Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
O fim de ano representa um ciclo que fecha. Se foi bom ou ruim, não sei. Uma coisa é certa: suas atitudes influenciaram os resultados.
"...e o futuro é uma astronave que tentamos pilotar. Não tem tempo, nem piedade, nem tem hora de chegar. Sem pedir licença muda a nossa vida e depois convida a rir ou chorar. Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá. O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar. Vamos todos numa linda passarela de uma aquarela que um dia enfim descolorirá!"
(Toquinho)
Vivemos em uma época primitiva... nem selvagem nem sábia. Medidas paliativas são a sua maldição, qualquer sociedade racional ou me mataria ou faria algo de útil comigo.
Mas quando uma pessoa está desesperada, pode valer-lhe de alguma coisa pensar nas misérias dos outros?
E mesmo que em uma fase a sua melhor amiga esteja um pouco distante, o amor, a confiança e intimidade tornam essa distância menor.
Uma coisa te vou dizer: se quiseres conhecer bem uma pessoa, tens de te zangar uma vez com ela. Só então é
que podes julgá-la.
Uma pessoa arrogante se considera perfeita. Este é o principal dano da arrogância. Isso interfere na principal tarefa de uma pessoa na vida - tornar-se uma pessoa melhor.
Uma mãe levou seu filho ao Mahatma Gandhi e implorou: “por favor, Mahatma, peça ao meu filho para não comer açúcar”. Gandhi, depois de uma pausa, pediu: “me traga seu filho daqui a duas semanas”.
Duas semanas depois, ela voltou com o filho. Gandhi olhou bem fundo nos olhos do garoto e disse: “não coma açúcar”.
Agradecida – mas perplexa – a mulher perguntou: ” por que me pediu duas semanas? Podia ter dito a mesma coisa antes!”
E Gandhi respondeu: “há duas semanas atrás, eu estava comendo açúcar”.
"...que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc.
Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós".
( em 'Sobre importâncias', do livro "Memórias inventadas – a Infância". São Paulo: Planeta Editorial, 2003.)
Só uma mente maquiavélica como a de Maquiavel para defender a tese de que "os fins justificam os meios".
A maior burrice de um homem é dizer que ama uma mulher. A maior burrice da mulher é acreditar que o homem a ama de verdade.
A empatia é uma das únicas capacidades que nos salva de generalizarmos nossas verdades pessoais em detrimento da realidade que é fornecida pelo outro.
