Eu sou o Homem Certo pra Voce

Cerca de 534768 frases e pensamentos: Eu sou o Homem Certo pra Voce

⁠sou o que sinto, e não o que falam
falam sem conhecer,
o que sinto só eu posso te dizer.

Inserida por CrisArruda22

⁠EU sou apena uma simples FLOR
que com a força desse AMOR
para a vida desabrochou
e na tua pele meu PERFUME ficou!

Inserida por CrisArruda22

"Eu não sou perfeito, e nem pretendo fingir que sou.Tô em construção… em processo… sendo lapidado a cada queda, a cada escolha, a cada silêncio que engulo e batalha que enfrento por dentro.

Tem humanos que me chama de louco
mas é só porque eu não sigo o script.
Me rotulam, me julgam, dizem que eu devia me encaixar, seguir o padrão, viver como a maioria.
Mas a real é que eu tô tentando ser eu.
Mesmo com falhas.
Mesmo errando.
Mesmo sem ter chegado onde quero.

Tem dias que a luta é aqui dentro, e ninguém vê.
Mas sigo.
Porque prefiro ser verdade do que ser aceito por uma mentira."

Inserida por EvansAraujo1

CONSCIÊNCIA

Eu sou o suor que corre em teu corpo
brilha a mística riqueza na minha pele,
minha cor é minha força e meu escudo
o sangue que corre em minhas veias
vem dos meus ancestrais
que ao longo da vida
entrelaçaram minha alma....
sou o negro mestiço sou o negro caboclo...
viva a Zumbi viva a Dandara
que deixaram um legado
e fizram de mim um homem de coragem....
Eu sou aconciência negra...

Inserida por rafha_dhemello

⁠Pensei que eu era um sapo
encantado,
mas sei que isso eu não sou.
Sou um sapo normal,
ja fui beijado por algumas princesas
que nem o feitiço quebrou....
ser príncipe é ilusão
Mágoa meu coração,
estou chorando aqui sozinho
por sonhar e sonhar...

Inserida por rafha_dhemello

⁠Irei te esperar !


Assim como abelha para viver,
precisa do néctar da flor,
assim sou eu querida,
para viver : Preciso do teu amor.


Ainda que leve anos, para tornar a te ver,
quero que saibas, que nunca irei te esquecer.
Quando tu embarcars-te e o ônibus partiu, meus olhos encheram de lágrimas, que pena que que tu não viste.

Volte logo querida,
pois sempre irei te esperar,
pra na calada da noite,
tua linda boca beijar.

Inserida por COMPOSITOR

A Corda Brasil !


- ⁠Tok Tok,
- Quem é ?
- Eu sou um cabo eleitoral,
vir pedir seu voto,
para fulano de tal.

Acorda Brasil,
Cabo eleitoral,
Não pede voto de graça,
E o cabra que tu elege,
Lhe mata de pirraça.

Não fazem nada que nos ajudem,
Não nos tem consideração,
Nos tratam como trapo,
Pior que pano de chão.

E se falamos mau deles:
Nos jogam na prisão.
É hora de darmos um grito,
Em favor desse país,
E votarmos nulo, e não eleger-mos,
Nem um infeliz.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Começou o corre, corre.
Corre para ver quem fica.
Na Presidência da República,
eu sou mais o Tiririca.

Cabra marcho e honesto igual
a ele está para nascer.
É dele que o povo precisa,
para o Brasil não perecer.

Entra ano e sai ano, tudo do mesmo jeito.
eu sou só tenho pena das crianças, que
ainda sugam peitos

Trabalhei a vida inteira para poder me aposentar,
e hoje sou obrigado, a Previdência ainda pagar.
Dez ponto cinquenta, todo mês é descontado,
para o fundo da previdência, que sujeitos malvados.

Na pandemia eu pude ver, o poder que eles têm,
botaram a policia na rua, pra impedir o vai e vem.
O Salário nunca mudam, para não quebrar a Previdência Social
logo estarão de volta, batendo em nossa porta, na maior cara de pau.



