Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Gelado
A neve,
Um urso,
Muitos pinheiros,
Alguns salmões no balde a beira do rio,
Eu x medo,
E muita história de pescador pra contar.
"PARA HOMENAGEAR OS PAIS APRESENTO-LHES A MAGNÍFICA FRASE DE MAHATMA GHANDI:
"UM DIA EU VOU REUNIR OS MEUS FILHOS E LHES DIZER QUE FOMOS DERROTADOS; MAS NÃO PODEREI OLHAR NOS OLHOS DELES E LHES DIZER QUE VIVEM NA MISÉRIA PORQUE O SEU PAI NÃO TEVE CORAGEM DE LUTAR",Ademar de Borba
E Ele Será Amado
Um Hino à Perseverança e Cumplicidade no Amor Jovem
E ele será amado, eu sei,
Não só em dias de sol,
Mas nas tempestades que virão também.
Nem sempre são arco-íris e borboletas,
Mas é um acordo que nos ajuda a seguir,
Meu coração está cheio, e minha porta, sempre aberta,
Venha a qualquer hora que quiser.
Jovens somos, enfrentando mares emocionais,
O desejo constante de estar ao seu lado,
Oferecendo amor e apoio incondicionais.
Nós rimos juntos, brincamos na simplicidade,
E em cada momento, a cumplicidade se faz.
Desentendimentos virão, eu sei,
Mas nosso amor se fortalece,
Na vontade de estar juntos,
No desejo ardente de sua companhia.
Toda a sua beleza, cada sorriso,
Observarei com atenção e carinho,
Um amante dedicado, persistente,
Pronto para enfrentar qualquer tempestade.
O amor verdadeiro é paciente,
Persiste, mesmo diante de rejeições,
É a luz que guia, a força que inspira,
E ele será amado, com toda a intensidade,
Nos momentos de sol e nas noites sombrias.
Porque amar é estar presente,
É oferecer o coração,
E saber que, apesar de tudo,
O amor sempre prevalecerá.
Eu posso te amar,
mas quem me assegura
que esse amor encontraria em ti
um lugar para repousar?
Se o teu coração não quiser abrigo,
que destino teria o meu?
Eu posso te oferecer minhas marés,
minhas mariposas de ternura,
meus silêncios cheios de cuidado.
Mas o que me garante
que tu não deixarás tudo escapar
pelas frestas da tua distância?
Há amores que nascem pássaros
e outros que vivem como sombra.
O meu — este que te busca —
é feito de voo e entrega,
mas precisa de mãos abertas
para não se perder no ar.
Se não fores tu,
se teu peito não desejar,
que eu não me transforme em vento triste
rondando a tua porta.
Que eu aprenda a voltar para mim,
mesmo querendo tanto ficar.
Minha luz das estrelas, imenso e desmedido amor, que invade e fim.
Se eu pudesse eleger um amor puro, atravessaria os oceanos sob o infinito céu azul para encontrar-te, meu bem-querer.
E, se necessário fosse, mil vezes transporia a Linha do Equador, desafiando distâncias, ventos e destinos, somente para repousar meu olhar no teu.
Pelas horas silenciosas da noite, caminharia solitário, com a coragem serena de um samurai, percorrendo ruas e esquinas, na esperança de encontrar-te escondida em um simples e precioso "boa-noite".
A doidice invade-me a mente; então, faço-me milagreiro, recorro à alquimia dos sentimentos, na vã tentativa de curar o mal de mim, essa ausência que me consome e me faz sentir como quem vive faltando um pedaço da própria alma.
Abro a janela e contemplo a vastidão do Cerrado: o capim dourado, que no outono se reveste de tonalidades ainda mais nobres e formosas, capazes de seduzir até mesmo o mais errante dos corações ciganos.
Eu te devoro com a avidez de quem, após longa peregrinação, encontra enfim o alimento que lhe restaura a vida, como quem sacia a fome numa tigela de açaí oferecida pelos deuses da abundância.
É fato consumado, já não existe rota de fuga, nem refúgio possível.
