Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
A vida sob o olhar da Lua
Sob o olhar da Lua, eu nasci.
Quando vi minha mãe, eu sorri.
Sob o olha da lua, eu cresci.
Muitos foram os que me viram ficar assim.
Sob o olhar da lua, eu estou
A escrever este poema daquilo que sou
Sob o olhar da lua, me casarei com
A pessoa, que neste mundo, mais amarei.
Sob o olhar da lua, serei pai
E este amor sim, este, não sai!
Sob o olhar da lua, netos terei
Esta será sempre a lei.
Sob o olhar da lua, irei morrer
Só espero que seja com o desejo de escrever.
Neste ano eu:
Sorri. Chorei. Me divertir. Viajei.
Estudei. Decepcionei. Conquistei.
Aprendi. Errei. Perdoei. Perdi perdão.
Fiz novas amizades. Distanciei de algumas.
Vivi momentos muito bons.
Outros nem tanto. Uns inesquecíveis.
Outros dolorosos.
Mas chegou no final do ano,
com gratidão, pois até nos
momentos mais difíceis aprendi.
E acima de tudo, Deus esteve comigo!
Todos os dias o sol sorri para mim e eu percebo que Deus faz brilhar em mim a certeza de que Ele está me cuidando, independente da circunstância...
Eu ouvi e disse palavras
Eu sorri e vi sorrisos
Eu estava feliz e vi felicidade
Eu pensei que estava tudo certo
Eu olhei e percebi não está
Então conclui ...
Não fui eu apenas que esqueci
Nada mudou.
Tanto tempo passou, e eu não te esqueci.
Não esqueci seu cheiro, não esqueci seu sorriso, suas brincadeiras, seu olhar, e acima de tudo não esqueci o primeiro dia em q te ví. Quando você entrou na sala de aula. E foi amor a primeira vista.
Dalí em diante minha vida mudou te amava em segredo.
Tanta coisa aconteceu, mas enfim namoramos e eu viví meu conto de fadas particular. Meu Deus como te amei.
Se vc soubesse quantas vezes em prantos eu pedia a Deus pra você nunca me deixar. Pelo simples fato de temer esse dia.
Mas o inevitável aconteceu e um dia você me disse adeus. E hoje 23 anos depois ainda me lembro do seu olhar naquela noite. Ainda choro quando me lembro de você se despedindo. E seu olhar sumindo na esquina com a mão acenando para mim.
Te perdí.
E ao perder vc me perdí. Perdí minha direção e vaguei entre amores que nunca foram meus. Te procurei em abraços que não eram os seus. Fechava os olhos e fingia ser você. Ah Deus e o quanto isso me doía.
E hoje tanto tempo depois em madrugadas como essas, em que o sono me abandona. É de você que me lembro.
É quando a saudade me toma volto no tempo e sinto ainda tudo aqui.
Aquele mesmo amor..e vejo que dentro de mim ainda sou a menina que te amava a menina que ainda espera secretamente por você. Dentro de mim nada mudou.
—E quais são os motivos para ficarmos perto um do outro? —Perguntou. Eu sorri.
—Não preciso de uma lista para isso. —Expliquei o olhando nos olhos. Ele me encarava. —Por que? —Perguntou.
Queria responder algo adequado, mas sem admitir que eu estava completamente apaixonada por ele.
Eu descanso nos meus pensamentos que são forte como um vento e que sorte a minha sorri sem precisar mentir, porque se eu fingir vou fugir da calmaria que vive em mim.
Eu já perdi as contas...
Eu já perdi as contas de quantas vezes sorri.
De quantas vezes chorei.
De quantas vezes disse que estava bem, e realmente estava.
De quantas vezes menti para ser forte.
De quantas vezes chorei para parecer sensível.
De quantas vezes me neguei ao amor.
De quantas vezes tive a oportunidade de me apaixonar de verdade e recusei.
De quantas vezes magoei alguém... E de quantas fui magoada.
De quantas vezes fugi de um beijo mesmo desejando-o tanto.
De quantas vezes me arrependi.
Já perdi as contas de quantas vezes desejei voltar ao passado jurando fazer diferente mas sabendo que nada mudaria.
De quantas vezes delirei por um sorriso e de quantas vezes torci em silêncio para o dono dele.
