Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Talvez um dia eu me encontre queimando meus poemas, ou mastigando páginas de um livro do século XIX, a carta do vidente quem sabe.Talvez um dia eu me veja discutindo comigo mesmo no espelho em uma dessas madrugadas de bebedeira, confessando meus crimes no chão do banheiro.Talvez a poesia não exista, talvez seja só parte da minha insanidade emocional.Neste jardim torto cercado de espelhos disformes, quem sou eu entre os fantasmas?!
Um dia conheci um cara legal, mas todos o achavam chato, então descobri que ele não era legal, eu é que era chato demais
Eu sou apenas mais um, entre muitos outros feridos com a mesma dor.
Lutei fortemente, fui derrotado por mim mesmo.
Suspirando, vivendo e aceitando minhas reais ilusões.
Eu pareço preso, solto no mundo.
Eu sinto um vazio cheio de orgulho, sentimentos negados.
Desejos ocultos, como um crime.
Há uma oportunidade para o novo amanhã.
Veja todos eles, o sofrimento, eu me sinto tão egoísta.
Mas eu não tenho a fórmula para ser mais fácil, não há mágica.
Só o tempo, algo torturante dia a dia.
O que nos faz perceber o quão cego estavam.
De atitudes baixas, pelo desejado.
Isso seria muito mais fácil, tudo.
Mas este mesmo tempo nos torna inimigos medíocres e solitários.
Sem resultados, às vezes.
Mas há sempre um amanhã.
Estou tão perto de suas mãos, não me deixe ir.
Se você vai, vai para sempre.
Portanto, não me deixe ir, não me faça desistir.
Esperando por um dia em que eu irei abraça-lá e beija-lá e dizer: - Finalmente você é só minha! e nada mais importa! te amo, quer casar comigo?
Os galhos e o amor
Toda vez que morre um sentimento bonito em mim eu sinto uma dor muito forte, como a da morte. Meus sentimentos são muito bons, e a gente sempre deseja que coisas boas vivam pra sempre não é? Mas sabe, às vezes penso que somos como arvores, precisamos nos livrar de galhos velhos e sem vida, pra que venham os galhos novos cheios de flores, perfumes e frutos.
Nesta analogia percebemos uma coisa muito interessante: quando algo em nós morre, como um amor, por exemplo, teimamos em dizer que ele nunca existiu, que nunca foi amor. Mas não é bem assim! Um galho de uma árvore tem vida por um determinado tempo. Ele brota frágil, pequeno, inseguro, sem força... mas aos poucos, conforme vamos cuidando dele, ganha vida própria, fica viçoso, verdinho e forte.
O galho, assim como o amor, precisa do nosso esforço para sobreviver, pois não resistiria muito tempo se não o regássemos e cuidássemos bem dele. Algumas fracas tempestades ou alguns poucos parasitas acabariam com a vida da planta, e do mesmo jeito é o amor ou a amizade. Existem parasitas e venenos capazes de exterminar qualquer sentimento, por mais forte que ele seja. A indiferença é o veneno do amor e o galho está exposto a tribulações da natureza, assim como o amor está exposto as ações humanas.
Mas e aí? O sentimento tem a vida como a de um galho... então, enquanto recebe cuidados, ele vive: intenso, viçoso, brilhante. Mas nós, seres humanos, somos cheios de defeitos! Quando conquistamos um objetivo tendemos a menosprezá-los, a pensar que eles não têm mais importância pra gente. Ou que ele terá vida eterna, mas não é assim... todo galho e todo amor pode ter fim.
Eu sou como uma arvore cheia de galhos, em cada galho um sentimento. Dou bons frutos, alimento bem quem cuida de mim, mas meus galhos morrem, não têm vida eterna. Eu preciso muito que me reguem, que matem os parasitas, me protejam da chuva e do sol... e, por favor, que não sejam indiferentes.
Eu sou meu próprio jardineiro, sei quando preciso cortar alguns galhos... faço feridas em mim mesma, prefiro me doer em perder o que já está morrendo pra ver nascer algo novo, a apodrecer e morrer junto com o galho, só porque alguém não soube cuidar do que tanto regou até que desse frutos para alimentar sua fome, mas depois desistiu e deixou morrer.
Eu adoeço, mas não morro. Minha raiz é Deus, meu tronco é a minha família, minha copa são meus braços abertos para abraçar tudo o que vier me fazer bem e me trazer de volta a vida.
Se eu fosse um singelo agricultor mesmo que simples cultivaria a terra com amor e afinco
só pra ver teu riso.
E eu lá quero saber se vc tem namorado ou não?
O que eu quero é te pegar pelos braços, te dar um beijo tão intenso e tão profundo que toda vez que vc me ver, ouvir falar de mim ou pensar em mim vc vai se arrepiar todinha...
Tudo o que eu queria era ser invisível.
Era um pedido simples.
E não envolvia mais ninguém.
Quando eu estava em um quarto com outras pessoas...
Eu me sentia pela metade.
Quando estava com outras duas pessoas...
Me sentia como 1/3 de mim.
Quando estava num quarto com outras três pessoas...
Me sentia como 1/4 de mim mesma.
E quando estava no meio da multidão...
Me sentia como ninguém.
Cada dia que passa eu luto para apagar um dia que vivi ao seu lado, mesmo em vão eu continuo lutando.
E me sinto feliz como não me sentia há muito tempo,como se eu fosse um balão e tivesse me enchido de ar e estivesse a voar nos céus.Só que não foi de ar que me enchi;foi de amor.me embriaguei de amor.E é nessas horas que percebo como o amor se assemelha ao álcool pois os dois dão dor de cabeça,os dois te fazem rir e chorar excessivamente e no dia seguinte provocam uma horrível ressaca misturada ao arrependimento.Mas não me importo com a ressaca pois para ser feliz vale a pena qualquer coisa.
Hoje queria poder comprar um mundinho, um lugar onde poderia estar sozinha, somente eu e eu pensamento.... Nesse mundo seria como meus sonhos, o mundo que planejo em minha mente. La teria eu, musica e eu saberia sobre cada canto de la, ou seja, impossível de me perder, não teria ilusões, não teria nada de uma vida real. Queria ter esse mundinho em particular para que toda as vezes que precisasse ficar só teria ele, na vida real esse mundo se chama pra mim, Quarto, Fone e pensamento..... Um simples papel e escrever......
"Eu hoje to feliz da vida
Em mim um pé de alegria resolveu brotar
E acho que de tão contente
Em uma borboleta de três cores
Verde, rosa e amarelinha vou me transformar.
E voar no céu azul claro
Que é claro que eu te amo meu amor"
“Um dia me perguntaram “você ama a distancia?” e eu fiquei ali parando e pensando sobre o que responder. Depois de um tempo falei: Sim, amo alguém que mora longe, amo alguém que tenho vontade de ver todos os dias, amo alguém que sinto vontade de abraçar, de beijar, de dá carinho… Amo alguém que talvez um dia, nunca irei tocar ou beijar ou talvez um dia iremos estar juntos. E às vezes me pergunto, porque existe à distância? Pra separar a gente de quem amamos? Pra fazer a gente sentir saudades e perceber que não vivemos sem aquela pessoa? Eu não sei, e nem tenho resposta pra isso. Sei que sinto saudades, vontade, desejo, e falta de alguém que vive distante de mim.”
— Distância é um saco
Um amor pra vida toda?
Nao, nesse momento eu fico sozinho
Pois no mundo de hoje
Nao há pessoas em que eu confio
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