Eu Sou
O Anjo
"Eu Sou a Expressão da Intuição Divina.
Eu Sou a Expressão da Vontade do Pai de toda a doçura de Sua Luz.
Eu Sou a paz trazida pelo olhar que tu tens sobre a Origem de onde você vem.
Eu Sou a emanação desta paz e desta origem.
Eu Sou a exigência que te é feita de manifestar esta intuição em tua presença.
Eu Sou a Alegria do Pai.
Eu Sou a alegria de Tua manifestação.
Eu Sou a suave Luz que chega para a pacificação de teu coração.
Eu Sou o que te aguarda, em quem você tem sempre existido.
Eu Sou a Presença.
Meu comando é: permita-me a entrar em tua manifestação consciente.
Obrigado pelo teu sorriso, e por tua doçura.
O Anjo
"Eu Sou a União do Pai e da Mãe."
Eu Sou a manifestação do novo reconhecimento de Deus Pai-Mãe.
Eu Sou a força tranquila de Amor que realiza.
Eu Sou o que abandona o ego para tornar-se a Realidade.
Eu Sou a manifestação da Unidade feita homem.
Eu Sou a manifestação divina feita homem.
Eu Sou o símbolo do equilíbrio do Amor,
Que nunca é limitado,
Sempre conduzido.
Eu Sou o que é sempre presente e manifesta a Presença.
Eu Sou a lei do equilíbrio,
A manifestação do equilíbrio.
Eu Sou o que de você gosta muito.
Os professores dizem que eu sou distraída e a minha mãe fala que eu sou mandona e de fato, odeio quando as coisas não saem do meu jeito e não tenho mais escolhas a não ser chorar.
Eu e vários eus
Eu sou solitário.
Tenho dentro de mim, vários eu. Tantos , que posso até dizer que somos NÓS.
Minhas cartas não pedem socorro;
Minhas palavras não dizem quem eu sou;
Minhas palavras não me escondem da realidade...
Minhas palavras ensaiam momentos de felicidade.
Hoje pela manhã, ensaiei palavras de felicidade, acabei perdendo a hora.
Como eu desejei que alguém pudesse ver.
Sendo eu quem eu sou nem sempre
Um dia um grito, um dia mudo
Exclamo e duvido, aos berros e sussurros
Debruçado sobre um travesseiro nu
Despindo meus sonhos sobre a velha fronha azul
Bordada em dias tristes pelas mãos zelosas
Da mãe que morreu abraçada ao tempo
Por tudo e teu calor, ora ausente
Transpiro loucas palavras que soam mal
Blasfêmias indigestas, indecorosas e tal
Outono insólito no inverno cinzento
E a bruma doce envolvendo meus pensamentos
Com o mesmo carinho e amor
Que eu sempre te dediquei
O que pensar de mim
Contido aqui, nem sei onde
Aparentemente, assim: imóvel
No lugar exato onde a tristeza se esconde
Aqui estou eu, roto e derrotado
Usando minhas mãos trêmulas
Para tecer as tranças de uma poesia pobre
Que se espalha despudoradamente
Nas páginas em branco da minha desilusão
Falta-me inspiração, eu sei
Mas não me tenhas como um ser dormente
Pois é versejando que eu me correspondo
Com os seres estranhos
Que habitam as minhas entranhas
É assim que o brado da minha alma ecoa
Pela silenciosa madrugada da solidão
O poeta é um solitário jardineiro
Que cultiva sonhos e palavras em seus canteiros
Ele detém o dom de conversar com as flores
Sobre as quais se debruça em cuidados
Sem gritos e sem espalhafatos
Sempre em silêncio, mas nem sempre sensato
Vale-se dos sinais e da linguagem do vento
E, aos poucos, tudo se vai esquecendo
Porque tudo se esquece com o tempo
Assim como tu te esqueceste de mim
Minha felicidade está no caminho certo sempre qd q eu busco o conhecimento geral..Eu sou tipo de pessoa q não paro de escrever nunca!
Se um dia falei que nada ia dar certo na minha vida,esquesão,pois estava construindo o que eu sou agora,na minha vida não posso esperar mais nada.
Então as vezes esperar não é o fim mais sim um começo de uma vida maravilhosa...
Ando com o sensação que todo mundo é feliz e eu sou a menina sozinha, não consigo mais, não tenho mais forças, você está me entendendo? Eu dou os meus sorrisos falsos por aí, começo a rir mas não é sincero. Eu queria apenas entender, eu sou praticamente uma menina tão vazia, tão sem fundamentos por aí, sem expectativa nenhuma. Tem dias, menino, que minha vontade é de não levantar da cama. Ter que enfrentar família, amigos, conhecidos, professores enchendo o saco, não é tão fácil.
Horas poeta, horas artista.
Idealista, é o que eu sou!
Sigo na pista em busca da conquista...
Conquista da superação.
Superação do velho, do novo.
Do que está por vir sem rejeição!