Inserida por COMPOSITOR

Sou...

Eu sou o seu melhor erro, sou seu sonho, seu começo, sua razão, seu anseio, sou seu melhor desejo.
Sou quem te vê, quem te sente, quem te espera, corpo ardente.
Sou paixão, seu pesadelo, teu sorriso mais bonito...
Teu olhar no infinito...

Inserida por Erwelley

Sou eu mesmo sonho.



Meu sorriso é segredo, de guardar do que o medo me prende no enredo e o calar desespero. Doem as marcas das falhas, grito calada, suspiro por nada.
Amor quem me diz? Se sou infeliz! O passado me cobra a dívida alheia, me culpa e me aponta o dedo na cara, me xinga, me humilha, me faz de palhaça.
Nascer ou passar, não sei mais pra que! A vida é madrasta, me cospe o medo, me faz pesadelo. Caminhos sem volta, as trilhas da morte, me dizem tem sorte de estar na história. História de quem? Caminho pra onde? Tem volta chegada? Ou mais gargalhadas? Sorrisos maldosos! Ninguém me responde, todos querem me ouvir, pois grito bem alto: Eu quero sorrir, eu quero entender me deixem andar, me deixem cair, me mostrem os erros, me deixem viver!
Criança tão grande, mulher infantil, tem medo de gente, seu nome é sutil, fraqueza que a mostra o quanto é forte, pra chorar e sorrir sem temer a morte.
Os anos se passam as voltas da vida, os rumos tomados, caminho escolhido, destino ou escolhas, veredas e ventos, quer seja o nome, destino ou estrada, da vida que tratam, a vida relata, são todos os mesmos, em busca do nada.
No fim quem me diz quem vence quem perde, pra que tanta marra, pra que tanta espera, o sopro tem pressa, a vela se apaga, o vento que sopra me mostra a verdade,
Sou tudo sou nada, depende de mim, depende da escolha, do certo do errado.
Sou filha do tempo, sou face do espelho, prevalecer é viver, desistir é dizer: Eu sou o desespero.
Se aqui ainda estou, algo me espera, sendo os galhos do trigo, ou as folhas da flor,
Não importa o espinho, não importa a dor, o caminho eu sigo, seja ele qual for.
As veredas são muitas, os sonhos maiores, o coração grita alto querendo vencer, o corpo desiste, o espírito implora, a alma persiste, viver e viver, não vá ainda embora, não quero morrer!

Inserida por Erwelley

...E eu, quem sou?

Pra onde vou, porque restou de um grande amor, tamanho horror?
Sim meu senhor, não sou ninguém, sou nada além, de um perdedor.
Por onde vou, porque sangrou meu coração, por tal lembrança, por esta herança de solidão?
Não sei dizer, se sou o amor, quem sabe a dor, de maquinar, a ilusão.
E eu, quem sou?
Deitado aqui, nas folhas secas, em frente o lago, sentindo frio.
Serpente escura, anjo de luz, fagulha e cruz, um arrepio.
Por quantos sou, se sou por quem, sou nada além, do ar sem som.
Planejo ver, me ouço ler, começo a ir, convoco o dom.
A brisa grita, meu olho irrita, me faz chorar, meu céu se esconde, a alma invade,
meu caminhar.
E eu, quem sou?
Sou vida e morte, a sina, o corte, ferida aberta, a maldição.
Conciso e seco, repleto e oco, refém do medo, do coração.
Refaço o mapa, revejo as falas, a conclusão!
Foi planejado! Fui rabiscado, e não nascido, fui iludido pensando ser... Sofreguidão.

Inserida por Erwelley

Se eu sofri? Sou um ser humano! Se eu amei? Apenas para quem merece meu amor! Se chutei pedras? Construí o muro que protege minhas emoções contra mediocridade.

