Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Estamos todos inseridos no mesmo sistema, o tempo passa e o movimento é o mesmo. Só mudam as estações.
Chega um momento em sua vida em que é preciso parar e pensar um pouco em si mesmo. Deixar livre o coração para escolher a direção. Calar de sua boca as lembranças dolorosas, pôr um fim na dor, cessar as lágrimas, olhar em frente e caminhar, apenas caminhe, para onde seus pés a levarem. Seja escrava de seus pés, e eles te levarão para ser dona do seu coração.
O amor fraterno permite a eternidade da amizade. Ele sela os corações que nem mesmo o tempo, a distância e o silêncio conseguem macular tamanho sentimento. Ser amigos é ser eternos, ser presença mesmo na ausência.
Ao meu amigo e Bruxão Sandro Gonçalves
Não use palavras em vão, use palavras e respeite-as, como se elas fossem parte de si mesmo. Voce é dono delas, então respeite-as, e serás respeitado também .
Amar é sentir-se livre e ao mesmo tempo querer prender-se aquilo que você ama. A vida e seus paradoxos.
O ser humano quando fala usa uma arma capaz de brotar sentimentos, repartir felicidades ou até mesmo destruir toda uma existência
Mesmo que nas atuas conjecturas as minhas possibilidades sejam mínimas, ao que permeia a vida, as minhas esperanças são infinitas...
Não me importa saber se existam pessoas que não gostem de mim ou mesmo da música que canto ou toco. O importante em saber é que amo a música e a música estará em minha alma sempre!
Essa é a minha benção pra todos akeles que foram amigos de verdade Durante o ano... mesmo aqueles que mesmo nos conhecendo por um, dois, ou mais dias... se mostraram serem dignos da minha amizade... Eu não tenho dinheiro suficiente pra pagar a voça amizade, o vosso consolo qdo digo q n xtou bem!... o vosso apoio... mas tenho a minha caneta que pelo vosso carinho esmaga tinta sobre a folha... pra vos dizer o qto são importantes pra mim!... Bjocas... FELIZ NATAL PRA VOCES
VÉSPERA DE NATAL”
Era véspera de Natal, e nada na casa se movia,
Nenhuma criatura, nem mesmo um camundongo;
As meias com cuidado foram penduradas na lareira,
Na esperança de que Papai Noel logo chegasse;
As crianças aconchegadas, quentinhas em suas fronhas,
Enquanto rosquinhas de natal dançavam em seus sonhos;
Mamãe com seu lenço, e eu com meu gorro,
Há pouco acomodados para uma longa soneca de inverno;
Quando no jardim começou uma barulhada,
Eu pulei da cama para ver o que estava acontecendo.
Para fora da janela como um raio eu voei,
Abri as persianas, e subi pela cortina.
A lua no colo da recém-caída neve,
Dava um lustro de meio-dia em tudo em que tocava,
Quando, para meus olhos curiosos, o que apareceu:
Um trenó miniatura, e oitos renas pequenininhas,
Com um motorista velhinho, tão alerta e muito ágil,
E eu soube, na mesma hora, que era o Papai Noel.
Mais rápido que uma águia vinha pelo caminho,
E assobiava, e gritava, e as chamava pelo nome;
“Agora, Dasher! Agora, Dancer! Agora, Prancer e Vixen!
Venha, Comet! Venha, Cupid! Venham, Donder e Blitzen!
Por cima da sacada! Para o topo do telhado!
Agora fora, depressa! Fora todos, bem depressa!”
Como folhas revoltas antes do furacão,
Sem encontrar obstáculos, voaram para o céu,
Tão alto, acima do telhado voaram,
O trenó cheio de brinquedos, e Papai Noel nele também.
E então num piscar de olhos, ouvi no telhado
O toque-toque e o arrastar dos casquinhos.
Como um desenho em minha cabeça, assim que virei
Descendo a chaminé Papai Noel vinha resoluto
Todo vestido de peles, da cabeça até os pés,
E com a roupa toda manchada de cinzas e carvão;
Um saco de brinquedos em suas costas,
Parecia um mascate ao abrir o saco.
Seus olhos – como brilhavam! Suas alegres covinhas!
Suas bochechas como rosas, seu nariz como uma cereja!
Sua boquinha sapeca curvada para cima como num arco,
A barba em seu queixo tão branca como a neve;
O cabo do cachimbo bem preso em seus dentes,
A fumaça envolvendo sua cabeça como uma guirlanda;
Tinha um rosto redondo e uma barriga grande,
Que sacudia, quando ele sorria, como uma tigela de geléia.
Era gordinho e fofo, um perfeito elfo velhinho e alegre,
E eu ri quando o vi, sem poder evitar;
Uma piscada de olhos e um meneio de cabeça,
Na hora me fizeram entender que eu nada tinha a temer;
Não disse uma só palavra, mas voltou direto ao seu trabalho,
E recheou todas as meias; então virou no pé,
E colocando o dedo ao lado do nariz,
Acenando com a cabeça, a chaminé escalou;
Pulou em seu trenó, ao seu time assobiou,
E para longe voaram, como pétalas de dente-de-leão.
Mas ainda o ouvi exclamar, enquanto ele desaparecia
“Feliz Natal a todos, e para todos uma Boa Noite!”
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