O tempo acelerou seus passos, e eu não posso permanecer sem ti.
Tu és minha Flor-de-Lis, passado que me habita, presente que me ilumina, e futuro que me chama.
És a síntese de tudo o que fui, de tudo o que sou e de tudo o que ainda sonho ser.
Uma casa para morar,um doce lar para eu viver
Um lençol para eu me embrulhar, teu sangue para me aquecer
Teu coração para me bombear, tua mente para me entender.
eu tô bem.
Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.
Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.
E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.
Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.
Mas uma hora a gente entende.
Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.
Então, sim, eu tô bem.
Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.
Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.
E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.
Eu tô bem.
E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.
TALVEZ, SEJA EU!
Talvez eu não seja o verso;
que teus sonhos um dia escreveram;
nem o abrigo perfeito;
que teus pensamentos escolheram;
Talvez eu não seja o destino;
que imaginaste encontrar;
mas sou quem mais contempla;
a imensidão do teu olhar.
Sou quem vê tua alma acesa;
mesmo quando o mundo silencia;
quem reconhece tua força;
na dor escondida da rotina vazia;
Porque há em ti uma beleza;
que não cabe no espelho ou na razão;
dessas que florescem caladas;
e transformam qualquer coração.
E eu!
eu só queria ser pouso;
para teus dias de tempestade;
ser calma depois do caos;
ser verdade depois da saudade;
Queria ser o abraço leve;
onde teu coração pudesse repousar;
mas também encontrar em ti;
o lugar onde eu possa descansar.
Tua existência me inspira;
me reconstrói sem perceber;
faz nascer dentro de mim;
uma vontade bonita de viver;
E se hoje carrego sonhos;
todos eles têm tua direção;
porque te ver feliz diariamente;
também virou minha missão.
Quero ser força nos teus medos;
luz quando a noite aparecer;
mãos dadas aos teus projetos;
e coragem pra te fazer crescer;
Porque meu maior sonho, no fim;
não é o mundo, nem qualquer conquista;
é apenas dividir a vida contigo;
e ver teu sorriso tornando a minha mais bonita.
Como fugimos da rota original?
Os caminhos acabam com um muro de tijolos e eu não me sinto o lobo mau.
Os porquinhos moram comigo.
O meu eu de 1975
Tenho vários “eus” dentro de mim.
Gosto de todos eles. Cada um viveu seu tempo, enfrentou suas dificuldades, teve seus sonhos, seus medos e suas escolhas.
Mas existe um que é especial.
Ele nasceu em 1975.
Foi assim.
Eu trabalhava como vendedor externo em uma empresa de materiais elétricos. Visitava empresas de grande porte na região de Guarulhos e, naquela manhã, estava na antessala do comprador da Philco, aguardando para ser atendido.
Havia outros vendedores esperando também.
Por curiosidade, comecei a mexer em um rádio que estava fixado em um painel de demonstração dos produtos Philco.
Não estava exatamente olhando para ele.
Estava tentando ligá-lo.
E não conseguia.
Foi quando um dos vendedores que estavam ali se aproximou, apertou alguma coisa e o rádio funcionou.
Ele olhou para mim e disse:
— Demorei para aprender. Outro dia fiquei um tempão tentando ligar. Fui mexendo nele até ele funcionar.
Rimos.
Como o comprador estava demorando para nos atender, começamos a conversar.
Foi uma conversa simples, dessas que normalmente começam e terminam ali mesmo.
Mas aquela conversa mudou a minha vida.
Ele trabalhava em uma empresa de Belo Horizonte, uma multinacional do setor energético, dividida em vários segmentos de produtos elétricos. Em um deles, estavam procurando uma pessoa para uma determinada função.
Ele perguntou se eu não gostaria de tentar.
Eu era jovem e solteiro, dois requisitos importantes para o trabalho, principalmente porque seria necessário viajar muito. Ele não poderia assumir a função porque era casado.
Fiquei interessado naquele “projeto”, mesmo sem saber exatamente do que se tratava.
