Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Às vezes é preciso fingir descansar para aguentar transitar pelo corredor hospitalar.
Os que fingem descanso, não sucumbem ao cansaço que não mora só no corpo, mas também na alma.
No corredor hospitalar, o repouso raramente é inteiro: os olhos se fecham, mas os pensamentos vigiam…
O corpo se senta, mas o coração permanece de pé.
Ali, o descanso vira a encenação necessária — uma trégua improvisada para que a esperança não desmaie antes da fé.
Fingir dormir é, muitas vezes, a única forma de reunir forças para continuar atravessando o silêncio carregado, os passos contidos, os olhares que pedem mais do que palavras conseguem oferecer.
Nesse corredor, aprende-se que resistência também pode ser discreta.
Às vezes, não é o vigor que nos sustenta, mas a coragem de parecer frágil por alguns instantes, só para conseguir seguir em frente quando o chamado da realidade insiste em não esperar.
Que o cansaço jamais suplante a Esperança, a Fé e a Gratidão!
Graças, Pai!
A maior comprovação de que as qualidades são imorríveis é a impossibilidade de esquecer os que
já se foram.
Não é o corpo que permanece, nem a voz que ainda ecoa nos corredores da casa, nem o hábito de sentar na mesma cadeira à mesa.
O que insiste em sobreviver é algo menos visível e mais poderoso: aquilo que a pessoa conseguiu semear em nós.
As qualidades verdadeiras não se comportam como objetos que se perdem com o tempo.
Elas se comportam como sementes que escolhem outros corações para continuar existindo.
Um gesto de generosidade vira referência silenciosa, uma palavra justa vira bússola moral, uma coragem discreta vira exemplo que atravessa anos sem ao menos pedir licença.
Por isso, alguns mortos continuam interferindo na vida dos que ainda vivem.
Não como fantasmas, mas como presença ética.
Como memória que orienta.
Como uma espécie de tribunal íntimo diante do qual ainda perguntamos: “o que ele faria?” ou “o que ela diria disso?”.
A morte pode até recolher os corpos com a eficiência implacável do tempo, mas fracassa miseravelmente quando tenta apagar aquilo que eles deixaram pulsando em nós.
Porque as qualidades raras têm um estranho talento para se hospedar na memória coletiva — e ali passam a viver sem prazo de validade.
Talvez seja por isso que esquecer completamente alguém bom seja tão difícil.
Não porque fomos incapazes de seguir em frente, mas porque certas pessoas, depois de partirem, deixam de pertencer apenas ao passado e passam a fazer parte daquilo que ainda somos.
Não há desperdício de tempo mais bobo que tentar explicar algo para os que já escolheram em que acreditar.
Porque, no fundo, não se trata de falta de informação — trata-se de decisão.
E decisões, escolhas, quer coincidam com as nossas ou não, devem ser religiosamente respeitadas.
Há quem não busque a verdade, mas apenas argumentos que sustentem o que já foi escolhido antes mesmo da reflexão começar.
E contra decisões disfarçadas de convicção, a lógica se torna quase inútil, como chuva fina tentando atravessar vidro fechado.
Explicar exige abertura.
Não só de quem fala, mas principalmente de quem ouve.
Exige um espaço interno onde a dúvida ainda tenha permissão para existir, onde o desconforto de estar errado não seja imediatamente rejeitado como uma ameaça pessoal.
Mas quando alguém transforma sua crença em identidade, qualquer questionamento deixa de ser diálogo e passa a ser ataque.
E então nascem conversas que não caminham.
Palavras que não encontram abrigo.
Ideias que morrem no ar antes mesmo de serem compreendidas.
Não por falta de clareza, mas por falta de disposição.
Talvez a maturidade esteja em reconhecer esses limites.
Em entender que nem toda verdade precisa ser defendida a todo custo, nem toda discussão precisa ser vencida, nem toda explicação precisa ser dada.
Há um tipo de sabedoria muito silenciosa em saber quando parar de falar…
Porque, às vezes, insistir em explicar não é um ato de generosidade — é apenas um apego nosso à necessidade de sermos compreendidos.
E isso também pode ser um desperdício.
Como fazer as pessoas gostaram de você:
- fazer que confiem em você
- que gostem dos valores que você demonstra ter
- dar esperança
- não ser apático
Como uma folha em branco
O ser humano é como uma folha em branco.
Nasce limpo, Destituido de qualquer complemento.
Com a oportunidade de uma vida plena, isto é, se tiver alguem em sua vida que saiba escrever uma boa historia, é claro.
Quando chega na adolescencia, as paginas de sua vida vão se preenchendo mais rapidamente.
Isso porque nessa faze, meu amigo... a vida corre intençamente. Vive-se muitas emoções de uma só vez, e se preenche o dobro da quantidade paginas em branco que escreveu na infancia.
Existem capitulos que se tem vontade de arrancar, mais este possui muitos anexos bons, então o que podemos fazer é passar um corretivo, ele apaga o que se escreveu, porêm deixa a sua marca para sempre.
Quando crescemos decidimos juntar dois livros diferentes,duas historias que tiveram dois rumos diferentes e passamos a escrever uma unica historia só que juntos.
