Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Ao olhar para estrelas, fico em transe e imagino o tão bom foi beijar sua boca.
Sou um enamorado da noite e sinto a brisa do seu corpo em torno do meu
"...Sou fruto e criação dos opostos, sou a falta que criou a sobra, sou a sombra que se alimenta e destaca a luz, sou nada, sou cada vez mais, sou um pouco de sal e sol e nos olhos, a chuva da noite que se tornou dia."
O grito...
Sou mais uma passageira
que não deseja embarcar nesse trem.
Sei que tenho hora marcada,
mas antes de partir,
quero andar muito
por outras estradas.
Já viajei por tantos caminhos
e sempre sozinha,
fui levando e fui levada
a compreender o desconhecido.
Fui companhia, amiga, inimiga,
cruzei muitas fronteiras
e busquei outras terras.
Travei guerras dentro de mim
em busca de minha paz.
Devolvi ao mundo,
meus ganhos, minhas perdas,
meus fracassos, minhas lágrimas,
mas também, meu sorriso
que não encontrei mais.
Deixarei sobre o palco
o pouco que restou,
são frações de quase nada
e muitas lições
que não serão tomadas.
Também ficará um grito preso
entre as montanhas escuras
que sempre dormiram,
dentro de mim.
by/erotildes vittoria
Janela dos Sonhos "Poema
Não sou nada.
Mas tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Da Janela dos meus sonhos...
Tenho milhões de sonhos...
Que ninguém sabe qual é.
Apenas um mistério guardados em meus sonhos.
Nos meus sonhos apenas uma rua...
Uma Campa gelada.
Um anjo adormecido que dorme na campa fria.
Uma rua deserta com pouquíssima gente por perto...
É uma rua inacessível a todos os pensamentos reais.
Com o mistério das coisas por baixo das pedras frias e dos seres adormecidos...
Como a morte que,deixa umidade nas paredes.
Paredes geladas, uma campa fria onde dorme os seres sem vida. ..
Mesmo os que,sem cabelos brancos são conduzidos a seus destinos.
Vageiam -se pela estrada do nada.
Estou hoje lúcida, como se estivesse passado pela escuridão...
E acordando ao romper do dia...
E chegando ao final de uma rua sem saída.
E como se não tivesse mais irmandade...
Senão uma despedida, tornando-se esta casa deste lado da rua...
A fileira de carros e uma partida gelada...
Que conduz ao destino final.
E uma sacudida nos meus nervos que, me conduz ao meus sonho.
Estou hoje perplexa, como quem pensou e achou e esqueceu...
Estou hoje dividida entre a realidade que devo seguir...
À campa fria do outro lado da rua, como coisa real por fora...
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada...
Apenas um sonho...
A aprendizagem talvez.
Desci dela pela janela dos sonhos...
Voltei à realidade e percebi que os mortos vivem através de um sonho...
De um mundo paralelo ao meu mundo.
Um mundo onde não podemos ter sonhos...
Mas podemos sentir através da campa fria.
Onde um dia terei meu sonho...
Um sonho só meu...
Que dividirei comigo mesma.
Como um anjo adormecido eu acordarei.
"Assim sou feliz"
Tenho um instinto só meu.
Gosto de viver assim, sem limites, fazendo a vida se moldar em mim.
Brinco com o tempo, contrariando sua exatidão.
Nada pode ser sério demais.
Ao mesmo tempo levo tudo ao pé da letra.
Sigo os ponteiros do meu coração.
Sou de um jeito exagerada, sou o espanto por não ter na fala a pausa precisa.
Sou borboleta arisca, que arrisca, à espera da flor mais bela.
Sou a cada minuto, a sugestão de um momento.
Sou sentimento, apego, carinho, a falta.
Sou criança, adulta, mulher guerreira.
Mais sou frágil como um passarinho.
Sou a caneta que, escreve no papel as lágrimas contidas.
Sou feliz a minha maneira.
Amo a vida por que a vida é bela.
Se caio me levanto, equilibro-me em gestos desconexos numa pranche de ilusões.
Enfrento as ondas gigantes da incerteza em autenticas vagas de emoções.
Agarro a onda que se agiganta.
Repito os gestos a queda apanho a próxima onda numa teimosia constante.
Por quanto tempo eu viver, seguirei achando que ainda não amei o suficiente.