Ele pediu que eu passasse no dia seguinte pela filial de São Paulo, onde me explicaria melhor.
Marcamos.
Foi então que descobri que aquela multinacional fabricava ferramentas especiais para trabalhos em redes elétricas de alta tensão.
Eram ferramentas fabricadas em fibra de vidro que permitiam ao eletricista trabalhar com a rede energizada, sem precisar desligar o sistema.
Para explicar melhor, ele fez uma comparação:
— É como se você estivesse tomando banho e precisasse trocar a resistência do chuveiro sem desligar a energia da casa.
Achei aquilo meio loucura.
Mas minha vontade era maior do que minhas dúvidas.
Talvez eu já fosse assim naquela época.
Tem pessoas que nascem como postes: ficam sempre no mesmo lugar.
Outras nascem como vento.
Eu nasci vento.
Não paro. Nunca.
Na semana seguinte, eu estava em Belo Horizonte para uma reunião com o presidente e o vice-presidente da empresa.
A entrevista foi objetiva.
Fiz o psicotécnico, acertamos a parte financeira e, quinze dias depois, lá estava eu mudando para Belo Horizonte.
Comecei estudando o material técnico.
Pela manhã, lia e estudava.
À tarde, tinha contato direto com as ferramentas.
Eram inúmeras.
A técnica de trabalho em linha viva, ou linha energizada, ainda estava começando no Brasil. Nos Estados Unidos e no Canadá também era uma tecnologia relativamente recente.
A empresa possuía um campo de treinamento onde os trabalhos eram simulados.
Ali eu treinava todos os dias.
Montava as ferramentas.
Desmontava.
Subia nos postes.
Descia.
Montava novamente.
E começava tudo outra vez.
Durante aproximadamente noventa dias fiquei naquele ritual.
Até que chegou o momento de sair do treinamento e enfrentar a realidade.
A empresa possuía um técnico que havia sido treinado pelos americanos. Ele seria responsável pela entrega das primeiras ferramentas vendidas no Brasil e também ministraria o treinamento aos eletricistas.
Agora seria de verdade.
Era junho de 1975.
A primeira operação aconteceu na Celpe — Centrais Elétricas de Pernambuco.
As ferramentas haviam sido adquiridas para trabalhos em uma linha de 69.000 volts.
Durante aproximadamente um mês, quase todos os dias, subíamos e descíamos das estruturas, trabalhando com a rede energizada.
Depois fomos para Curitiba, para a Copel.
Agora a tensão era de 230.000 volts.
Mais um mês de treinamento.
Na sequência, fomos para Paulo Afonso.
Ali o desafio era ainda maior.
A tensão da rede chegava a 500.000 volts.
Nessa operação, a empresa americana enviou um técnico para ministrar um treinamento chamado bare hand — trabalho com contato direto do eletricista com a rede energizada.
Quanto maior a tensão, maiores são as distâncias necessárias entre os componentes que isolam os cabos da torre.
Chega um momento em que o eletricista precisa ser conectado ao próprio potencial da rede, no ponto energizado, para realizar determinados serviços.
Para isso, utilizava-se uma roupa especial, extremamente condutiva, além de uma plataforma isolante que permitia levar o eletricista até o ponto de trabalho.
Era uma tecnologia que, para mim, parecia quase inacreditável.
Hoje, trabalhos desse tipo também podem ser realizados com o auxílio de helicópteros.
Depois de todo aquele período de treinamento, começamos a ministrar cursos para outras empresas.
Passei a atender São Paulo, trabalhando principalmente com a Cesp, a Eletropaulo e a CPFL.
Meu amigo ficou responsável pelo Norte e Nordeste.
Como aquela tecnologia era uma novidade no Brasil, algumas escolas de engenharia nos convidavam para fazer apresentações aos alunos e explicar aquela nova maneira de trabalhar com redes energizadas.
Aquela atividade acabou se tornando muito mais do que um emprego.
Era uma profissão.
Era uma especialidade.