De quantas vezes disse o que não queria.
E de quantas vezes disse o que queria na lata, sem medo.
Já perdi as contas de quantas vezes fui corajosa.
De quantas vezes achei que o fim havia chegado.
De tantas lagrimas que eu não derramei porque eu precisava dar apoio.
Já perdi as contas de quantas vezes fui feliz.
De quantas vezes dei gargalhadas até ficar sem ar
De quantas vezes abracei desconhecidos que pareciam conhecidos.
Já perdi as contas de como apredi com tudo isso.
De como eu fiquei mais vivaz.
De como eu sou grata.
Talvez, eu não seja o melhor colírio para teu olhos, o melhor encanto para teu olhar ou aquele sorriso que te agrada. Mas quem sabe, posso ser o melhor remédio para sua dor, a alegria para sua tristeza, o sorriso na hora da angústia, a companhia na hora da solidão e o melhor inquilino para o teu coração. E quem sabe assim, saberás enxergar aquilo que realmente importa e não apenas o que seus olhos te enganam
E quando eu parti, minha mãe vai chorar mais depois vai sorri, e agradecer a Deus por mim permitir ta hoje aqui nessa função, quendo ele descidir o dia a hora de eu subir.
Eu quero a liberdade que me faz sorri,coração que pulsa horas a fio,sem ao menos guardar rancor,nem carregar o peso infinito da mala,
tão cheia de orgulhos bobos.
Desejo imenso de um pequeno sonho, que nasce enquanto o sol vem reluzindo,
ali prolongo o meu olhar a maravilhar-se.
Certa vez me chamaram de solitário, eu sorri e apenas disse: Me dou bem com minha companhia, ela não mente, não humilha, não maltrata, é resigna em saber, é reservada e sempre opera pelo bom senso e bem de todos. Bom, o que você disse mesmo?!
Quando eu chorei, você sorriu para tirar um sorriso do meu rosto! Quando eu sorri, você chorou de emoção ao me ver sorrir novamente!
Não disse nada, nem mesmo o seu nome! Simplesmente me chamou de amiga, sorriu e chorou! Posso te chamar de amigo?
Amigo é isso! Mesmo no silêncio está sempre com você, escuta e te compreende mesmo quando você silencia, porque o amigo escuta com o coração! Independente de ser Maria, João ou José você poderá chamá-lo de "Meu Amigo"
Então, eu perguntei:
_O que houve com teus botões de sonhos
menina ?
Ela esboçou um leve sorriso e respondeu :
_Eu os coloquei no altar de Deus!
já não são botões, desabrochou ,
"FLORESCEU".
"[...] Aí ele sorriu pra mim. Daquele jeito que me desmonta. E eu sorri de volta, daquele jeito bobo, que entrega todos os pontos. Aí eu pensei: "Droga! Será que ele percebeu?"
Mas não, ele não fazia ideia do que causava em mim, todas as vezes que sorria."
Amor Ímpar:
Eu choro por ti
E você sorri por fulano
Que bebe no bar da esquina às vinte e três
Enquanto lembra de beltrana
Que não prega os olhos pensando em mim
Me mataram hoje
Eu sorri
Perdi o que não tinha
Estranhamente o nada faz falta
Sorri de novo
Parece que eu queria o que não gostava
Não gostar diminui a incerteza
Define alguma coisa
Coisa...
Eu consumia paredes para me referenciar
Livre, eu não sabia ser
Só sabia covardia
Tinha medo de morrer
Mas morri
Essas palavras são póstumas
Na morte desanuviamos
Nuvens são nadas que parecem alguma coisa
Mas esse nada consegue molhar e apagar teu giz legado
Na morte teus pecados não contam mais
Açoites e culpas são despejados
O mandado de desintegração de posse se cumpri
A carne se desfaz
Eram só átomos invisíveis ligado por ideias
Ideias de viver retroalimentadas por Wal Disney e seus amigos multicoloridos
Viver é morrer as poucos
E de pouco eu já tô vazio
Vivendo, você somente consegue estar
Morto você é
E se é pra ser, que seja
Viver é o dogma de quem quer ser alguém
Escute um conselho de quem já é ninguém
Morra todo dia
Palavra de defunto
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