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Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri

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Goza e faz gozar, sem fazeres mal nem a ti próprio, nem a ninguém, eis, suponho eu, toda a moral.

Eu acho que, quando não escrevo, estou morta.

Clarice Lispector

Nota: Trecho de entrevista com Júlio Lerner para a TV Cultura, em 1977.

Aconteça o que acontecer, a facilidade faz-me mal;
do que me persegue eu fujo; o que me foge, isso eu persigo.

Ovídio
OVÍDIO, Arte de Amar

Com muito custo, chacoalhei minhas mangas. E só eu sei o quanto doeu ver a melhor coisa do mundo indo embora. Doeu um, dois dias. No terceiro, a melhor coisa do mundo virou a melhorzinha. Que virou a décima melhor. Que não virou nada.

Eu tenho tanto pra te dizer e... no entanto, veja meus olhos rasos d’água: é a expressão de todo o carinho que sinto por você!

Eu acredito em lágrimas.

Me perguntam, assim, o que tu achas de tal coisa. Pô, eu não sei o quê que eu acho. Na hora eu acho uma coisa, meia hora depois eu posso achar outra. Eu não tenho opinião definida sobre nada. Não acho que isso seja insegurança. Acho que é abertura, acho que tudo é passível de uma outra interpretação.

- Bem, como você já sabe, eu adoraria fazer parte disso.
- Do quê?
- Do que faz você feliz.

É como se eu estivesse esperando… Não sei o quê, não sei quem. Mas parece que estou aqui só esperando que chegue, que chegue algo que vá mudar tudo.

Eu quero o que dá vontade, simples assim.

E se eu tivesse feito outras escolhas, onde eu estaria?

Eu odeio a ausência quando o que eu preciso é da presença.

Muitas vezes anda sendo assim, eu fingindo estar bem e sorrindo sempre. Só para não atrapalhar a felicidade de quem está junto comigo!

E na verdade, eu tenho muito medo de dizer que estou feliz. Vai que tudo desmorona de novo?

Me importo sim com o que dizem de mim, mas isso não quer dizer que eu vá mudar a minha vida por causa de um comentário de alguém que acha que pode me julgar.

Eu posso rir da minha desgraça, porque ela é minha. Você não.

Tantas perguntas, tanto na minha cabeça. Tantas respostas que eu não consigo encontrar.

Você não se importa ou finge tão bem quanto eu?

E eu, mais uma vez, olho para o lado morrendo de saudade dessa coisa que eu nem sei o que é. Dessa coisa que talvez seja amor. (…) odeio todos os amores baratos, curtos e não-amores que eu inventei só pra pular uma semana sem dor. A cada semana sem dor que eu pulo, pareço acumular uma vida de dor. Preciso parar, preciso esperar. Mas a solidão dói e eu sigo inventando personagens. Odeio minha fraqueza em me enganar e mais ainda a dor que vem depois dos dias entorpecidos. Eu invento amor, sim. E dói admitir isso. Mas é que não aguento mais não dar um rosto para a minha saudade.

No fundo o que eu quero é que ninguém me entenda para eu poder te amar tragicamente!