Eu sou tudo e nada

Cerca de 409696 frases e pensamentos: Eu sou tudo e nada

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...
Na estrada e
longe da cidade
foi onde tudo começou
onde construir minha casa
onde cultivei meu amor

Inserida por AllamTorvic

⁠—
Ser pai é acima de tudo
oferecer um coração incondicional,
adaptar-se às mudanças;
a certeza de um colo amigo
Responsabilidade e cuidado
entender linguagens em olhares,
perceber palavras em silêncio,
compreender choros e sorrisos.

Ser pai é ser imagem e semelhança de filho.

Inserida por AllamTorvic

A noite pálida
tudo está tão calmo
relativo a mim
vejo sombras e ventos,
La fora o silêncio
As linguagens do ar.
.
No escuro
As árvores dormem
As nuvens choram
os pássaros escrevem;
com bicos e penas
seus lindos poemas,
sem ter amanhã.

Inserida por AllamTorvic

"Alguém com traços de profundidade é acima de tudo alguém silencioso. Os poços de águas profundas não ficam em grandes metrópoles geralmente estão em lugares distantes."

Inserida por AllamTorvic

⁠TUDO É ÚNICO

Traduzir silêncio
é uma nota singular

O arbítrio das leis
Na alma humana,
a imagem da vida.

Inserida por AllamTorvic

⁠Da imaginação à esperança,
Da ribalta ao backstage
Tudo é esquecimento.

Inserida por AllamTorvic

Paz & Sabedoria.

O vento do Espírito Santo,
Soprou em minha vida
Tudo que era efêmero se desfez
Ficaste somente, o eterno
Alma e espírito.

Inserida por AllamTorvic

Nem tudo o que imaginamos é verdade.
Nem tudo o que achamos que os outros estão pensando ou fazendo é verdade.
Nem todas as ações que pensamos serem as corretas, são realmente boas.
A nossa cabeça cria milhares de pensamentos bons e ruins todos os dias e cabe a vocêdecidir se vai escuta-los ou não.

Inserida por Lulibakal

⁠Isso é tudo!
(Miranda)

Inserida por pensador

Pra tudo tem um jeito na vida... se nao achar, a gente inventa um!

Inserida por ZeOliveirao

A vida é um turbilhão de coisas ao mesmo tempo, e está tudo bem!

Inserida por brut0

Não tenha medo do novo, o viver sempre será uma incógnita, e está tudo bem.

Inserida por brut0

⁠Os escravos perdem tudo ao serem acorrentados – até mesmo o direito de se libertar dos grilhões; amam a escravidão tanto quanto os companheiros de Ulisses amavam seu embrutecimento. Portanto, se existem escravos por natureza, é porque existem escravos contra a natureza. A força fez os primeiros escravos, a covardia os eterniza.

Inserida por leobosco

⁠O Sabão e o Silêncio das Pequenas Revoluções

O sabão, simples e comum nos olhos de quem tem tudo, é quase mágico nas mãos de quem tem pouco. Em muitas famílias africanas, ele não é apenas um produto de limpeza, é um símbolo de transformação silenciosa, uma revolução embalada em espuma.

Com ele, mães lavam a roupa dos filhos e, ao mesmo tempo, lavam a poeira da desigualdade. Com ele, crianças tomam banho antes de ir à escola, carregando consigo não apenas o cheiro da limpeza, mas também a dignidade que a sociedade tantas vezes lhes nega. O sabão limpa, mas também cura: previne doenças, protege corpos frágeis, restaura autoestima.

Talvez seja por isso que se diga que ele “faz maravilhas”. Porque, onde falta quase tudo, até o mínimo vira milagre. Enquanto em algumas partes do mundo se discute qual marca de sabonete é mais perfumada, em outras, comemora-se simplesmente tê-lo. Ali, o sabão é ouro branco não pelo valor que tem nas prateleiras, mas pelo impacto que gera nas vidas.

E essa constatação dói.

