Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
O Estúpido como Real
Enquanto isso
Serenou
Saudades
Dos olhos
De sempre
Ver
Experimentou
Eternidade
No breve
Instante
De eterno
Gosta
De café
Sempre
Tomou
Café
No caneco
No copo
Na xicrinha
Tomar
Café
Sofisticou
Tem técnica
E técnico
Especializado
Barista
Fazer café
Exigindo
Curso
Pós-graduação
Até
Servido
Em casa
Especializada
Um luxo
Que só
Mas
Nada
Se compara
Ainda
Ao cherim
Pela casa
De manhã
Café cuado
Cuadô de pano
E a vida
Levando
Com
Muita fé
Foliações verbais
Quando mais
Não resta
Na trilha
Em que anda
Caminhá!
Vez por outra
Na
Sempre ali
Providencial
Pedra
De assuntá
Assentá!
Matutando
Sempre
Se há muito
Até onde
Qué chegá
Na capanga
Seu segredo
Seu graal
Pedra filosofal
De Repente
Na magia
Do existir
Dádiva Divina
No ocaso
Sempre
A chance
Para o novo
Na essência
Do existir
Nada como
Um momento
De parar
Olhar em volta
Sem pressa
E viver
Intensamente
O presente
Pra todos
Natal
Dos bãos!
Ano Novo
Dos miós!
Pedido em Acrópole
De doer
Que só
Solidão
Devorando
Tragédia
Comédia
Sempre
Juntos
O solitário
Caminho
De seres
Banais
Banalidade
De seres
Normais
Percepção
De
Desnecessário
Escuridão
Auto- imposta
Tudo
Tão
Naturalmente
Desnatural
O Infeliz Colecionador de Selos
No portão
Que
Não mais
Existe
Se lembrando
Que lembrar
É sempre
Bom
O êxtase
Do primeiro
Selinho
Para àquela evangélica, ela sempre reclamou dos meus gastos com rochas e material geológico.
O conhecimento deveria ser incentivado, né? Mas para quem acha que a Bíblia sagrada tem todas as respostas pra tudo nessa vida e, dizem ser mais atualizada do que o jornal de amanhã: estudar coisas do mundo é perda de tempo!
Se realmente existir um inferno, eu não vou pra lá por causa de ser uma péssima pessoa, mas unicamente: por achar essas histórias bíblicas sem lógica e sem coerência!
Repito e digo: a ciência não têm todas as respostas (ainda), mas suas respostas e explicações são trilhões de vezes melhor do que qualquer explicação teológica, sabem o porquê? Ela convida a gente estudar, avaliar e analisar as evidências científicas diante dos nossos olhos.
Seu Sempre Modo de Ser
De coisas
Que
Não sei
Quê
Lendas
E mais
Lendas
Nas curvas
Que
O tempo
Tem
Sempre
Instigante
Seu próprio
Ritmo
Seu sempre
Modo
De ser
A esperança sempre será o pior dos males, pois ela prolonga o sofrimento do indivíduo. E o que leva à decepção, não é a esperança, e sim a expectativa.
Gosto de Sol
Sempre vem
Cada vez
Mais volumoso
Mais intenso
Sem prazo
De validade
Qualquer dia
A gente se vê
Carinhosamente
De presente
O passado
Sempre gostei de dias chuvosos, talvez seja porque ele lave algo em mim que os dias de sol não conseguem secar.
Gratidão deve ser exercida sempre, em momentos de alegria, por estarmos vivenciando a dádiva e em momentos de aflição, pela provação nos dadá.
A inspiração vem da dor, sempre da dor... Cada gesto de escrita nasce de uma ferida fresca ou de um hematoma emocional, sem essa dor, minha voz se calaria. Reconhecer que só a angústia me impulsiona a criar é aceitar que a beleza de cada frase vem acompanhada do sabor amargo de lembranças que preferiria esquecer.
Ansiedade corrói por dentro, êxtase voraz do imediato, não é sempre luz, às vezes, corrente que me amarra, um labirinto sem saída.
VERDADES MANCAS
Nada é para sempre
E sempre não serve para nada
Não faz sentido
Procurar o sentido da existência
Há um deus vazio e ilógico
Na lógica da ciência
Que me leva a demência
Que me leva a minha incompetência
Como crer na primeira verdade
Se as mentiras são tantas?
Se a paz é sagrada
Mas se as guerras são tantas
Como acreditar, crer
Na premissa divina
Se todas as verdades
São mancas, coxas...?
A POESIA E A SOLIDÃO (B.A.S)
A poesia e a solidão sempre tiveram uma certa afinidade. O momento solitário sempre foi rico para o poeta, o filósofo e o místico.
Schopenhauer costumava dizer que a semana tem seis dias de sofrimento e um dia de tédio. As pessoas se escravizam demais no trabalho e terminam aprisionadas no tédio no último dia.
A nossa sociedade moderna perdeu a unidade, a mística, o olhar mais belo. Nos aprisionamos no capitalismo, liberalismo e outros "ismos". Com isso nos afastamos do utópico para reverenciar o "status quo". Como dizia o filósofo alemão Heidegger, nossa época é caracterizada pelo esquecimento do "ser". Nossas aspirações modernas são o "ter". Possuir cada vez mais e mais. Com isso um vazio existencial se instala em nós, destruindo-nos lentamente.
Precisamos acordar rápido para reavivar o Belo em nós. O homem moderno perdeu a capacidade criativa, gerada de si mesmo, perdeu sua identidade, sua singularidade, e mais, perdeu sua liberdade.
Valorizar a cultura, as artes, a criação espontânea, a religiosidade, a poesia são caminhos viáveis e alegres.
Enfim, as grandes mudanças ocorrem no silêncio, no vazio, na simplicidade. É preciso aquietar-se, mesmo que por um breve instante, e ouvir os versos que a vida nos dia. Dizia Rollo May: "Toda história do homem é um esforço para destruir a própria solidão".
(Bartolomeu Assis Souza, Jornal Lavoura e Comércio, Uberaba, 28/07/2001, Caderno Especial A-07)
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