Sou só eu mesma a todo instante.
Passarinho sem asas
Sou um passarinho sem asas
tentando voar
buscando no infinito
um lugarzinho para ficar
O vento me toca
tentando me levar
eu fico tao triste
sem asas nao posso voar
A quem me dera um milagre
e nesse céu flutuar
me perder no azul
E pra bem longe viajar
O destino nao importa
em qualquer lugar morar
se a minha paz interior
só um pouquinho gostar
O meu Deus me ensinou
onde eu for ele vai estar
a minha fé nao se abala
nunca vai me abandonar
Sou um passarinho sem asas
que vive a sonhar
buscando em ti senhor
asinhas , asinhas para voar
Vc diz que sou louca
Que perdi a razão
Saibas que minha loucura
São efeitos da dor que me causou
Das noites que passei costurando os pedaços do meu coração
Juntando forças para
Mais um dia acordar sem você!
Talvez minha loucura
Seje temporária
E a sanidade reapereca
No dia que voltar a amar..
Mas felizes mesmos são
Os loucos..
Esses falam a verdade
Choram por nada
E sorriem por tudo..
E amam pra sempre
Jamais desisto do amor, mais do que armas, sou um guerreiro destemido... sem medo do tempo... viajo sob as estrelas riscando aos céus minha passagem... no brilho de um olhar supremo me rendo em descanso, mas ao piscar dos raios me levanto em direção ao norte na mais secreta das viagens e por passagens distantes... esse pássaro azul, desaparece no radar dos homens... vem plumar sobre nuvens a espera do encontro... Não subestima um coração em voo, nada poderá alcançá-lo... Ele Sim é que vai de encontro a sua amada.
Conjucao das palavras e a unica forma de pensar conjugando seu nome aos meus sentimentos sou capaz de amar
Errei várias vezes e ainda
Continuo errando mais
Você sabe que não sou perfeita
Mas ser tola já é demais
Se houvesse algum modo
De mudar o que sou
Eu mudaria, estou cansada
Não quero ser quem sou
Eu nunca acertei de primeira
Mas por algum motivo
Eu ainda tento me encaixar
Quase como branco no preto
Nunca serei boa o suficiente
Nunca farei as coisas certas
Nunca farei alguém sorrir
Nunca serei quem espera
Eu não me encaixo no padrão
Eu não pertenço a este lugar
Se é que alguém como eu
Teria um lugar para ficar
Apenas a confusão e o medo
As lágrimas como balas
Perfurando meu peito mas
Continuo viva com sofrimento
Sou o avesso da história, sou a roupa deixada de lado, sou o bordado em seus cabelos, uma paixão que arreda a cama, um louco perdido, no manicômio desse amor, para muitos disrítmico, para mim encantador...
Veja-me de várias formas, sou lagarta, mariposa sustentada pelo vento, esguelepado entre as flores, deitado de bruços sobre as pétalas de uma rosa. Sou o que queiras que eu sejas, serei tua cama, um abrigo descoberto, relido pelas estrelas, me banho nos lençóis de teu pranto, seremos amantes, um diamante, cobiço-a: Em vez por quando me rendo a teus desejos, porém custas falar de amor...
Sou uma encantada...
Cheguei do mar...
Trago nas mãos aromas perfumado... Cujo nome é paixão
Que te ofereço em silêncio
Venho do tempo... De um lugar distante dourado... Misterioso...
Sou a luz que tomou de assalto tuas pegadas..
Enquanto o Mar geme com suas ondas da maré cheia...
Saudoso de mim...
Eu estou a sorrir-te no cristalino das águas...!
Decocção de areia
Não sei o que sou, só sei quem sou
Pulo em um mar, navego
Seco o mar esta e dentro dele uma planta morta tem
Para o fundo da areia a planta vai
Aquece e se torna uma rocha
Que com o tempo se desgasta e vira pó
Em meio aos pós há um brilho
Se desfaz feito fogo ateado na folha
E o pó com um vento se desfaz como cinzas da folha
O mar seco com areia se torna rochoso
Tudo o que tinha de vivo morreu
No céu não tem nem azul nem nuvens
No céu que reflete o mar vejo meu reflexo
Em um piscar de olhos desapareceu, junto com o sol que se esfria e cai
Suas cinzas desaparecem nas rochas que já foram água
Já sei o que sou, não sei quem sou.
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