Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Victoria amazonica
florescida na bela Guiana
Inspira austral poesia
e tudo aquilo que não engana
De alvorada em alvorada
assim escrevo o meu sonetário
austral em nome de tudo
aquilo que sempre acredito
Porque viver em paz
colocando a História real
no lugar sempre é possível
Falar de paz e amor
buscando plenamente viver
sempre haverá de ser incrível.
A minha identidade
nacional brasileira
está presente em tudo
aquilo que posso
usar os meus sentidos,
vivenciando em solitude,
no convívio diário
ou estando distante,
o importante é cultivar
para nunca olvidar,
para não deixar desperdiçar.
No choro ou no riso
capaz de ser recíproco,
Na nossa Natureza
e em tudo aquilo
que a Arte, a Cultura
e os sabores fazem
lembrar que aqui nascemos
ou aqui escolhemos,
quem somos e vivemos,
tudo é parte do que queremos
e de quem na vida seremos.
A ancestralidade e a identidade
nunca serão isoladas
uma da outra,
quando se conhece cada uma,
e se reconhece a sua
identidade nacional
como próxima do espiritual,
nenhuma força externa
será capaz de guiar
o seu destino e na sua terra
vir a se tornar perpétua.
De corpo e alma
aquilo que resiste
inegável tem tudo
de Mata Atlântica,
Sobrevivendo
forte e romântica.
O cesto repleto
de Coco-Indaiá,
a inspiração aqui
comigo está,
Para fortalecer
e nada abater.
As folhas cobrem
os ideais que
conferem proteção
aquilo que importa
realmente ao coração.
Como um Beija-flor
busca pelo néctar
da Esponja-de-ouro,
Não dá para evitar
aquilo que também
está desejando
que vai muito além
da amizade que já existe;
É sobre mostrar o quê
rosto não consegue
mais seguir disfarçando:
o amor que vem todos
os dias se revelando,
e em nós se emaranhando.
Meus fantasmas vieram me visitar.
Trouxeram aquilo que um dia foi.
Sussurrando suas palavras em meus ouvidos, palavras que me causavam terror. Faziam-me olhar para aquele quarto escuro, em que outrora eu havia trancado a porta.
Porém ela estava aberta outra vez e senti-me atraído a adentrá-la, novamente. Mas resisti bravamente.
Ou pelo menos era assim que deveria ter sido, mas não foi.
Queima como brasas tocando a fina pele, tornando aquilo que era, em nada. Desmanchando tudo que foi construído, quase que como um rio de lava apagando todo rastro de vida pelo caminho. Labaredas ardentes que sufocam, numa combustão avassaladora de puro calor e ruínas.
És a fonte do ardor que vem no peito, trazendo a dor em seu efeito. Já prepara-me eterno leito.
"A questão é o quanto damos importância. Ser seletivo com a aquilo que pode e deve nos afetar, afinal podemos sim, ter controle de nossas emoções, ou quem sabe de boa parte delas". Se não retruquei, não gastei minha energia em um embate desnecessária, é porque no mínimo, não dei importância, e soube filtrar. Já vivi tanto isso! Já tentaram me desestabilizar tantas vezes! Já me criticaram. Já falaram mal de mim, e fiquei sabendo, e mesmo assim ... importância zero. Sei o valor da minha paz.
Tudo aquilo que foge ao seu controle, que você não pode, não consegue mudar, é de responsabilidade Divina. Entrega a Deus! E como diz
as escrituras, o mais Ele fará!
“Se abrem um consultório (de adivinhação) para responder aquilo que lhes pergunta, porque não adivinham a loteca acumulada, ao invés de cobrar R$ 200 (ou mais)? O fenômeno existe, mas ninguém o domina espontaneamente. Todos esses, algumas vezes acertarão, porque ninguém pode errar sempre. Chutam, chutam, e, alguma vez, acertarão por equivocação. Alguma vez até poderá surgir uma precognição, mas eles anunciam constantemente.”
Cada um oferece somente
aquilo que tem para dar,
Creio que me fere
- duramente -
porque não tens coragem
De me escutar.
Não há quem permaneça
sem chance de dialogar,
Creio que me evita
- friamente -
porque não tens audácia
De me resgatar.
Mas a vida é assim:
desmistificando nas ausências
as tuas inconsequências;
Creio que me mostra
porque não há outra maneira;
De entender a tuas dolências.
Cada um seleciona o quê quer
aquilo que quer falar e escutar,
Creio que me provoca
porque não tem firmeza
De deixar no coração o amor entrar.
Inaugurada a primavera,
Proponho deixar para trás
Aquilo que falta não faz.
Intenciono é trazer a tona
Somente o quê liberta,
Porque só a paz agrega.
Centaura verdade que une,
Prisão de consciência
Que nos desassossega.
Ausência da Justiça
Que nos desilude,
Insistimos por uma Nova Era.
Enxerga-me crua
No teu telescópio,
Fazes-me tua
No teu íntimo,
Embala-me nua,
Àquilo que procura:
Em mim constela.
Excita-me a tocar
Nos astros à bailar,
Fazes-me ao sabor
Nos teus conformes,
Fazes-me o teu amor.
Escreva-me em ti
Nos poemas da alma,
Fazes-me a tua calma
Nas noites escuras,
Derreta-me nas brumas.
A Internet não destrói nenhuma relação humana, apenas ela mostra o aquilo que existe e aquilo que não existe. O amor e amizade quando são verdadeiros são indestrutíveis e estão acima de QUALQUER ideologia seja política ou religiosa.
Aquilo que é politicamente correto é de foro altamente pessoal para agradar um grupo, e o quê é de fato correto é imutável.
Ser uma pessoa de fato isenta na vida é deixar de manifestar posições diante da necessidade de sobrevivência coletiva.
Você não é obrigado a ser dar bem com todo mundo. O quê significa se dar bem com uma ou mais pessoas? Significa fazer com que elas ocupem espaços de importância na sua vida.
No entanto, tens o dever de tratar bem todos visando uma convivência pacífica e equilibrada para não ter a energia furtada evitando ao máximo possível conflitos desnecessários no cotidiano.
Quando não nos importamos com aquilo que moral e essencial mais adiante a vida surpreende com uma fatura alta.
Celebro silenciosa
aquilo que creio
total e amorosa,
porque te quero
do teu íntegro jeito.
O mundo crê
ser impossível:
viver de amor
nesta época
pouco possível.
Na trilha da Lua
por ti em busca
de todas as cores,
Vejo-me entregue
aos teus amores.
O mundo crê
no pouco possível:
viver deste desafio
nesta época
é o combustível.
Orgulho profundo
de provar que
invalidar o amor
é total perda
de vida e tempo.
Na dança do astros
em busca do nosso
roçar em plena Lua,
para sobre ti ser
para sempre tua.
Tudo aquilo que escrevemos nas redes sociais e em outros canais na Internet tem copyright protegido pelas leis de direito autoral, de direito de propriedade intelectual e pela Convenção de Berna.
