidade inegável de uma doce menina, refletindo a genuína felicidade, vestida com a serenidade da infância, numa expressão farta de espontaneidade, repleta de brincadeiras, risos e lágrimas, um amor grandioso que não pode ser mensurado, um encanto a cada etapa, uma forma exultante de colorir os mundos a sua volta, certamente, a sabedoria diferenciada de Deus está exposta em todos detalhes, sendo uma inspiração rara, vitoriosa como uma L uz A dmirável, Ú nica, R espeitável, A morosa, que torna a simplicidade memorável, parte do poder vívido de uma criança, divino regalo.
Linda princesa, uma benção genuína que desfruta agora da sua infância, dispondo de um sorriso sincero, repleto de carisma, que enche o coração de esperança, digna de um amor forte e verdadeiro por ser esta doce menina.
Aqueles que podem fazem. Os que não podem ensinam. E os que não podem nem uma coisa nem outra, administram.
Impostos: das duas únicas certezas da vida, a única para a qual se pode obter uma prorrogação automática.
O Brasil é como uma mulher mal vestida, mal amada e mal comida. Precisamos baixar, em vez de decretos econômicos, um decreto afetivo em relação ao Brasil.
Talvez uma vez em cada cem anos, uma pessoa pode ter sido arruinada por excesso de louvor, mas certamente que uma vez em cada minuto alguém morre por falta dele.
É duro para alguém bater-se com uma sociedade dominante, mas é ainda mais duro ter de postular uma que não existe.
A gramática é a arte de arredar as dificuldades de uma língua; mas é preciso que a alavanca não seja mais pesada do que o fardo.
A verdade tem de ser passada de contrabando; é preciso difundi-la por partes, uma gota de cada vez, para as pessoas se habituarem, e não de uma vez só.
Não é possível que exista uma moral científica; mas também não é possível que haja uma ciência imoral.
A solidão é uma doença, eis o que ela é; tornamo-nos sozinhos da mesma maneira que ficamos impotentes.
