Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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Já caminhei por dentro das minhas próprias sombras e quase me perdi nelas. Mas escolhi renascer. Hoje sou uma mulher de coragem silenciosa, de sorriso leve e alma indomável.


Feita para proteger, amar e enfrentar o que vier.

Me perdi em milhares de direções, tendo uma pequena luz;
Logo ela desvaneceu e tornou minha perdição.
De que forma hei de escrever quantas vezes me apaixonei pela mesma pessoa?
Palavras não podem descrever,
Sinto-me na escuridão...
De que forma haverá de ser,
Tendo como certa minha decepção?
Matarei de vez esse amor,
Ou ele matará meu coração.

Perdi meu filho
Sem chance de abraçá-lo
Perdi em mim
A fonte segura
De mãos pequenas

Que vinham
Me tocar
Meu filho
Nosso filho
Filho da eternidade

O amor
Compreendeu a dor
De nossa separação
Deus sabe
A verdadeira razão

De seu retorno

"Já discuti, já briguei, falei alto, tive razão, perdi a razão, chorei, sorri de nervoso, fiquei chocada com tantos absurdos... Mas na verdade tudo que eu esperava era o silêncio, um abraço e uma voz baixa me dizendo: estou aqui com você."

-Aline Lopes

Te queria aqui naquele dia
Mas a culpa é toda minha
Perdi o que era insubstituível
E só queria que viesse
Por ser a única que poderia
Acalmar aquela dor
Mas a culpa disso tudo
É apenas minha
Quando cortei a ligação
E então fiquei sozinha
Quando perdi o único remédio
E afastei o que mais queria
Com tantos erros infantis
Nas sabotagens a mim mesma
E agora estou sozinha
Na mesma dor de antes
E não posso pedir
Que venha
Mesmo que fosse só para te ver
Por cinco minutos.
- Marcela Lobato

Toda vez que sozinho me achei, me perdi; mas quando me submeti (a Deus), me encontrei.

Caí no golpe do amor. Não perdi dinheiro, e sim meu coração.

Perdido
Perdido estou em meus pensamentos, sonhos, planejamentos e idealizações.
Mas, mais perdido que isso é o misto de emoções.
Vivo perdido entre a razão e a emoção.
Sou uma confusão!

"Todas as vezes em que perdi
me mantive em pé mas,
sempre quando venci
fiquei de joelhos perante
Deus em agradecimento"

Primeiro encontro

Perdi a fala quando te vi pela primeira vez, aquele paralisante momento me consumiu;
Quando ficamos próximos vi na beleza mágica do teu olhar um mundo de afinidades e futuras realizações juntos;
Começamos a conversar e a tua voz soprava nos meus ouvidos com uma doce e alegre sinfonia;
O nosso primeiro encontro foi surreal e muito diferente, senti meu coração sendo arrebatado por um amor nascente e muito reluzente;
A admiração foi recíproca e verdadeira, então, movidos pelo encantamento daquele momento nos entregamos de corpo e alma aos deleites da paixão.

Não foi fraqueza,
foi amor demais.
Não foi o fim,
foi a vida pedindo paz.
Perdi pessoas,
perdi chão,
mas não perdi a fé
nem o coração.
Aos sessenta,
não quero luxo nem correr:
quero dignidade,
silêncio
e tempo
pra florescer.

Perdi o interesse de voltar,
Isso inclui lugares e pessoas.
Quem não dá importância para minha presença,
Ofereço distância e ausência.

Perdi tanto tempo…
teu amor era falso,
colhi desilusão.

Perdi você

Na urgência do ganhar, perdi você,

quando a dor brinca, o drama ganha,

o coração que persegue o futuro com muita sede é comido pela fome do presente vazio, já a boca que tem proximidade com os sentimentos de outra boca ao ponto de sentir sua respiração, essa implora por uma paralisia instantânea do tempo na busca do deja vu do momento,

a cachoeira cai, as plantas choram, o rio corre, a saudade é densa,

na falta que abala o incrível é sobreviver.

Culpado


O muro da fortaleza pulei,
num mundo travesso caí,
em meio as aventuras me perdi,


No deserto me encontrei,
sol, céu e areia,
tempestades, miragens e perdas,


jogado aos ventos quentes, lágrimas e soluços são os meus últimos companheiros sobreviventes,
na escuridão aos olhos da lua, as muralhas crescem, a fortaleza se mantém imponente e o mundo descoberto é apenas um vazio.

Perdi chão, perdi gente, perdi certezas… mas nunca perdi a mão de Deus me guiando.

"Entre insistir e soltar"


Insisti no silêncio, gritei sem ouvir,
me perdi no caminho tentando seguir.
Fui presença constante, mesmo na ausência,
mas virei só lembrança, sem mais importância.
Corri contra o tempo, lutei sem vitória,
doei minha vida, apaguei minha história.
Hoje eu paro as mãos, largo esse chão,
não sou migalha, sou coração.


Se ela não sente, não posso insistir,
é hora de soltar pra poder me vestir
da força que resta, da fé que é minha,
pois quem não me quer, me ensina a saída.

Perdi a pressa de ser perfeito, passei a valorizar o trabalho bem feito, a perfeição é agora um sinal, não prisão.

Quando perdi tudo, encontrei a mim mesmo.

Tudo o que perdi me ensinou o que realmente importa.