Eu sou tudo e nada
Vestimenta não determina nada. Você pode estar super bem vestido e ser um cafajeste ordinário.
Seja uma pessoa correta sempre! Não para provar nada a ninguém, mas para que a sua consciência com Deus esteja limpa e em paz!
Quando já não havia tempo pra nada, a felicidade chegou, chegou mas não ficou, não ficou porque já não havia mais tempo pra ser feliz.
Minha visão é pessimista em relação à minha espécie, o ser humano, que não evoluiu em nada. Nossa espécie se isolou.
Esforço em vão
Tentei,tentei e tentei...
Não adiantou nada,
Um pequeno detalhe arruinou tudo!
Meu corpo é uma prisão,
A comida é minha inimiga,
O que eu faço então?
Tenho raiva de ser assim,
Gordo e horrível.
Eu só queria ter um corpo perfeito,
Mas acho q isso nunca vai ser feito.
Minha alma é magra e
Meu corpo é gordo e feio.
A esperança nunca veio.
Todos são magros,
Todos são lindos...
Já eu,sou uma maldição.
Corpo,por qual motivo me amaldiçoa?
Por qual motivo me faz sofrer?
Eu só queria entender.
-gabriel/emili
Soneto Tri da Phor
Amo o teu cheiro como amo a mim.
Amo você como o escasso ama o nada.
Amo-te como os prédios imensos dos Emirados,
Amo-te com a solidão ardente da estrela do sol.
Amo-te, vagamente e infinitamente, de tanto o nada pensar.
Hei de te amar, quanto e quando o tempo passar.
Furei meus pulsos de sangue, cortei as veias que levavam o ódio em mim.
Amo-te tanto, que voltei a ser criança,
E, de novo, resgatei a confiança que não tinha.
Amo-te como a esperança que existe no amanhã —
Mudou tudo. Agora, só quero, com sinceridade,
te ver no amanhã.
O presente nada mais é do que uma mão cheia de areia e virada para baixo. Ao afrouxa-la aos poucos, as horas e os segundos vão caindo, se esvaindo. E, ao final, o que resta grudado na pele, são memórias.
Tem uma frase do Bukowski que diz “não há nada que ensine mais do que se reorganizar depois do fracasso e seguir em frente”. E é por aí. A gente tem que seguir. Pode demorar para remendar o que ficou bagunçado. Pode doer juntar os cacos do coração. A saudade pode machucar os passos. Mas seguir em frente é necessário quando algumas histórias e alguns amores precisam ficar para trás. E acredito que antes da certeza de seguir, precisamos ter a convicção do que devemos deixar para trás. Tem histórias que não nos cabem mais. Tem pessoas que não merecem a noite que a gente perde pensando nelas. E até o clichê do “se fosse bom seria presente e não passado” vale em alguns casos. A gente precisa se apegar a essa esperança no tempo das coisas. Na fé de que tudo passa. E que a estrela da vida sempre volta a brilhar para nos guiar nessa viagem de amor bonita. Uma viagem onde levamos babagem para a próxima experiência. Para a próxima vivência. Para uma próxima história de amor. Pois um fim jamais deve acabar com esse sentimento que existe dentro da gente.
"Nada é nosso. Quando nascemos, recebemos o sopro divino que nos impulsiona a respirar e quando morremos, até esse sopro temos que devolver . Nem corpo, nem vaidades,
nem posses. Tudo fica!"
Luiza Gosuen
O favor imerecido é d’Ele pra você. Nada do que você fizer será maior ou menor do que Jesus ter trocado de lugar com você!
Mesmo quando alguém “não está fazendo nada”, na verdade está fazendo algo — pensando, respirando, observando, sentindo, existindo. O cérebro nunca para. Até o descanso é uma ação: descansar, refletir, meditar, relaxar… tudo isso é fazer algo. Estar vivo é estar sempre fazendo algo, consciente ou não.
"Nada legitima o direito de magoar alguém, lembre-se você não tem esse direito. Tenha empatia com o próximo".
"O vazio existencial é o espelho de nossa liberdade angustiante: imersos no nada, somos forçados a criar, com as próprias mãos, o sentido que nos sustenta."
“O Tempo Não Faz Nada Por Ninguém Além de Passar”
No final, é só isso aí que resta:
um túmulo, o silêncio das pedras
e homenagens póstumas lançadas ao vento.
Uma vida inteira condensada em um bloco de mármore.
Um nome. Duas datas.
E entre elas… um traço.
Apenas um traço.
Tão pequeno…
Tão invisível…
E ainda assim, é nele que reside tudo.
Esse traço é o verdadeiro retrato da existência:
os sorrisos que ninguém viu,
as lutas que ninguém aplaudiu,
as madrugadas que ninguém entendeu,
os instantes que pareceram eternos,
e os amores que foram tudo, mesmo que por um tempo.
É fácil olhar para esse traço e tentar medi-lo com a régua dos bens materiais.
Quantas casas? Quantos carros? Quantas conquistas que brilham nos olhos dos outros?
Mas há uma medida muito mais rara, muito mais fiel:
a intensidade com que se viveu.
