Eu sou tudo e nada
2696 📜 Deixe de Conversa pois isso aí não é nada difícil. Difícil é embrulhar, no mesmo pacote, dois cocos inteiros, um cabo de vassoura (sem vassoura), um serrote e uma raquete de tênis. Quero ver!
2739 📜 Mesmo sem publicar nada da própria Autoria, mesmo assim os Fantasmas das Redes Sociais estão ativos, 'trabalhando' como poucos! Que caras de 'madeira', HeuHein!
2749 📜 Não estou gostando nada... Alguém comeu todo o 'beicon' do Meu Café da Manhã. Alguém fez isso, mas isso não se faz!
2843 📜 Para terem ideia💡clara do Poder de BÁBA ZEFA, os acertos dela são de 100%, com nada daquilo de 'margem de erro pra mais ou pra menos'. Com BÁBA ZEFA não existe 'margem de erro, Hum!
2875 📜 Muitos são os Poderosos nesta Vida mas, para Mim, nada se compara ao Poder das Mulheres e dos Felinos. Apesar de Ambos me encantarem, Ambos também me atemorizam e até me dominam... E eu gosto de saber!
2936 📜 Já disse e repeti que não Odeio Bolsonaristas. Não odeio nada nem ninguém. Então, por que eu Odiaria (ou 'Odeiaria') Bolsonaristas? Podem me dizer? HeuHein!
Cheguei a conclusão que nada nesse mundo é mais valioso que o ar que você respira. Ele é fundamental, essencial e necessário.
Amar profundamente é carregar uma saudade que não cobra nada, um sentimento que prefere a dor da ausência à facilidade do esquecimento.
Talvez o vinho não aqueça nada.
Talvez ele apenas revele
o que já estava quente por dentro.
E você fica especialmente bonita nessa cor —
como se tivesse sido escolhida
para carregar todos os tons que eu não sei dizer.
Minha camisa da SZA em você,
o preto quebrando o vinho,
e minha imaginação completando aquilo
que meus olhos nem sequer tiveram permissão para conhecer.
Mas existe algo ainda mais curioso…
São os teus olhos.
Castanhos, eu sei.
E, ainda assim, quando me veem, parecem mudar de cor.
Aquele brilho que antes parecia apenas razoável
se transforma em alguma coisa quase impossível de explicar.
Como uma esmeralda cintilante
quando encontra a luz certa.
E talvez eu esteja enganada…
talvez seja só a minha maneira de enxergar você.
Mas gosto da possibilidade
de que, quando seus olhos encontram os meus,
alguma coisa também mude aí dentro.
E existe a tua boca…
Não preciso dizer muito sobre ela.
Talvez seja justamente o silêncio que diga mais.
Só consigo imaginar aquele instante tranquilo,
quando o espaço entre nós diminuiria devagar,
como se até o tempo soubesse
que certas coisas não precisam de pressa.
Um beijo calmo,
daqueles que não pedem explicação,
apenas deixam uma pergunta no ar:
“E se a gente tivesse deixado acontecer?”
Curioso…
Será que você sente alguma coisa parecida
quando percebe que existe alguém
pensando demais em uma simples imagem sua?
Ou será que certas ideias
só ficam perigosas
quando existe a possibilidade
de serem compartilhadas?
Porque talvez o verdadeiro mistério
não seja aquilo que eu imagino sobre você.
Talvez seja descobrir
o que você imagina quando pensa em mim.
E é justamente nessa diferença
que mora a minha curiosidade:
entre aquilo que eu digo,
aquilo que você entende
e aquilo que nenhuma de nós
tem coragem de dizer.
Se você olhar com presença para o que se repete, vai descobrir que nada se repete de verdade. O mesmo sol nunca nasce igual, e a mesma xícara, hoje, pesa diferente na mão. Há um mistério miúdo em tudo o que insiste em parecer comum.
Acontece que a pressa cega os detalhes — e o mundo, quando não é olhado, encolhe. Vira rotina, vira parede branca, vira som de relógio sem música.
Mas se você se inclina, se chega mais perto com a delicadeza de quem escuta o segredo de uma folha, verá que há universos escondidos nas frestas. Um vento que passa entre duas árvores pode ser uma dança. Uma sombra no chão pode ser um poema que ninguém escreveu ainda.
É só questão de treino — desaprender o óbvio, reaprender o espanto. Porque o essencial não grita: sussurra. E só escuta quem vive devagar o bastante para se surpreender com o que já estava ali, pedindo para ser notado.
A hora de mudar não chega fazendo alarde. Ela não quebra nada, não grita, não cria caos. Ela chega em silêncio, com educação, quase pedindo licença. A hora de mudar começa quando o lugar onde você está ainda funciona, ainda entrega, ainda é reconhecido — mas já não conversa com quem você se tornou. Não é só quando tudo dói.
Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. É quando o conforto começa a anestesiar, quando a repetição passa a parecer competência, mas por dentro já virou desistência. É perceber que, muitas vezes, seguimos fiéis a versões antigas por lealdade, não por verdade.
Mudar não é fugir, é alinhar. Não é romper por impulso, é sustentar uma coerência interna que já cresceu demais para o cenário atual. Quem muda não abandona tudo; abandona apenas o que deixa de honrar o próprio nome.
Toda mudança legítima carrega um luto discreto, mas também uma excitação limpa — aquela que não vem do risco pelo risco, mas da sensação íntima de estar, finalmente, no próprio eixo.
A hora de mudar é reconhecer que permanecer exige que você se diminua. E eu aprendi cedo, e desejo que isto também ecoe em ti: não nascemos para nos fazer caber.
Não há nada mais estimulante
para a inveja e a maldade alheias
do que ser alheio a elas.
Nada incomoda mais aqueles que se alimentam da desgraça alheia do que perceber que suas provocações não nos alcançam, que suas palavras não nos ferem e que suas atitudes não têm o poder de nos desviar do nosso caminho.
A inveja deseja nos ver diminuídos;
a maldade, provocar em nós alguma reação. Ambas se frustram quando não encontram espaço em nossa vida.
Ser alheio à inveja e à maldade não significa ignorar sua existência, tampouco ser indiferente ao sofrimento humano.
Significa não permitir que a pequenez dos outros determine a grandeza dos nossos sentimentos, a direção dos nossos passos
ou a paz da nossa consciência.
Há uma força silenciosa em não se deixar contaminar pelo que vem para nos diminuir.
Afinal, quem conhece o próprio valor não precisa disputar reconhecimento com a inveja, nem desperdiçar a própria luz tentando iluminar a escuridão alheia.
✍@MiriamDaCosta
PERÍODO FÉRTIL
Do nada um fazendeiro chega para sua sogra e pergunta:
— Como saber o período fértil da minha esposa?
A sogra cria coragem e responde:
— Quando ela não para em casa.
— Eu não sabia disso. A senhora me fez pensar que eu não sou seu verdadeiro genro.
A sogra olha na cara dele e pergunta:
— Quando você descobre que vai ser pai, você faz o teste de DNA antes ou você assume sem saber?
Álbum: Caçadora De Pilantras
(Autor-desconhecido)
Sim
🤣😅🤔🤗
A tua voz embeleza a manhã, Lábios cor-de- maçã, Sedução nada vã, O sonho flui de uma forma que já até sinto o teu aroma de hortelã.
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