Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Sei que a vida é para frente e o tempo tá passando cada vez mais rápido, mas sempre que lembro de nós, volto a cair. Sinto como se eu estivesse presa no passado, é difícil esquecer. Na teoria, tudo isso ficou para trás. O problema é que mesmo escolhendo seguir em frente, uma parte de mim ficou naquela época. O passado e o presente convivem lado a lado. Quero que saiba que apesar dos pesares, eu sempre lembro de você e não deixei de te amar da noite para o dia. Se algum dia a vida der uma nova oportunidade a nós, eu aceitarei.
Você sabe que será sempre assim, que essa desilusão amorosa não será a última. De seu último relacionamento, você acha que herdou apenas a dor, o cinismo e a insensibilidade. A ferida ainda não cicatrizou, mas você verá, sairá mais forte depois que a dor passar.
É para frente que se anda, mas não tem jeito, uma parte de nós sempre fica presa no passado. Lembranças daqueles que quiseram partir, dos que não estão mais entre nós, de bons momentos, de sonhos que não se realizaram e de tudo que eu queria que ainda fizesse parte da minha vida. O futuro me assusta, o medo de não conseguir fazer tudo o que eu desejo me aterroriza e me enfraquece. Apesar de tantos momentos bons, a vida machuca e destrói.
O tempo é de Deus, não pra simplistas conveniências dos homens, e, seus moldes são sempre, gentis e leves, prá boa educação vigorar, pela harmonia das multidões, nascentes estelar.
Às percepções sempre dependem do observador, que, muitas vezes, necessita de tempo"s", pra edificar suas próprias limitações.
Contei nos dedos, me deram doze, prá ser o pão, sem brigas e confusão, quem planta colhe, sempre nos diz o irmão, pois somos unidos, pela sábia estrutura da gratidão, além das vontades perdidas, do ser querer algo, causando imputação, antigo traço de *birração*.
No núcleo da submissão, em íntegra absorção, naquilo que sempre deve ser, sem bastão, em correr, prá poder voar, e, encantar nas direções do viver, sem o mato na mata, é satisfação e bem aventurança de se ver, é desfragmentar a tristeza, sem a ilusão do que se veio fazer.
Se agarravam a qualquer som, e, sempre compõem o original, nos ouvidos o néctar primordial, sem cerrados antigos, dos cancilos alegres, a vida é prática celestial, sem esforço nascentes de vocal.
Ainda não faço por mim, e a alegria é sempre em próximo, é satisfação líquida, em longânimos acordes.
A razão é sempre sem táticas programáveis, é amável e transparente, que alguns ainda sentiam inocentes.
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