Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Não valorizar alguém é um perigo, você pode perder para sempre aquilo que era importante e essencial porém nunca se deu conta.
Nós somos tempo. Compreender aquilo que nós somos é compreender o tempo que nós somos, aquilo que o tempo exterior, o tempo da história, o tempo da sociedade é em nós. Não se faz essa aprendizagem sem que ela seja uma metamorfose permanente daquilo que nós somos.
Só recebemos aquilo que damos, então temos que sair da caixinha "vitima" e avaliar se estamos sendo legais ou não com o teu próximo. Tem coisa que cansa bem lá na alma.
Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.
Pois a forma que encaramos as adversidades, é o que vai determinar o nosso fracasso ou o nosso sucesso...
Quando a realidade da vida vier e derrubar tudo aquilo que você construiu, não se desespere, pois essas coisas acontecem, você vai precisar ser mais forte que a dor da perda, e olhar para os caminhos que cantam o seguir em frente, a sua força interior de vitória supera qualquer adversidade, porquê você é assim, é o que você faz, a alegria e satisfação está no caminhar e no sentir, sentir tudo aquilo que se pode sentir, e extrair o melhor que a experiência pode proporcionar, é existente, está lá, vai buscar, é seu; recomeçar não dói quando a motivação é participar da vida, se permitir, ser.
Construa aquilo que ainda não existe e surpreenda o mundo. Esse é o espirito da ciência e da engenharia.
Que você sempre siga respeitando tudo aquilo em que
o seu coração acredita.
Que o amor desarme qualquer importuna tristeza ou mágoa
que ouse lhe roubar o mais belo sorriso,a mais linda emoção
de viver que é amar.
O mais importante em nossas vidas é aquilo a partir do qual podemos construir algo, ampliar, adicionar e complementar. Tudo isso a natureza (ou Deus, se preferir) já nos deu. Tudo se encaixa e combina. Mas o que as pessoas fazem? Trocam isso tudo para lançar os dados, apostar na sorte. É um desejo de jogar com a vida, e quando se perde tudo culpam a mesma natureza (ou Deus) que deixou tudo a sua disposição. Se quer jogar dados pra ver no que vai dar saiba que não haverá nenhuma garantia, e ninguém será culpado, a não ser seu vício e seu impulso. Não há liberdade em ser regido por atos viciosos.
Não perca tempo com aquilo que não vale a pena.
As oportunidades não esperam, teu recomeço sempre te aguarda, tua hora chegou, esteja pronto para recebê-la de braços abertos neste momento.
Esqueça teus afazeres diários, a hora agendada de seu cabeleireiro, o encontro com seus amigos, remarque outros compromissos sem importância.
Não faça como fizeste com a oportunidade anterior, onde você pediu para adiar e a perdestes de vista.
Este seu momento especial não volta mais, e muito menos espera ou retrocede.
A hora é agora, agarre-se a esta nova chance como se fosse a ultima.
Acredite e assuma de vez aquele lugar que só a ti pertence.
(Teorilang)
Não julgue alguém por aquilo que ouviu outrem dizer, pois o maior pecador é aquele que ventila aos quatro ventos o que não sabe...
Você sabia que aquilo que é pra ser seu tem muita força?
Então apenas viva e confia!
Tudo chega no seu tempo, tão doce, tão certo, tão lindo...
“Persuasão é a forma de conseguir aquilo que se quer, através da influência, mediante ações elaboradas com intenção, e de preferência, éticas.”
O ALIMENTO DA ALMA
Saudade sofrida mesmo é a ausência de tudo aquilo que não se teve, com a imprecisa lembrança do que não se fez. Isso sem esquecer a lancinante angústia de uma vida inteira presumida: relembrando as inúmeras promessas solidificadas no desquerer do destino, ou lamuriando por cada desejo não consumado. Entretanto, ainda pior, será a contaminação deturpada para a descrença no novo alvorecer. Porque, somente amanhã, redobra-se o otimismo, recicla-se a força e se torna capaz de sonhar com tudo aquilo novamente.
Pois, quando desistimos de lutar pelos nossos sonhos, nos tornamos mais indiferentes, amoldados e desvidrados. As inolvidáveis frustrações dos sonhos amortecidos permanecem aprisionadas para sempre nos subterrâneos da nossa mente. Onde guardamos um amontoado de coisas preciosas, que se perderam entre a vontade, o medo, o tempo, o acaso, a desmotivação, a desistência, os pretextos, as obrigações, a rotina etc. Enfim! Onde tentamos enterrar dentro de nós mesmos, à ausência de tudo aquilo que não fomos além das expectativas presuntivas dos nossos atulhados anseios.
A pior morte, portanto, é aquilo que deixamos de ser, ainda em vida, quando renunciamos aos nossos sonhos. O conformismo, o contentamento, e a apatia pela ausência de ambição, desnaturaram as almas que vagueiam opacas pela vida sem mais nenhuma fantasia. Os sonhos não são apenas cobiçosos desejos físicos, são os alimentos da alma ante aos anelos do coração. Uma vida sem sonho é como uma praia sem areia, uma primavera sem orvalho, uma flor sem perfume. Os sonhos atribuem novos significados a nossa própria existência, rejuvenescem a alma, regozijam a esperança, e preenchem com encantamentos a languidez do nosso cotidiano. E sem o embevecimento que os sonhos suscitam, a vida se torna austera, os risos sóbrios, e os nossos caminhos entenebrecidos. É quando deixamos de viver, e passamos, simplesmente, a existir.