Inserida por Erwelley

Teu sorriso

Te quero por inteira comigo,
Eu já sou todinho teu...
Andarei nos teus pensamentos
Até que me abras o teu coração...

Além da minha amada
Não há quem eu queira
Que me conduzas ao amor
Latente de minh’alma....

Deixai ascendente este amor
Por quanto tempo for,
O tempo é incapaz de apagar meu amor...

Um dia no teu riso
É eterno nos meus pensamentos,
Eu que passei feito luz por teus olhos
Sem que retivesse no teu sorriso.

Mas o amor que lhe tenho
Te faz morada eterna em meu coração.

Edney Valentim Araújo

Inserida por edney_valentim_araujo

Em busca

Quando tudo é só um pouco
Do muito que me poderia ser,
Eu vejo quão pequeno sou
Distante desse amor...

Ventos que te tocam
Me trazem o teu perfume
Em tenros pensamentos.

O tempo passa só lá fora,
Aqui em mim, é só você e eu...
Tudo isso me ocupa algum espaço
E não preenche o coração.

A vida é longa
Quando a caminhada
Não nos leva a lugar algum...
Mas cada passo que eu dou
Ainda é em busca desse amor.

Edney Valentim Araújo
1994...

Inserida por edney_valentim_araujo

⁠Mais de nós
.
Informe eu era
Até que veio me encontrar,
Sou agora como queres
Se me queres pra amar...
.
Sou terra, ar e fogo...
Eu sou o que você me faz
Se me queres pra amar.
.
Se te me entrego nesse ímpeto
É pra não ser mais tão igual
Como eu era sem te amar...
.
Sou um pouco de mim,
Muito mais de nós,
E tudo aquilo que o amor nos faz...
.
Edney Valentim Araújo
1994...

Inserida por edney_valentim_araujo

⁠Sou por ela

Olho só onde eu estou,
Olha onde ela me deixou.
Sou quem sou por ela sou,
Sou só dela aonde eu for.

Nos caminhos que me existem
Tantos quantos eu sigo agora,
São só eles
Pra buscar o teu amor...

Norte, sul, leste ou oeste...
Não importa a direção
Se eu encontrar teu coração...

Edney Valentim Araújo
1994...

Inserida por edney_valentim_araujo

⁠Amar-te
.
O que direi eu,
Do momento em que sou
Ao instante
Em que estou...
.
Sou eu amado amante
Que te ama assim em mim...
Sou dela
Que passou sem mim.
.
Ah! Eu quero, e como quero...
Desde o dia em que te espero
Neste tempo infindo assim,
Vivo eu de amar-te em mim...
.
Edney Valentim Araújo

Inserida por edney_valentim_araujo

Hoje sou eu

Esse menino tão pequeno e inocente,
Que em um único olhar
Encantou-se pela menina dos teus olhos.

Esse menino que segurou as tuas mãos,
Mãos que seria a primeira e a única a segurar,
Mãos que segurariam eternamente o seu coração de guri.

Esse menino que te viu crescer
E que cresceu perto de você sem poder te merecer,
Ele que cresceu sonhando só com você.

Sou eu,
Um homem incompleto
Vivendo sem teu amor de menina moça mulher.

