Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
O que deveria, o que se deve ou como se deve, se deve ao fato de sempre estar em divida consigo mesmo
Sempre amor
Não consigo mais dizer
O que sinto por você
O meu verso não tem rima
Minha rima não tem vida
Minha língua ser enrola.
Não consigo te dizer.
Nem tão menos te fala
Simplesmente eu ti amo
Minha bela minha flor.
A Lexandre Pacello
23/05/2009
Composição genuína da felicidade,mistura adulterada de humor,resultado de um sorriso sempre cordial com a igualdade do meu viver.
NADA-QUASE-TUDO e O
Sempre mudo
Por amor
invenção
por coragem
até dor; ou não
Por vontade
A... mudou
Imagem bonita; bonito. Só
Passou...
Gosto de fechar olhos
Gosto do gosto do reflexo sentir
Mudo continuando
Sol aprendiz
Por grande amor a tudo
fiz. E mudo sempre
Para sempre permanecer
MESMO
Sempre posso me olhar no espelho
Nada contra sua forma de ver o mundo
No entanto é apenas isso
Imagem, imagem, realidade!
Um tributo ao amor
Corrida para o inicio soberano
Vontade de sempre iluminar o sol
Medo, tempo, laço, caminhar;
Gigante presença ao som do vento,
A primeira grande vaidade,
O maior projeto do silêncio
E o respirar de uma nova era,
A última capacidade de sonhar
O maior segredo de Deus,
Jeito simples mesmo no ganhar
A maior batida no mais doce suspirar,
Últimas palavras do soldado na guerra
O menor sorriso de uma criança,
Ensaio de um carnaval verdadeiro,
Tristeza pela partida do tempo
Mãos entrelaçadas para agüentar o fim,
Maior maneira de entender a vida
E a maior dádiva de ser um sonhador...
Das Sete Canções de Declíno
Um frenesi
hialino arrepiou
Pra sempre a minha carne e a minha vida.
Foi um barco de vela que parou
Em súbita baía adormecida...
Baía embandeirada de miragem,
Dormente de ópio, de cristal e anil.
Na ideia de um país de gaze e Abril,
Em duvidosa e tremulante imagem...
Parou ali a barca – e, ou fosse encanto,
Ou preguiça, ou delírio, ou esquecimento,
Não mais aparelhou... – ou fosse o vento
Propício que faltasse: ágil e santo...
...Frente ao porto esboçara-se a cidade,
Descendo enlanguescida e preciosa:
As cúpulas de sombra cor de rosa
As torres de platina e de saudade.
Avenidas de seda deslizando,
Praças de honra libertas sobre o mar...
Jardins onde as flores fossem luar;
Lagos – carícias de âmbar flutuando...
Os palácios a rendas e escumalha,
De filigrana e cinza as catedrais –
Sobre a cidade a luz – esquiva poalha
Tingindo-se através longos vitrais...
Vitrais de sonho a debruá-la em volta,
A isolá-la em lenda marchetada:
Uma Veneza de capricho – solta,
Instável, dúbia, pressentida, alada...
Exílio branco – a sua atmosfera,
Murmúrio de aplausos – seu brou-há-há...
E na Praça mais larga, em frágil cera,
Eu – a estátua que nunca tombará...
Sempre repetindo, repetindo, repetindo, repetindo...um tanto igual, um tanto diferente...um pouco natural, mas nada trivial. Um pouco ali, outras vezes aqui. Nada muito natural na maior parte até é surreal. E no final?...No final, sempre eu vestida de mim..., vai entender!!!
Depois de tudo somos um só;
juntos sofremos,juntos existimos e pra sempre recriaremos um ao outro!!!
É sempre assim, num tem pra onde correr; num tem como se esconder, um dia ela vai pegar você, paixão.
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