E, de certa maneira, era uma parte da minha identidade.
Depois de alguns anos, meu instrutor abriu sua própria empresa e eu passei a atender também os clientes do Norte e Nordeste.
Foi quando comecei a perceber que estava sobrecarregado.
Eu já era casado.
E quase não parava em casa.
Vivia dentro de aviões.
Às vezes ficava quinze, vinte dias fora.
Até que surgiu um convite irrecusável.
Uma empresa de São Paulo havia se associado a uma empresa americana, concorrente daquela onde eu trabalhava, e me fez uma proposta.
O salário e a possibilidade de voltar a morar em São Paulo pesaram muito na minha decisão.
Aceitei.
Não foi fácil deixar a empresa que havia mudado a minha vida.
Foi ali que eu havia aprendido uma profissão que jamais imaginara existir. Foi ali que conheci a linha viva e descobri um caminho profissional que me levaria a lugares que eu nunca tinha imaginado.
Mas não havia outro jeito.
Fui admitido na nova empresa.
Comecei fazendo aquilo que sabia fazer: divulgando a tecnologia, visitando clientes e trabalhando com as empresas que já conhecia.
Parecia que começava uma nova etapa.
Mas seis meses depois aconteceu algo que eu não esperava.
A empresa americana que era sócia da empresa onde eu havia acabado de ingressar comprou a parte brasileira.
Mais uma vez, minha vida profissional mudou de direção.
Pedi demissão.
E recomecei.
Hoje, quando olho para trás, percebo que aquele rapaz que, numa manhã qualquer, estava tentando ligar um rádio na antessala de um comprador da Philco não fazia ideia do que aquela conversa iria provocar.
Ele só estava esperando ser atendido.
E, enquanto esperava, a vida apareceu.
Foi assim que nasceu o meu eu de 1975.
O Cinema, a Sorveteria e o Banana Split
...e eu nem tive tempo de agradecer. Quem sabe um dia...
Em frente à pracinha havia um cinema: o Cine Rios.
Nos intervalos das “engraxadas” — eu era engraxate, ainda iniciante — ficava na porta do cinema, viajando naqueles painéis de fotografias de “mocinhos e bandidos”.
Eu gostava de ficar olhando para aquelas imagens e imaginando as histórias. Depois, ficava esperando a matinê de domingo, quando, então, aconteciam aquelas batalhas do bem contra o mal.
O mocinho bom sempre vencia.
No fim do filme, vinha a continuação dos seriados intermináveis, que sempre terminavam com algum suspense. Acho que era para a gente voltar no domingo seguinte.
Perto do cinema havia uma sorveteria.
A mais linda do mundo.
Pelo menos era a única que eu conhecia.
Nas paredes, ficavam expostos grandes desenhos dos sabores dos sorvetes. Eu passava um tempo enorme olhando para aqueles painéis e viajando naquelas imagens.
O meu preferido era o banana split.
Eu nem conhecia o sabor.
Gostava da imagem.
O dono da sorveteria classificava os meninos que podiam ou não entrar no recinto. Lógico, pela aparência.
Como eu era um dos que não podiam entrar, o negócio era ficar do lado de fora, olhando pelo vidro e imaginando.
E foi ali, naquela sorveteria, que um dia aconteceu uma coisa que nunca esqueci.
Um homem bom, usando botas e chapéu de boiadeiro, entrou.
Ele mandou que o homem ruim servisse o melhor sorvete — justamente aquele da fotografia que eu tanto admirava: o banana split — para aquele menino que não podia entrar na sorveteria.
E assim foi feito.
Sem relutar.
Talvez aquele homem nunca tenha imaginado o que fez.
Talvez nem tenha percebido.
Mas, naquele dia, alguém abriu uma porta para mim.
Uma porta que, até então, eu só conseguia olhar de fora.
E eu nem tive tempo de agradecer.
Quem sabe um dia...
Do outro lado da pracinha havia um bar que vendia umas balas com figurinhas de jogadores de futebol.