E assim se prossegue ate a velhice quando uma das duas historias chega ao fim, seu papel acaba, mais deixa seu livro para a pessoa que o escreveu junto com você sempre leia e se lembre como foi bom a historia que escreveram juntos naquelas folhas em branco...
.. E então aquela pessoa especial entra na sua vida,
você não sabe de onde veio, a que veio e por que. Mas a única certeza que tens é que não quer deixá-la ir embora, não agora que já é tarde demais, não agora que ela já se fez uma parte de ti, uma grande parte de ti..
As vezes deveriamos ser mais duros, ser mais intransigentes, menos passivos, mas tem certas coisas que estão na alma e que não mudam, se meu erro é ser correto, coerente e bom, esse será o meu defeito para o resto da vida.
Uma das fases que mais te causará choque e medo em toda sua vida será no momento em que perceberás que a sua felicidade só pode ser plena com a presença de outro alguém, e esse alguém não contribuir de forma alguma para que isso aconteça.
"Felicidade pode ser uma coisa tão simples ,
a partir do momento em que passamos a entender que só depende de nós mesmo"
É engraçado como nossa vida se desenrola, ou antes, marcha na fieira do tempo. Chega um momento em que, inopinadamente, dobramos do Cabo da Boa Esperança para o Cabo das Tormentas, num percurso inverso ao de Bartolomeu Dias. E o pior é que, ao nos darmos conta disto, nossa nau desembestada já está se aproximando de Calecute.
Tem gente que so pq tem uma briguinha que dizer q naum pode falaa mais muitass veses isso acaba virando rotina que eu queria que acabass..
Queria te ter aqui agora
Queria que pudesse ver meu sorriso bobo ao ouvir o seu
"te amo",
Queria poder te beijar toda hora
E poder te prender em mim, e não mais soltar,
Queria escrever seu nome no rascunho do celular sem ter que depois apagar,
Queria te ter aqui agora
E poder te prender em mim e não mais soltar,
E queria poder te aquecer ao sentir frio e te beijar quando falasse demais,
E queria poder levar seu cheiro comigo todas as vezes que a saudade em mim apertasse,
Queria te ter aqui agora
E queria não ter que sentir a agonia que me domina ao escrever pra tí
E queria então, o seu abraço sentir, pra nessas horas me acalmar e saber que passará,
E essa saudade só me faz querer e ser mais forte pra no futuro te ter ,e, alcançar a paz
Eu queria te ter aqui agora.
Feche os olhos,
seu sonho está prestes a realizar-se,
há um mundo de hipóteses pra você,
e nele qualquer cor é cabível e incabível.
O avião baixa cada vez mais,
e tu está vendo a nova terra prestes a ser pisada por você,
e agora com prestígio,
você é FAMOSO,
feche os olhos,
os flash's das câmeras dos jornais irão te cegar.
Ontem, você brincava de casinha,
hoje, constrói um império,
em solo europeu,
és rei,
conquiste seus súditos,
seu povo,
seja servido.
Você está em um mundo encantado,
os cavalos da rainha voam,
os servos tem orelhas grandes,
e as plebeus adoram golpear.
Descendo verá todos,
e desta vez todos te verão,
pois a fama para você é algo novo,
inusitado.
Mas falamos tanto de fama,
e esquecemos do amor,
falamos de fama, fama, fama, fama,
ora bolas, já vou me esquecendo de novo do amor?!
O ser humano e um ser vivo que tbm é um tipo de Praga, se no ser humano e capaz de achar q temos q esterminar um tipo de ser q nos incomoda ou atrapalha ou prejudica por nao tem pena de morte ?
“Caramba, qual o teu problema? Acha que é assim? Chegar, marcar e ir embora? Por um momento pensei que seria diferente de todos, que tua intenção era realmente me fazer feliz. Tu me transmitia tanta confiança, parecia realmente saber o que tu estava falando quando me dizia ‘eu te amo’, mas pelo visto fui apenas mais uma otária a se iludir com tudo que tu dizia. Tu poderia ter sido tanta coisa, mas preferiu ser apenas mais um babaca a me fazer tantas promessas para depois me abandonar no meio do caminho. Aonde eu estava com a cabeça quando fui me apaixonar por você e permitir que causasse tudo que me causou, que fizesse todo esse estrago aqui dentro de mim? Como eu pude ser tão otária a ponto de acreditar que alguém como tu, pudesse realmente saber o que estava falando quando me dizia ‘eu te amo’? Não sei se a babaca sou eu, por ter permitido isso tudo, ou tu por ter preferido ser apenas mais um."
- A timidez é uma questão de íntimo.
De espaço de beleza.
De mulher de camarim.
A timidez é uma questão de sedução.
Entre o início e o fim.
- O espinho que incomoda
A espinha que comoda
O espinho que grita
A espinha que geme
O espinho que inflama
A espinha que flama
O espinho que doe
A espinha que move
O espinho que chora
A espinha que ama.
“Sorri porque você é melhor que tudo isso. Porque a pessoa que você vê no espelho é a única pessoa que pode te fazer feliz.”
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