Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

Cerca de 334692 frases e pensamentos: Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

Eu sou. Tu és. Ele é. E quem somos?
- Almas errantes que se esbarram entre si e tentam decifrar o que fazem aqui.(vida)

Se sou romântica? Extremamente romântica. Sem essa força poética, quem seria Eu?

"Eu governo o dinheiro, o dinheiro não me governa. Sou um canal de fluxo trilionário porque meu coração está ancorado na eternidade, não na matéria."

"Para a atriz de Hollywood, eu sou apenas um número. Para o destino, eu sou a peça que falta no quebra-cabeça da vida dela. Ela prefere os aplausos de estranhos ao amor de quem conhece sua essência."

"Eu não preciso de permissão para crescer; eu sou a força que dita o ritmo da minha própria evolução."

"A convicção é a moeda mais forte do universo, e eu sou o homem mais rico do mundo nesse tesouro."

Eu sou o teu amigo, não pelo bem que possuis. Mas pelos conselhos, pela companhia, pelo sorriso, pela honestidade e pela confiança que há entre nós.

Já me adaptei tantas vezes que já me esqueci quem eu sou.

Eu sou quem sou. Sei o que deveria saber e saberei o que me espera. Aplaudo a vez do outro para que um dia, eu também seja aplaudido.

Respeito os sinais porque a vida é uma estrada. Ando nela sozinho, porque eu sou o motorista, porque eu, só eu compreendo-me, só eu, entendo o que faço, penso, digo ou quero.

Eu sou a minha melhor companhia. Se não for eu, então é Deus ou a minha mãe.

Eu sou o primeiro a me elogiar, criticar, opinar sobre mim, comentar coisas em mim e fazer perguntas em mim antes que alguém faça e eu fique sem resposta.

Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.

Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Sou bastante criticado por ser sério, calado e observador.
É que eu aprendi que o sorriso e as palavras enganam,
O olhar não.

Eu corto o laço,
Não sou obrigado a provar veneno,
Em taça de desrespeito de senhor ninguém.

Eu corto o laço,
Não sou obrigado a provar veneno,
Em taça de derrespeito de senhor ninguém.

Eu sou fruto de um absurdo,
Do que é mais valioso no mundo,
Talvez você não entenda,
mas sofra por não ter.