Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Não criei o Centelismo Universal com o propósito de ser uma religião, mas para organizar o sistema de crenças e práticas que visam inspirar um entendimento mais profundo sobre a existência humana e seu propósito no cosmos. Sua razão de criação está fundamentada em princípios de evolução, autodescoberta e unidade, transcendendo dogmas e estruturas religiosas tradicionais.
o Centelismo Universal é uma filosofia de vida que nasceu da necessidade de unificar conhecimento e prática sobre a conexão com o Todo, promovendo a evolução individual e coletiva.
"Só você sabe o que passou, mas isso não pode te impedir de se abrir para a cura e para as coisas boas que a vida ainda tem a oferecer."
A deslealdade e a infidelidade estão associadas a estados de energia baixa, como vergonha, culpa e medo. Esses níveis vibracionais carregam uma energia destrutiva que afeta todas as áreas da sua vida.
Quando paramos de viver pela dor e passamos a viver por amor, as coisas começam a ter mais sentido...
Corpo não mente.
Corpo, não mente.
Corpo não, mente.
Os extremistas que brigam para posicionar a vírgula mais à direita ora sacrificam o corpo, ora sacrificam a mente.
A cura antecede o fim dos sintomas.
É melhor ser doente e viver uma vida de fé;
Do que ser curado e viver distraído.
Não diga para Deus os seus problemas;
Diga aos seus problemas que você tem um Deus.
Para mim, o futebol não é o fim das coisas. O futebol é um meio para que a vida seja melhor.
Minha vida é dedicada a fazer com que os jogadores consigam viver melhor enquanto estão jogando.
Os andorinhões só vão voltar na próxima primavera. Eles me deixaram sozinho com todo esse monte de humanos que me oprime e me exaspera. Li que os andorinhões emigram para além do Saara, chegam até a altura de Uganda, por aí, e que passam a maior parte da vida no ar. Exatamente o que eu queria: não tocar no chão, não tocar em ninguém. Se eu pudesse ter optado entre nascer homem ou andorinhão, depois de ter visto tudo que vi, escolheria a segunda alternativa. (...) Que bela filosofia existencial: sair de um ovo, cruzar os ares em busca de alimento, olhar o mundo de cima sem ser atormentado por questões existenciais, não ter que falar com ninguém, não pagar impostos nem contas de luz, não se achar o rei da criação, não inventar conceitos pretensiosos como eternidade, justiça e honra e morrer quando chegar a hora, sem assistência médica nem honras fúnebres.
A solidão, como se sabe, é indulgente, mas a longo prazo tira mais do que dá.