Edney Valentim Araújo

Inserida por edney_valentim_araujo

RO-SA-NA ( O leite ou o vinho?)
Eu — Ao invés de uma, sou duas. Não duas. Digo melhor, seria muitas. Agora, estou sentada a mesa, tenho leite e vinho diante de mim. O que deverei beber? Se eu beber o leite, fortaleço meus ossos, antes que eles decomponham-se aqui e como cinzas fúteis e velozes, misturem-se a todo invisível que permeia esse ar, esse ar tão meu e tão de outros. Pergunto-me: Como serei apenas uma, se respiro os outros? Respiro minha vizinha que me observa todas as tardes , quando me dirijo calmamente à área de estar, para saciar a sede de minhas rosas. Respiro os olhos inquietos do meu chefe, que moribundo, hipocritamente pergunta-me se está tudo bem, sem nem ao menos esperar, que eu, entre um segundo e outro, abra meus lábios e insinue um simples sorriso corado, e o fale, o que entala meu paladar, toda vez que tento engolir seu sorriso ironizado. Respiro a orquestra de sussurros entre olhos, ao entrar cedo pela manhã num ônibus lotado, onde procurando calmamente um espaço, único e meu, eu fique ali, contida, quieta, encostando-se a todos e ao mesmo tempo, sozinha, num particular entre sonhos e anseios, entre conversas que ainda não tive tempo de terminar comigo mesma, num espaço de tempo em que reflito, enquanto vejo as mesmas imagens diárias passar sobre meus olhos. Não olho pra ninguém e ao mesmo tempo vejo todos, não conheço ninguém e ao mesmo tempo são tão íntimos e trazem o mesmo cheiro do dia anterior, trazem assim como eu, a mesma expectativa consciente que o tempo passe rápido e que logo o dia termine, para que em regresso possa desfazer-se de toda roupa e sentir seus pés livres de seus sapatos. Adoro sapatos, também respiro meus sapatos, semana passada enamorei-me de um scarpin cor de vinho, olhei-o e ainda me propus a tocá-los, na bolsa olhava meu cartão de crédito, eu sábia não poder possuí-lo no momento. Mas, meus pés nervosos queriam calçá-los. Senti-me então como uma adolescente, que encontra seu primeiro amor e anseia pelo gosto do primeiro beijo, aflita teme não saber os movimentos precisos quando se encontra um lábio em outro, ansiosa sente o gosto na boca do beijo desejado, mas, com a mesma voracidade de possuí-lo encontra-se no receio de executá-lo e corre para longe do alvo de desejo, ou apenas o maldiz com uma expressão desdenhosa, ansiando na realidade o bem querer. Eu corri do sapato. Se lembrei de José do Egito, que correu para não trair a confiança de seu Amo e nem de seu Deus. Eu corri, para não trair a mim e nem ao meu bolso. Mas, ainda no ônibus penso, que embora meus pés calcem um conforto que escolhi (embora não seja o scarpin vinho) não vejo à hora de poder livra-me deles, do meu sapato preto de verniz, com uma simples e delicada fivela prateada, do lado esquerdo, não vejo a hora de em casa, longe dos olhos curiosos de minhas colegas, escolhidas ironicamente pelo mesmo chefe que me faz ter surtos nervosos, posso enfim, olhar meus pés, poupá-los e deixá-los livres. Posso também, olhar meu reflexo no espelho, quando finjo não perceber que a pele corada ,mostra os sinais de tudo o que me rodeia á tantos anos. E o que eu fui há tantos anos? Senão uma criança que ansiava o saber e entre aromas e sabores, respirava o universo de todos que, estavam ao meu redor. Respiro meu casamento, em um estado de inércia, em que os cheiros que me agradavam ha um tempo, agora se alastram como fungos ociosos, e se escondem acomodadamente num ambiente de conforto. Como? Como não ser mais de uma, se todos os dias, confundo-me entre o que sou e o que quero ser?
Se bebo o vinho, inebrio minha alma, a faço cantar e sorrir de coisas que muitas vezes sutilmente escondo. Inebrio minha alma, antes que ela congele, e ali, sem vida não possa alcançar os céus, nos momentos que em sonhos encontro meus tesouros. Saciar-se desse vinho, ainda que me tire de um estado sóbrio, pode dar-me coragem para enfrentar meus medos, antes que eles me tomem, antes que eles me façam permanecer em círculos obsessivos e doentios. A mesa convida-me e algo me diz que devo provar do leite, mas também do vinho. Algo diz que devo sim ser uma ou mais de uma, ou apenas me perder em meus caminhos descalçados.
