Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Se eu fosse jardineira
eu lhe daria uma flor
mas, como não sou,
dou-lhe a opção
de escolher
a que toca
o seu coração.
Quem eu fui quem eu sou e para onde vou
A fumaça do meu cigarro desenha um universo paralelo
Onde tudo está complexo e parece desabar
Tardes frias e noites congelando a espera de encontrar a paz qual paz
Voltar a ver o sol brilhar
Um mundo onde pareço flutuar
Tenho medo do silêncio que minha mente se encontra nesse momento
Penumbra das sombras da noite que eis de chegar
Qual caminho tomar
Eu me vejo diferente das pessoas
Eu acredito no amor, Eu amo as pessoas.
E mesmo assim eu sou feliz.
Saindo... me deixando aqui...
Não posso pedir que fique...
Quem sou eu para pedir isso?
Mas através do seus olhos senti que vc esta triste
Tão triste como eu...
Tiamo tanto meu amorzinho:'(
Cuida de mim enquanto eu finjo que sou quem eu queria ser
Cuida
Porque na minha insanidade irei esquecer aos poucos de ti
O ontem já esqueci
Me reinvento todos os dias
Então cuida
Sobrou pouco de mim na estrada
E o que tem de bom resta pouco para acabar.
De imediato aviso
Tempo curto
Cuida.
Eu e essa minha mania de achar que sou o centro do mundo, que devo receber todos os olhares e gestos. Que todo abraço é caloroso e todo amor é eterno. Que é o primeiro e último, o único. Sempre iludindo, desiludindo e voltando a sonhar depois de um tombo, depois de amargar a realidade, volto a esse doce estado de fragilidade absoluta.
Não acho que mãe seja santa. Pelo menos eu não sou, e dou graças à Deus por isso. Eu fico - como qualquer ser humano - de saco cheio, cansada, querendo sumir, fugir, reclamo, emburro a cara, às vezes até choro, noutras quero colo, falo palavrão, perco a paciência, enfim, nada que o Santo Padre me canonizaria. Sou mãe mas sou humana. É claro que amo de paixão meus filhos. E não é por obrigação: é por amor mesmo! Mas estas criaturas - que a gente ama tanto - também não são santas, dai já viu: às vezes é um pega pra capá! Mas acho que ser mãe é isso mesmo, esta confusão, esta troca de sinceridade, decepções - com a gente mesmo outras com as crias! No final, acaba tudo do mesmo jeito, com pedidos de desculpas, abraços e promessas de que todo mundo vai virar santo. Mas a gente já sabe: santo,não! No máximo isso dura uma semana. Uma semana no céu, que delícia... Uma semana de gentinha educadinha e fofa que merece tudo neste mundo, inclusive a minha santa paciência. Esta sim, coitada - a paciência - é uma santa. Santíssima!
Sou assim, o morno nunca me fascinou. Só quero ser feliz ao meu modo e ver o clássico “Eu te amo” materializado em gestos impensados, imprevisíveis, insanos e verdadeiros.
Eu nunca vi o destino. E outra, sendo como sou, cheia de vontades, desejos e aspirações, não me agrada saber que tem alguém – ou melhor, algo – tomando decisões por mim, tomando as rédeas da minha vida, tomando meu direito de escolha. As escolhas sim, eu vejo todos os dias. Volta e meia elas se apresentam diante dos meus olhos e me obrigam a assumir o controle da minha vida.
Se hoje sou infeliz, amanha trarei todos os meios para que eu ganhe a infelecidade e possa viver na felecidade.
Eu não sou especialista em nada, mas sei de tudo um pouco. Graças a Deus eu não sei de tudo, porque quando eu saber tudo minha vida vai parar de fazer sentido.
"Eu sou má, eu sei disso. Sabe como é ruim não poder ser como eu sou, todo dia tem que sorrir como se estivesse feliz mas quer saber de uma coisa? Eu não estou"
Eu sei que ainda nao sou nada importante,mas tenho o privilegio de poder aprender, basta eu querer... Quem se exclui em vida nao merece estar vivo, e depois de morto seu corpo ainda contamina a terra...
Quem decide em quem ou no que devo acreditar sou eu... Os outros podem até tentar me influenciar mais a influencia maior vem de mim, vem do meu peito e é no meu coração que eu acredito ele não mente!
