Eu sou tudo e nada
Porque existir ou porquê existo meros mundos mortais, Sou a voz que pergunta e a voz que responde.
Pois o sou é parte do somos.
Nos laços profundos de lucidez sou apenas palavras jogadas no vento.
Lanço meus pensamentos voam igual a fragmentos.
Num suposto estado inerte todavia olho os ceus e raios do luar, dando caleidoscópio mental e transcendendo meus pensamentos fragmentos num sonho.
Clamo no meu vazio existencial...
Sou coveiro de tantas ideias...
A filosofia é simplicidade compreensão inata do cepucro da alma livre.
Corvos encantam as sombras de alegorias que invente a farsa dos poderoso.
Palhaços clamam por atenção diante da alienação... um brinde por mais notórias aplausos aplausos todo tem vários tamanhos diferentes para sermos capazes de corrupção chantagens outras coisas mais.
No isolamento da catedral sou coveiro da minha vida floresce nas molduras das estátuas e do relevo do mosaico espelhando o céus e anjos e infernos em várias realidades rebeldes o anjo caído denota o inferno sendo espelho da politica que crucifica o pobres vulneráveis, o universo conspira num mundo que corvos se alimenta da tristeza da humanidade.
Aurora de outros tempos sou apenas a poeira que soprou dentro das tuas narrativas nunca prestei, nas sombras caminhei ate encontra a luz de outro olhar.
Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.
Carruagens de defruste marcam desejo efêmero.
Transcende ou sou coveiro da minha essência entre olhos perdidos abandonados pela imensidão.
Vago sob vassalos de minha críticos de minha fala, mortos pelo sentimento de existir.
No silêncio de meias verdades estou olhando o profundo eu no sentido do meu ser...
Meus labios tremem de frio pois a madrugada fria demonstra o luar como sua vitima voraz exclama os ares da neblina. Numa constante sou vento frio que levou suas experiências verbais ate a cova do destino.
Bem estar caindo num copo de cerveja quente pois amargo se contrasta no profundo do esplendor do amanhecer.
Linha do acreditar em algo nunca viu mais acreditar pela manipulação aleia.
Ser que sou diante do sou, porquê ainda sou eu diante voce duvido que penso pois o que sou diante do meu eu, o centralismo político e religiosa.
Muta a virtude coloca outro espelho com ajuda de deepfake espelhos digitais, falacias de contos usando vies da fisolofia a favor da ideologia implantada de sombras idealista,
Dando ausência politica pessoal do ser eu se uso que sou diante que sou a narrativa torna se a narrativa.
A história verdadeira irrelevante pois uma pragmática do jogo da alienação, o que presta ou que não exste dentro de universo de fadas, como conhecer um fundamento pois so conhece o que esta escrito, realidade ambígua diferente que julga qutro paredes ou insinua saber. O achismo primeira lei da coisificação dentro geopolítica e pragmática eucentrismo. Sendo a parti da ai duelimo da alienação e negacionismo trazendo a tona verdadeira história irrelevante pois sensalismo barato marca registrada da polarização o fogo que precisa.
Na linha do racionio sou uma melodia.
Nos espelhos do espaço translúcido sou eter nas atitudes do mundo esquecido pois humano florescem em suas ideologia.
Calo me arrumando pela fumaça da emaranhado quantico de meus pensamentos.
Frutos da alienação social o queres doces direita ou esquerda dentro do seu mundo.
Sou verso antes da palavra,
eco antes do som,
mistério que se procura
no espelho do próprio dom.
Habito em muitas moradas,
sou plural em cada fim;
às vezes nem me conheço
quando faço poema de mim.
Não me subestime,
Sou capaz de queimar o barco comigo dentro em alto mar,
Só pra ver quantos ratos faltam pular.
um eco sem voz é uma faísca guardada na caixa de fósforos vazia. sou o rascunho de um plano que o tempo esqueceu de executar, feixe de dados disfarçado de carne algoritmo poético que sangra tinta invisível um labirinto que muda de paredes a cada passo constante como a maré, instável como o vento sou a resposta que faz a pergunta chorar um sopro no vidro que embaça a realidade nada além de um ponto final que insiste em ser reticências...
Pró-Vida
sou da luta em defesa da vida,
mas só antes dela nascer.
depois que nasce a tal vida,
não me interessa, não quero saber.
a vida da mãe não me importa,
nem a vida do recém-nascido,
aborto paterno não conta,
o ser vivo é um caso perdido.
a vida deve ser respeitada
entre concepção e gestação,
a menina que foi estuprada,
aceite o destino, a nobre missão.
no nascimento sagrado
após a luz só escuridão.
toda vida é a vontade de Deus,
exceto a que já nasceu.
milhões de crianças nas ruas,
que se danem,
não sou pai de plebeu.
eu sou da família de bem,
tive berço e valores cristãos.
sou da luta em defesa da vida,
mas escolho quem deve viver.
por isso defendo a vida,
muito antes dela nascer.
os milhões a sangrar e morrer,
são problema dos esquerdopatas,
que têm pobres de estimação.
eu relincho e refugo nas patas,
estandarte da defecação.
eu sou da família de bem,
tive berço e valores cristãos.
relincho e refugo nas patas,
estandarte da defecação.
23/09/23
Michel F.M.
Não cobiço carreira,
Não cobiço estabilidade,
Sou a ameaça sociopata,
O risco perigosamente presente;
Obrigado ao constrangimento,
Sou grato pelas humilhações;
A difícil fase, face ao descontentamento,
Cria e resolve as perseguições.
E criará...
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