Hoje na lanchonete, percebi um homem olhando-me, mas ele não olhava apenas pra mim e sim para nós, todas nós. Éramos quatro e ele não olhava-nos com os olhos, ele olhava-nos com os ouvidos. Discreto, quieto, perdia-se em seu alimento e achava-se no que falávamos. Talvez tentasse entender o que pensamos, já que nós mulheres, temos tanta facilidade de falar de nossas dores, de repente deixaríamos claro em nossos segredos forjados o que tantos tentam entender. Ele respirava-nos com tamanha vontade como se a vontade de o saber fosse maior do que saciar sua fome. Mas nós mulheres sabemos. Sabemos como ludibriamos a nós mesmas e também aos outros, como dançamos com passos quietos em situações avessas. No fundo o que falamos em uma mesa em quatro, nunca são fatos perfeitamente contados, nenhuma de nós confiamos plenamente na outra e sempre nos resguardamos do que dizemos. Talvez á minha amiga; Sim, aquela que eu tanto admiro, eu possa contar um pouco mais, um pouco mais do que ensaiei. E ainda assim, que fique um pouco em mim que nem eu mesma sei se devo dizer-me, daqueles dias em que tomei atitudes que ao me inebriar de vinho ou saciar-me de leite, deixei de ser o que achava ser. Coisas que Deus sabe e só ele sabe, nos passos que percorri o caminho que meus pés escolheram pisar e por onde tropecei, nos dias quietos, nos dias tristes, nos dias frios e também nos dias eufóricos e quentes.
O homem ansioso, talvez quisesse apenas saber como nós em quatro, podíamos em alguns minutos falar milhares de dezenas de palavras, onde a maioria é deixada e despercebida, trocadas mais tarde por um simples, até logo. Trocadas depois por particulares entres duplas que se desfizeram ou entre o leito conjugal de cada uma e seu amante. Ele atento, talvez riu no seu olhar de escrutinador, talvez comentou com alguém, talvez se encantou por nós mulheres mais uma vez, ou talvez percebeu o quanto somos parecidas. Nos enfileiramo-nos depois, deixando o ambiente quieto, silencioso, deixando apenas a vaga lembrança de nossos risos e confissões permitidas. Onde entre uma conversa e outra olhávamos uma para outra e nos enxergávamos, um pouco as mãos, ou cabelos, ou até os sapatos de verniz. Percebo que ele também compactou conosco e mais tarde vai respirar um pouco do que viu ali. Gostei dele! Acho que o seu jeito tranqüilo fez cócegas em meu coração eufórico. No final então, eu o respirei, e isso me deixa com uma impressão esquisita, sobre qual será a probabilidade de vê-lo mais uma vez. Dessa vez, quem sabe eu calce meus sapatos novos! Sim porque vou à loja e comprarei o scarpin cor de vinho e assim, ele pode até, ao invés de nos enxergar, enxergar meus sapatos. Embora homens não enxerguem sapatos. Gosto dos meus pés e ele pode gostar também. Ele pode até enxergar meu nome na tatuagem que fiz no pé esquerdo e quem sabe, entre uma mordida e outra do pão de queijo que devorava num ato involuntário de desejo, soletrar: RO-SA-NA. Fazendo com que eu perceba que , entre todas , foi eu que o chamei atenção.
Devo ter provado o vinho e agora estou aqui bêbada, falando bobagens que só conto a mim. Sim é dessas bobagens que falo que respiramos e inalamos e guardamos conosco. Essas ficam assim, deixadas em lugares ocultos aos outros, mas de fácil acesso á nós. Preciso levantar-se agora, não sei bem que horas são, mas é tarde e agora devo conversar com meus lençóis.
Deixou a mesa, sem provar do leite e do vinho, deixou a mesa lentamente com um sorriso enfeitiçado no rosto, como se na cama, fosse deparar-se com o homem que a enxergou com os ouvidos.
Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

⁠Sou mistura inexplicável
No meu recinto global
Curto praia, mar e sol
Eu sou místico, surreal
Guardo minhas convicções
Sentimentos e visões
Sou um jovem tropical!

Inserida por IlanHudson19