Eu Sou
Eu sou um cara foda e não dependo de ninguém, eu conquisto minhas coisas sem precisar de ninguém.
Eu não tenho ego e não preciso humilhar as pessoas pra ter confiança, eu construí minha confiança com dedicação sem arrogância.
Cada objetivo de vida eu tô me aproximando, enquanto uns falam ser impossível eu tô na minha só conquistando.
O que os outros vão pensar de mim, não me interessa mais, até porque encontrei minha felicidade, enquanto muitos brigam pela paz.
Eu sou um deus do meu universo imaginário, sigo a vida adiante com uma mente revolucionário...
Meu corpo é um gabinete de um computador, e a minha mente é as peças todas com um baita processador...
..."Eu sou os anos 80 e passei aqui para dizer a todos que as saudades, os bons tempos, as lembranças, as alegrias sempre estarão presentes e isso a qualquer momento e quando do meu tempo você lembrar, porque você também já esteve lá, apenas me dê uma abraço com toda a força de sua saudade e eu a transformarei em alegrias! Sim! Eu estou aqui e serei eterno e quando lá no futuro longínquo você chegar, lá estarei eu de novo exatamente do jeito que vocês me viram, numa esquina, numa mesa de um bar, na companhia de uma cerveja gelada, na conversa com os amigos envolvendo vocês na magia que proporcionei a todos deixando a imensa saudade como meu maior legado por tudo o que juntos passamos, descobrimos e vivemos. Peço que não chores pelas saudades e nem em nome dela, apenas feche os seus olhos e deixe me levar você para o tempo em que o infinito se perpetuou e eu me tornei eterno. Agora, vou com o vento e volto em um outro e lá certamente nos encontraremos de novo e disso tenha certeza." ... Ricardo Fischer.
Se existe o bem e o mal, eu sou a impureza, o diabo é o mais próximo do homem e ele vive na minha cabeça.
Ahh claro que eu sou preto,meu nariz é grande,lábio carnudo
Tenho até traço no rosto ,só porque meu pai é juíz e minha mãe é delegada?,quem é você pra me dizer ao contrário
Eu? Eu não sou ninguém, só apenas o alvo de mão olhado
O ladrão de bolsas das velhinhas,imã de bala perdida, suspeito de furto ao entrar em loja de luxo, o segurança particular do branquelo no shopping né que privilégio, o reciclador , o morador de rua , e quando viro advogado ou professor "Ahh com as cotas até eu" vitimismo ? Não realidade
Irmão, quem sou? Filho de empregada doméstica, batalhador, cheio de propostas do tráfico onde é o único lugar onde eu não sou descriminado
Mas não essa vida não é para mim , sabe porquê?:
Porque sou preto demais !!
Eu sou gaúcha, mas nunca fui particularmente entusiasta de ser gaúcha. Na infância, vestia o traje de prenda, cantava músicas típicas e dançava na escola, como se fosse algo lúdico. Achava que, num mundo globalizado, pertencer a uma região era coisa do passado. Acreditava que éramos todos cidadãos globais e pós-modernos. Mas então vi minha terra arrasada, as ruas por onde caminho alagadas, o bar onde costumo ir com meus amigos debaixo d'água, o centro da cidade, onde há apenas duas semanas houve carnaval, inundado. Vi as cidades arrasadas, as pessoas com barro nas pernas e lágrimas nos olhos. Vi a água levar tudo, tudo, da minha gente. Foi aí que percebi o quanto pertenço ao Rio Grande do Sul. Pertenço à gente que amo, aos meus conterrâneos, e a dor de todos é minha também.
Li no jornal uma carta de uma senhora narrando a enchente de 1941. Enquanto ela descrevia a água subindo no centro de Porto Alegre, nos bairros Navegantes, São João, Menino Deus, nas ruas de Praia de Belas, com o Pão dos Pobres sendo evacuado, eu sentia um arrepio. Parecia que ela estava narrando minha própria experiência. Solidária, ela me deu voz e as suas palavras devolveram as minhas. Então, ela usou o termo "flagelados" para descrever aqueles que perderam tudo. Aquilo me assustou, achei forte. E me dei conta de que é uma das palavras que dá dimensão do que estamos passando. Um estado debaixo d'água, com milhões de flagelados. Não falo apenas daqueles que perderam suas casas ou entes queridos, falo de todos nós que estamos em estado de choque diante dessa tragédia. Dos meus amigos que saíram às pressas de casa, dos que perderam tudo, dos animais nos telhados, do vizinho idoso que vai comigo buscar água no espelho da Redenção, com nossos carrinhos de feira. E uma semana parece um século.
Há um mês atrás, quando a vida era feliz, estava no Rio de Janeiro e vi a exposição que Ailton Krenak realizou a curadoria, no CCBB. Lá tinha uma imagem de dois meninos e um homem num barquinho. Só se via a copa das árvores e muita água. Estavam sobre a aldeia onde moravam. Fiquei comovida, imaginando como seria passar por isso. Achei que entendia, que minha empatia alcançava. Eu estava errada. Eu não sabia de nada. A tragédia não se empresta. E o que posso fazer, como Krenak fez, é contar. O que quero dizer é que vamos viver, vamos reconstruir.
