Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Um dia depois do outro,
o Sol nasce no mesmo lugar,
faz seu caminho seguro,
ao céu inteiro atravessar.
Estende seu manto
ao anoitecer,
deixa atrás de si um rastro escuro...
não está nem aí com o que pode o futuro trazer.
É por hábito... por vontade própria
que ele ilumina o caminho,
deixando atrás de si um mundo carente
na escuridão completamente sozinho?
Tentei mesmo viver bem em outras terras
e em outros braços,
mas descobri que meu sorriso só é alegre
quando encontra o teu,
e que minha alma só é feliz
quando encontra a tua.
"Se cada um se preocupasse um pouco mais consigo mesmo, certamente a preocupação com o outro tomaria um rumo diferente, porque é a partir de nós mesmos que passamos a compreender melhor o outro. Mas se não nos compreendemos como vamos fazer isto? Se nos julgamos, nos culpamos, nos maltratamos, não nos perdoando e portando-nos como carrascos, como vamos proceder com o nosso próximo? Como vamos enxergar o outro permanecendo indiferentes a nós mesmos?"
Quando você chegar lá, então os pensamentos tornar-se-ão calmos mesmo sem os ter acalmados, o sossego e o discernimento surgirão sem ser produzidos, a mente do buddha aparecerá sem ser revelada. Pode-se tentar compará-la ao cosmos ou à luz de milhares de sóis que estão além do céus da Terra
Não temos piedade e não damos conta que mesmo os peçonhentos são bons para nós humanos, e por sermos tão diferentes,perdemos a oportunidade de apenas olhar e poder ainda guardar na memória tão linda imagem de uma serpente livre...
As flores com seus perfumes que toca até mesmo os corações de um soldado onde muda todo o sentido de um amor apagado na memoria daqueles que um dia amarão o perfume de um belo buquê a pessoa amada.
- Voce entendeu tudo o que falei?
- Tudinho.
- Que foi mesmo que voce falou?
- Mãe, acho que serei advogado,
mas pensando bem,
poderia ser um grande médico.
- Tô indo para a casa do Leandro.
- Talvez esteja mesmo é na casa do Julio.
- Acho que vou estar na casa do Thiago.
- Venho almoçar ao meio-dia.
- Lá pelas duas to chegando.
do meu poema - Adolescência
Filosofia da Vida
Personalidade é passar dos trinta e ainda conservar o mesmo gosto musical
Atitude é deparar com situações inusitadas e prontificar solucioná-las
Praticidade é dispor de inúmeros recursos e ainda achar insuficiente
Caráter é uma questão de ética e moral
Inteligencia é saber observar ,aprender ouvir e falar menos, Humildade é desprender-se da auto-promoção
Felicidade é fazer o que você gosta sem pesar na consciência
Amizade é recíproca , não se compra, é doar-se a sim mesmo
Amor...esse não explica, é uma dádiva
Vida é única, curta demais! (duplo sentido), Viver é preciso, Sonhar é o entusiasmo para realizações.
Todos nós somos especialista em algo, tornando-se cada vez menos especialista nas outras coisas,portando; Todos nós somos iguais e importantes para Deus. Porque não ser também para todos? O respeito poupa o perdão, O amor em vez de ódio, Paz em vez de ambição, pensou em guerra né? Solidariedade sem status, Paixão sem domínio e Deus no coração!
Nada do que vejo.
Tente ser estranho falando de mim mesmo,
abra sua mente para o que vem do expoente,
em minha ira abaixo minha guarda.
do que sabes, eu penso a respeito,
do mais perto do delírio eu sou o seu auxílio.
Falava o anjo que voa em tua direção, você não é o que finge que é,
você é parte do que nada é,
mas ainda sabes,
que os nossos velhos tempos são perfeitos,
Do meu passado fiz estrago, e do meu presente me fiz ausente,
do meu caminhar ao que nada sente,
Se quem se sente indiferente.
Temos olhos para ver,
temos mente para refletir...
Mesmo assim caminhamos a nos perder,
sem perceber aonde temos de ir...
Mesmo tendo um coração para sentir,
ao passo que não nos vemos,
a cada dia mais e mais
nos desacompanhamos e
nos perdemos
rumo a inexistir...
A JANELA
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.
Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha sua cama logo ao lado, porém, distante da janela, e era necessário que ficasse sempre deitado de costas, sem ter visão para a janela. E os dois conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama ao lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores antigas e enormes acariciavam a paisagem, e tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem, da cama perto da janela, descrevia isto com tudo com extraordinário pormenor, o homem, no outro lado do quarto, fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia o homem, da cama perto da janela, descreveu um desfile que ia passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e letamente olhou para o lado de fora da janela... Que dava, afinal, para uma parede de tijolos!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem se quer conseguia ver a parede. “A talvez ele quisesse apenas lhe dar coragem...”, finalizou ela.
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Moral da história: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
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