Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Lanterna — Nunca Salvadora"
Nasci para ser lanterna — nunca salvadora.
Sou chama que arde, mas não queima;
sou farol solitário que corta a neblina,
mas jamais conduz a embarcação.
Lanterna que ilumina a trilha,
mas não empurra, não puxa, não arrasta.
Ofereço a luz, mas não os passos.
Aponto a direção, mas não determino o destino.
Cada ser que cruza meu caminho
é livre para mirar o horizonte ou se perder na escuridão das próprias resistências.
E eu aceito — serena, firme, inteira.
Porque sei:
quem clama por conselho, muitas vezes, deseja dividir a culpa,
fugir do peso da escolha,
diluir a responsabilidade.
Mas eu não sou abrigo nem salvação.
Sou lanterna.
Sou presença que clareia,
não promessa que alivia.
Se caírem, que aprendam com o chão.
Se voarem, que celebrem o céu.
A minha travessia é outra.
É aquela onde assumo cada pedra, cada vento contrário,
cada vitória e cada ferida.
Não me escondo atrás de ninguém.
Não transfiro culpas, não terceirizo méritos.
O que é meu, é meu.
E o que é do outro, deixo com o outro —
sem pena, sem apego, sem ilusão.
Não vim ao mundo para salvar.
Vim para iluminar.
Sou lanterna:
fogo discreto,
fagulha incessante,
sol silencioso,
estrela que nunca se apaga,
mesmo quando ninguém olha para o céu.
Quem quiser ver, verá.
Quem não quiser, que permaneça no conforto da sombra que escolheu chamar de lar.
Eu sigo —
livre,
inteira,
luminosa.
Porque a luz verdadeira nunca força:
simplesmente, é.
Autoria: Diane Leite
Abri mão das receitas
para não abrir mão mim. Quando
percebi minha vida passando
sem me mostrar quem sou,
Disse:
- Basta!
Hoje só fico onde exista amor.
Podem até sujeitar meu corpo.
Mas na minh’alma
nunca ninguém mandou.
Fiz pacto poético,
chega dos ofícios de horror!
Quando vi minha vida passando
sem reconhecer quem realmente sou,
Disse:
- Basta!
Hoje eu só fico onde exista amor.”
Peixes
Sou como o vento, do campo,
Que vai aos montes cantar.
Canto uma canção, do amar!
Diante das aves aí canto!
Vou, também, dançar,
Na praia, do mar selvagem.
Canto e danço sem, parar,
Nesta longa e linda viagem.
Ó mar de sal salgado!
Tu desde, tempos, navegado.
Deixa os peixes dormir,
E a bela música, ouvir.
Até que voltem a nadar,
Nas águas de manso, mar!
"Assume que sou capaz" Uma herança maldita;
O bom do amor é que a varias faces,isso me leva crer que o "não amor" é uma delas (Facetas do amor)...
Sou um livro quase que totalmente aberto! Tem páginas secretas que ninguém conseguirá abrir, mas 99,9% delas estão sempre disponíveis a todos que desejam e merecem ler.
Sou fogo quando precisar de calor,agua quando quiser se refrescar e brisa suave quando necessitar se acalmar...
O sol vai escondendo-se sem pressa
Nada muda além de nós
E ainda que os olhos fechem
Sou sol adormecer.
Sou guerreiro da verdade
Vim lutar a seu favor
Empunhando firme com sinceridade
A espada do amor
A espada do amor
Empunhada por quem sabe amar
No coração ter fervor
Com a alma saber guiar
Sabendo guiar
Neste velho mundo de ilusão
Com sabedoria trabalhar
Sabendo trabalhar
Orientando a viver
Pois quem sabe amar
Sabe bem compreender
Antes de pensar em me contar qualquer coisa sobre alguém, pensando que terei inveja, saiba que sou o tipo de pessoa: Que se alegra com a vitória, choro junto nos dias ruins e luto nos dias de batalhas do meu semelhante.
Teve um dia que orei pedindo a Deus para "mostrar tudo" e não me deixar enganado.
Foi triste, decepcionante, desesperador, mas foi libertador.
Hoje sou livre.
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