Havia também a promessa de ganhar uma bicicleta, desde que você conseguisse preencher um álbum imenso.
Ganhar aquela bicicleta era quase impossível.
Mas sonho de criança não entende de impossibilidade.
Foi assim que, um dia, aos oito anos, eu comprei o salário inteiro do meu pai em figurinhas.
Eu nem tinha um álbum de figurinhas.
E, claro, também não ganhei a bicicleta.
Mas acho que, naquele dia, eu comprei alguma coisa que não cabia em álbum nenhum.
Comprei um sonho.
E, para um menino de oito anos, talvez isso já fosse uma espécie de riqueza.
Hoje eu acordei cantando.
Do nada, eu tô rimando.
Eu não estou falando de amor.
Acordei com uma paixão antiga.
Por mim, por você e principalmente pela vida.
Só estou no clima da canção.
Rimando essa cantiga
🎷🎹 C7+ 🎤🔛
E não explana pra não estragar.
É que amanhã eu tô em outro lugar
Mas se quiser de novo, é só chamar
Só não exagera pra não enjoar
"*A culpa é um fardo que carregamos sozinhos"
Eu vi meus irmãos de longe. Estando tão próximo.
Eu sei o que é correto.
Porém, o erro me atrai.
Apontamentos de dedos para o vizinho.
Meus erros são invisíveis. Aos meus e não aos olhos alheios.
É fácil apagar as pegadas
Difícil é caminhar sem errar
O peso é uma pena leve
Quando cobramos aquilo que devemos.
As pegadas do passado ecoam no presente.
E sucessivamente, se continua errando.
Mas a verdade liberta, e o perdão é o primeiro passo.
E mesmo nas cinzas, podemos encontrar a força para recomeçar.
👣
🕳️
👣
Sonho doce só na padaria....ᥫ᭡.
Eu sou um tipo de pessoa que sonha muito
Mas não corro atrás do sonho.
Aprendi a ser realista, gosto da minha simplicidade e cultivo aquilo que me faz bem.
Não vou para muito longe, já fui e voltei correndo, não por medo, mas por ter me deparado com a realidade.
Sonhar é muito bom.
Doce só na padaria
Idealista é quem faz as coisas consciente de que as consequências são às vezes o contrário daquilo que você pensava.
Tenha paciência para entender aquilo que realmente vale a pena e principalmente o que é melhor para você.𐙚⋆
Para cada pedra, um farelo.
Atirem quantas quiserem
Eu já não as recolho+
Desisti.
De querer fazer o castelo...
Não sou diferente nem igual
Tão pouco irreal.
Nesse mundo tão igual 🫥🫥🫥
Eu não quero que ninguém me dê nada, não, só de não atrapalhar a minha vida já é um grande presente!!!☿⛧✠❎
A vida é um sobe e desce danado, um disse outro me disse e eu parada aqui para pensar, refletir e valorizar o silêncio, às vezes o que você pensa que foi castigo é a chegada de novas histórias, novas batalhas e principalmente novas conquistas, não desanima não, tá?
Deus está olhando para você o tempo todo.
Como não haveria de ser eu um lobo da estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! Não consigo permanecer por muito tempo num teatro ou num cinema. Mal posso ler um jornal, raramente leio um livro moderno. Não sei que prazeres e alegrias levam as pessoas a trens e hotéis superlotados, aos cafés abarrotados, com sua música sufocante e vulgar, aos bares e espetáculos de variedades, às feiras mundiais, aos corsos, aos centros culturais e às grandes praças de esportes. Não entendo nem compartilho dessas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pelas quais milhares de outros tanto anseiam. Por outro lado, o que se passa comigo nos meus raros momentos de júbilo, aquilo que para mim é felicidade e vida e êxtase e exaltação, procura-o o mundo em geral nas obras de ficção; na vida parece-lhe absurdo. E, de fato, se o mundo tem razão, se essa música dos cafés, essas diversões em massa e esses tipos americanizados que se satisfazem com tão pouco têm razão, então estou errado, estou louco. Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes — aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem ar nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.
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