Eu sou tudo e nada

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Eu não amo você, Tristan. Aliás, nem gosto mais de você. Você estava lá, só isso. Estava lá.

Para mim é suficiente ter a certeza que tu e eu existimos neste momento.

Gabriel García Márquez
Cem Anos de Solidão

⁠Eu tô fingindo que eu tô bem porque não é culpa de vocês, mas... Eu não tô bem.
(Steven)

Enquanto você está aí me mandando indireta, eu to curtindo a vida com um belo sorriso no rosto.

Eu amo seus olhos tão negros, tão puros,
De vivo fulgor;
Seus olhos que exprimem tão doce harmonia,
Que falam de amores com tanta poesia,
Com tanto pudor.

A vida é um maldito uppercut
Bem dentro da porra do intestino
Quero acabar com isso, mas
Eu não tenho coragem.

Eu achei que tinha sido machucado antes
Mas ninguém me deixou tão ferido
Suas palavras cortam mais do que facas
Agora preciso de alguém para me trazer a vida
Sinto que estou indo para baixo
Mas eu sei que conseguirei sair vivo
Se eu parar de chama-la de amor
E superar

Eu sempre supus que o amor era uma desvantagem perigosa, obrigado pela prova definitiva.

⁠Não oro para que Deus faça a minha vontade, mas para que eu me adeque a Dele.

Alice perguntou: Gato Cheshire... pode me dizer qual o caminho que eu devo tomar?
Isso depende muito do lugar para onde você quer ir – disse o Gato.
Eu não sei para onde ir! – disse Alice.
Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve.

(Alice no País das Maravilhas)

Um acaso te conhecer, um acaso falar com você e por esse acaso eu to gostando de você

Poesia - Monólogo da Solidão ..

E eu, ainda aqui.

Deixando a tolice, não sei de que lado, bobo infeliz, pobre desgraçado, sonhando ou pensando virado acordado.

Percebo meu ócio, o grande culpado, me engana, me joga, algo disfarçado, pois sabe não vejo. Estou enganado ?

Olha pra mim, o bem que se faz, meu riso irônico, de raiva fugaz. Não sei se criança ou ainda rapaz, se engana com a vida, esse traste incapaz.

Espera desculpa, procura a culpa. Deixe de tolice que nada se faz. Só peço que fale, mas não que se cale, pois falo demais.

Continuo eu, ainda aqui.

Os livros são poderosos instrumentos de transformação. E quanto mais interesse eu tiver, mais interessante eu fico.

Nas minhas relações com as pessoas descobri que não ajuda, a longo prazo, agir como se eu fosse alguma coisa que eu não sou.

O valor do "Eu te amo" ñ esta na frase e sim no sentimento...

Eu insisto, persisto, não mando recado... Eu tenho algo a dizer, não vou ficar calado.

Eu prefiro os dias chuvosos, as noites escuras, os corvos e os lobos negros.
Acho que há algo obscuro dentro de mim.

Eu detesto hipocrisia, egocentrismo e falsidade. Pessoas que gostam de posar de boazinhas e ser centro das atenções.
Não gosto quando dão mil voltas antes de chegar ao assunto, discursos vazios e palavras sem emoção. Fico extremamente irritada com as pessoas que não respeitam o mau-humor alheio, sociáveis demais, que reclamam quando xingo ou quando acreditam que sou obrigada a ouvir lições de moral. Detesto quando usam esses clichês idiotas como "no final dá tudo certo" ou "tenha paciência". Não gosto que me subestimem, mintam pra mim e também não suporto gente medrosa. Detesto tudo que é normal demais, simples demais, igual demais.
Quem sou? Ah, eu também gostaria de ter essa resposta. Sou complexidade, confusão, dúvida, anormalidade, mistério. Sou o desconhecido, o intocável, o indecifrável. Ora mulher decidida, ora menina vulnerável. Eu? Ah, sou um ponto de interrogação.

Eu te amo mil milhões.
(Morgan Stark)

Me ataque com palavras, que eu te ataco com o meu silêncio e pode ter certeza: machuca bem mais.