Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Opostos
Eu sou o preto; ele o branco.
Eu sou MPB; ele rock.
Eu sou a lua; ele o sol.
Eu sou mar; ele montanha.
Eu sou doce; ele salgado.
Eu sou matemática; ele português.
Eu sou lado B; ele lado A.
Eu sou vermelho; ele amarelo.
Eu sou silencio; ele multidão.
Eu sou Brasil; ele Argentina.
Eu sou Iemanjá; ele Exu.
Eu sou cachorro; ele gato.
Eu sou dia; ele noite.
Eu sou filme; ele futebol.
Eu sou terra; ele ar.
Eu sou sussurro; ele grito.
Eu sou pandeiro e violão, ele bateria e guitarra.
Eu sou chá; ele coca-cola.
Eu acredito em Deus; ele ateu.
Eu sou positivo; ele negativo.
E agora me pergunto: Os oposto se atraem?
Diga pra vida "Eu sou mais eu", diga pro alvo "aí vou eu", flecha veloz nas mãos de Deus, vá em frente, o mundo é seu, pois é a fé que faz o herói, olha pra dentro de você, só realiza quem constrói. A gente nasce é pra vencer.
Toda vez que eu faço uma coisa com intenção não sai nada, sou portanto um distraído quase proposital. Eu finjo que não quero, termino por acreditar que não quero e só então a coisa vem.
"Quem Sou Eu?
Aos Meus Amigos
Eu Sou,
Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"
Você acha mesmo que eu sou uma garota materialista? Pois eu não sou. Não preciso de dinheiro, eu preciso de amor.
Velho de coração, mas eu tenho apenas 28
E eu sou jovem demais para deixar o amor partir meu coração
Jovem de coração, mas está ficando muito tarde
Para nos achar tão separados
Sou intensamente eu, com todas as minhas virtudes e imperfeições. Nasci assim: exagerada e dramática.
Eu não entendo a sua volta, eu não entendo a sua indecisão
Num dia sou o seu grande amor no outro dia não
Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem.
(…) E quando ele disse pra eu fazer um pedido, não pensei em outra coisa…
Olhei para o céu em busca da estrela mais brilhante e mentalizei: Quero você!
Mas eu não pensava em sacanagem nenhuma. Só queria ficar perto dela. No máximo, deitar abraçado com ela. Na mesma cama. Nem um beijo, nada. Só um abraço, bem apertado. Ridículo, ridículo. Eu era meio retardado, acho.
Eu retribuo o sorriso. Eu correspondo ao abraço. Eu digo sim. Eu quero sim. Eu sinto sins. Só porque estou vivo.
Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras expõe tudo, grita, esperneia - no papel.