Dói porque nos lembra que há famílias para quem um pedaço de sabão é a linha tênue entre saúde e doença, entre dignidade e abandono. Dói porque escancara um mundo onde a normalidade de uns é o luxo de outros.

Talvez seja hora de olhar com mais atenção para essas maravilhas discretas. De enxergar que o verdadeiro progresso não está apenas em construir arranha-céus, mas em garantir que todas as famílias em qualquer canto do mundo tenham o básico para viver com dignidade. Porque enquanto o sabão for considerado um milagre, ainda teremos muito por fazer.

Inserida por Murromoliua

⁠Podemos nos orgulhar de qualquer coisa, se ela é tudo o que temos. Quanto menos se tem, talvez mais precisemos nos orgulhar.

John Steinbeck
A leste do Éden. Rio de Janeiro: Record, 2023.
Inserida por pensador

SER!...

Dorme, dorme!
E parem tudo!
Tudo, tudo o que?
Tudo que parece ser...
O universo que existe
Também o que não se ver.
Os astros bem pequeninos
As estrelas que não se veem
No minúsculo universo
Do meu magistral ser...

Inserida por NICOLAVITAL

INSENSATEZ:

O cansaço que me fadiga
Furta-me a sensatez
Faz-me cobrar-lhe a paga
Por tudo que não o fez.

Inserida por NICOLAVITAL

NAVE DO DESASSOSSEGO:

Ao progresso dos nefastos
Tudo vinga sem parar.
Para-brisas, para-choque.
Para-raios, para-sar.
Parangolé, parafusos.
Parapente, paraquedas.
Parapeito, parabólica.
Tudo fica como está.
Para tudo, não dá mais!
Para o mundo, não aguento!
Vou migrar pro’utros locais
Que não tenha tanta crença...
Não possua caifás.
Pare, eu quero descer!
Dessa nave de trapaças
Dirigida pelos tais...
Que vertem o verde das matas,
E aos que ela apraz.
Negociam os que lhe habitam
Sem parecer dos cocais.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠CRÔNICA AO COTIDIANO:
Há momentos que pensamos em um só instante Pluft... Jogar tudo para o alto e desaparecer... Evaporar em brumas e só!
Você ainda não se sentiu assim? Como se estivesse dentro de um quarto fechado sem entrada nem saído? Como uma roupa justa, justíssima, sob sol a pino. Feito uma gravata sufocando-lhe a respiração?
Quiçá o sapato mutilando seu quinto dedo.
É certo dizer que assim nosso mundo desaba sobre nossas cabeças deixando transparecer não ter fim todo esse sofrimento que sucumbe nosso bom humor em um contexto que propõe empatia.
Ah! Você não se liga? Ou nunca vivenciou?
Certamente és o pensamento de que as estações são mutáveis. De maneira seleta e glamurosa. Ah! Como é assustador esse nosso momento de ausência.
Ora! Quem nunca viveu esse tédio e suas maluquices em seu cotidiano de outrora?
Então, mirem-se nas Marias/Marias – Fateiras do nosso sobrevivente Araçagi que nas tardes de sexta-feira cantarolavam em suas margens enquanto lavavam seus “fatos” vendidos no dia seguinte na feira livre da “Esperança”.
Tais quais as lavandeiras do romântico Tejo, do imortal poeta português Fernando Pessoa que também foram vítimas dessa famigerada pantera austera.
Não obstante, só depois de crescidos convivemos com esse mal.
Todavia, só há um lenitivo para a cura desse Mal Agouro que assola a humanidade. Renascer... Deveras renascer.
Será? Ou quem sabe se espelhar nas Marias/Marias do Araçagi ou nas lavandeiras do Téjo que além de lavarem seus “Fatos”, deixavam fluir naquelas águas correntes seus tédios para aflorar a vida.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Série Miniconto:

FRUSTRAÇÃO:
Queria ser tudo que sonhara. Foi, e não ficou...

Inserida por NICOLAVITAL