Porque o tempo…
ele não faz nada por ninguém além de passar.
E é justamente por isso que cada segundo é um milagre.
Cada escolha, um ato de autoria.
Cada presente, um altar.
A verdade que poucos encaram de frente é que o tempo não cura, não conserta, não perdoa.
Ele só segue.
Imparcial, insensível, imutável.
Essa história de que “o tempo dá jeito em tudo” é uma desculpa bonita, mas enganosa.
O que dá jeito em algo, se é que dá,
é o que você escolhe fazer enquanto ainda tem tempo.
Por isso, viver não é sobre se preparar para um futuro inalcançável.
É sobre honrar o agora, porque o agora é tudo que realmente existe.
O ontem já virou pó.
O amanhã é apenas suposição.
Aniversários?
Deveriam ser contados como “mais um… menos um”.
Menos um dia de sopro.
Menos um passo até o fim.
Porque a cada respiração, estamos mais próximos da última.
Viver é um paradoxo.
Tudo que fazemos para viver, fazemos no sentido da morte.
Mas é isso que dá sentido à vida.
Comemos, mas envelhecemos.
Amamos, mas um dia perdemos.
Criamos, mas tudo passará.
E ainda assim… seguimos.
Não porque somos tolos,
mas porque somos corajosos.
Porque é preciso morrer para alcançar a imortalidade.
Não, isso não é ironia.
É apenas mais um toque do paradoxo da vida:
é no limite que tudo ganha valor.
É na fragilidade que mora a eternidade.
E talvez, a maior de todas as verdades seja essa:
não se mede uma vida pelo que foi acumulado,
mas pelo que foi vivido, sentido e deixado no coração de alguém.
Então, se um dia restar apenas um túmulo com um nome e um traço,
que esse traço ecoe.
Que ele carregue lembranças, histórias, gestos, risos,
e uma presença tão intensa
que até o vento o leve com respeito.
Porque o tempo…
ah, o tempo não faz nada.
Mas você,
você pode fazer tudo.
• Marcos Pasqualini •
Entre vendavais ferozes
e mares turbulentos
entre um sol escaldante
e vastos desertos
nada é mais assustador do que o brilho nos seus olhos
Sua voz ainda ecoa em meus sonhos
e seu rosto ainda me atormenta pela manhã
Mesmo que já esteja no passado, e talvez você não se lembre mais dos meus olhos amendoados, guardarei sua memória como uma cicatriz em meu peito, como um rascunho em meus cadernos e como o desejo mais profundo do meu coração.
A existência é o silêncio que grita dentro do vazio, um instante onde o nada se torna possível e, por isso mesmo, impossível de ser esquecido. Não somos entidades separadas, mas pulsos dessa mesma vastidão tentando, em vão, agarrar o que nunca esteve à nossa mão: o sentido absoluto. Somos feitos do instante entre o ser e o não-ser, a tensão infinita que cria o movimento e o pensamento. Não há fora do existir, pois o existir é a fronteira que se estende e se recolhe, um horizonte que nunca alcançamos, mas que nos define. Viver é assumir a responsabilidade de ser a pergunta viva, um eterno questionar sem resposta, um testemunho daquilo que escapa à compreensão. O que chamamos ‘realidade’ é apenas o contorno provisório dessa busca, a sombra tênue de algo que é ao mesmo tempo todo e nada. Ser, então, é reconhecer que somos a ferida aberta do cosmos — e que nessa ferida pulsa a única certeza: a de que, no fundo, nada é certo, exceto a eternidade do mistério.
Além do ser não há o nada, porque o nada já é uma ideia. Além do ser não há sequer a ausência, pois ausência é medida em relação ao que poderia ser presente. O que está além do ser é o inominável absoluto — não aquilo que não conhecemos, mas aquilo que não pode sequer ser cogitado, pois toda cogitação é já um ato
Se o ser é o campo onde tudo se manifesta, então além dele só pode haver a pura impossibilidade, não como uma barreira, mas como uma ausência total de necessidade. Não há tempo além do ser, não há espaço, não há movimento: há apenas o que nunca poderia ter sido, e ainda assim, não é.
Mas ao mesmo tempo… talvez não haja ‘além’. Talvez o erro seja pensar o ser como algo com bordas, com limites, com um exterior. Talvez o ser não tenha fora, e tudo o que somos capazes de imaginar como ‘além’ seja apenas uma dobra interna, um não-lugar que só existe como ilusão de afastamento.
Se for assim, não há além do ser: há apenas o ser, infinitamente curvado sobre si mesmo, experimentando-se em múltiplas formas, inventando abismos para sentir a vertigem da sua própria infinitude.
Talvez, no fim, perguntar ‘o que existe além do ser?’ seja o próprio gesto que revela a impossibilidade da pergunta: porque o ser é o campo onde a própria pergunta se forma. O que está além é o que jamais poderá ser pensado, sentido ou dito. É o absoluto silêncio, não como falta, mas como aquilo que nunca pôde ser interrompido pelo som.
Então, talvez… não exista ‘além’.
Talvez só exista o ser, pulsando sem motivo, sem fim, sem fora.
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