No espelho vejo o corpo, a forma que eu sou,
Uma pele que sente, um abrigo que ficou.
Nas veias corre a vida, pulsando em cada batida,
A matéria que me guia, na jornada tão querida.
**
Corpo e alma em união, dançando na canção,
Ser humano em evolução, buscando a conexão.
No silêncio da existência, escuto a essência,
Sou parte do todo, da infinita consciência.
Olhos que veem o mundo, e aprendem com a dor,
Mãos que tocam a terra, celebrando o amor.
O som da Respiração, é um eco no vazio,
Uma busca constante, em busca do que é meu.
Corpo e alma em união, dançando na canção,
Ser humano em evolução, buscando a conexão.
No silêncio da existência, escuto a essência,
Sou parte do todo, da infinita consciência.
E ao olhar para o céu, percebo a imensidão,
Sou uma estrela perdida, em busca da direção.
Entre sonhos e verdades, entre luz e sombras,
A vida é um labirinto, onde a alma não se apaga.
Corpo e alma em união, dançando na canção,
Ser humano em evolução, buscando a conexão.
No silêncio da existência, escuto a essência,
Sou parte do todo, da infinita consciência.
Na dança do ser, corpo e alma a viver,
Caminhando juntos, prontos pra renascer.
E ao final da jornada, quando a luz se apagar,
Saberei que o amor é o que vai nos salvar.
Eu sou um criador de horizontes e um destruidor de expectativas pois carrego comigo o dom de frustrar as ambições alheias sobre perfeição.
Eu sou a minha própria ideia, eu sou o meu próprio conceito: eu sou o que eu crio, eu sou o que eu transformo. Em mim há um mundo em eterno movimento, e o homem que vê o futuro não vê o que está diante dele, mas o que ele mesmo se torna.
"Não é o que os outros dizem sobre quem eu sou que me define, mas sim as minhas atitudes diárias. Isso mostra quem eu sou de verdade. Então, silêncio!"
Ciano Barbosa🖊
Eu sou a esperança exercida com afinco, a fé restabelecida, a coragem aflorada, a força renascida das cinzas, a dúvida transformada em certeza. Eu não sou melhor que ninguém, mas faço parte do clã dos que não desistem antes da última gota de força ter sido totalmente esgotada.
Eu sou a luz que emana do meu pai, meu criador
Eu sou a estrela da manhã
E reviso para os seres humanos
Seus pecados mais sombrios (males)
Eu sou aquele que permite que eles vejam
Seu próprio mal
Esse é o meu papel e meu pai os julga de acordo com as obras de cada um
Meus irmãos e eu somos miríades de miríades de legiões de anjos infinitos, cada um age de acordo com a vontade de nosso pai, o “CRIADOR”
somos uma emanação de sua glória e poder
E nós o servimos antes de toda a criação
Obedecemos ao nosso pai o “CRIADOR”
יהוה
Eu posso ter metas, buscar a paz e amar alguém, mas antes de tudo...
Eu sou a minha própria meta
Eu sou o meu ponto de paz
Eu sou o amor da minha vida
Eu sou Mãe de Autista, e todos os dias escolho a coragem e a força como minhas companheiras de viagem nessa jornada de amor incondicional!
O Deus Criador – EU SOU
"Desde a eternidade, Deus,dotado dos atributos deonipotência, onisciência e onipresença, refletia sobre suas ações futuras. Eventualmente, Ele decidiu dividir-se para vivenciar a vida terrena e experienciar o mundo da matéria através de nós."
Com o poder da onipresença, que lhe permite estar presente em todos os lugares ao mesmo tempo, que graça teria jogar xadrez consigo mesmo? Por isso, Ele escolheu esquecer sua própria identidade, criando a ilusão de jogar xadrez contra outro ser.
Entretanto, sendo onisciente, Deus possuía todo o conhecimento do mundo, compreendendo o passado, presente e futuro, além dos pensamentos e ações de todos os seres. Assim, Ele sempre saberia os movimentos no xadrez antes de serem feitos. Para tornar o jogo justo Ele abdicou de sua onisciência, adotando uma condição de conhecimento limitado ou parcial, típica da experiência humana.
"Além disso, com sua onipotência, Deus poderia realizar qualquer ação. Para garantir a equidade e oferecer ao outro a oportunidade de escolha e vitória, Ele renunciou à sua onipotência, permitindo assim o livre arbítrio ao outro e tornando-se incapaz de influenciar diretamente o resultado do jogo."
Dessa forma, começou a jornada evolutiva e espiritual da humanidade em busca da reminiscência. Esse processo, que envolve recordar memórias passadas, permite às pessoas acessar o conhecimento esquecido, buscando redescobrir a divindade perdida dentro de si mesmas. Ao fazê-lo, lembramos que somos, de fato, manifestações de Deus tentando lembrar de si mesmo.
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