Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
O que eu sinto não é um amor morno é uma maré que arrasta, um fogo que consome e aquece. À medida que o dia avança, minha vontade de você apenas transborda. Quero ser a presença constante que te envolve, o motivo daquele sorriso inesperado no meio da tarde e o refúgio seguro para onde você corre quando o mundo lá fora parece pesado demais. Quero te amar com uma intensidade que desafia a lógica vivendo cada segundo nosso como se fosse o único que importa. E quando o anoitecer finalmente chegar, pintando o céu de escuro, quero que a nossa entrega seja absoluta. No silêncio do quarto, nossos corpos e nossas almas se encontram de uma forma tão crua e verdadeira que se torna impossível saber onde eu termino e você começa. O escuro da noite é apenas o cenário para a luz que você acende dentro de mim. "Eu quero ser o seu princípio, o seu porto seguro e a sua madrugada mais gostosa.
_Enzo Ruchell_
Existe uma casa, para eu morar.
Existe um lugar, para eu dormir.
Existe um lugar;
para me proteger da chuva,
do sol,
e do frio.
Existe uma comida e
uma bebida,
que me dá vida.
Existe movimento, no meu corpo.
Um dia eu nasci,
eu vivo,
sei que vou morrer um dia.
Eu fui no Hospital,
lá existe gente que trabalha.
Fico feliz, com o pouco.
Durmo, e acordo.
O tempo passa.
Vejo terra, no chão.
Vejo montanha.
Eu estava em um lugar, fui para outro.
O carro, precisou consertar.
Espero que no futuro nós sejamos melhor um pro outro por que se estamos ligando ao fio vermelho eu ter escontro daqui ah alguns anos com mesmo olha da primeira vez que ter vi cheio de interesse em ter conher, e cada versão sua eu fazia questão em ter conher em todas elas e aprender a novo pessoa que você tá se tornando por que quando agente quer fazer da certo agente faz com qualquer decisão escolha briga bira afastamento tudo isso é uma lição de aprendizado...bom o futuro será melhor do que o presente! O passado agente olha como lição para o presente e o futuro como decisão
❤️🖤
Cuidado com as voltas do mundo. Um dia, minha vida também foi mais confortável, quando eu ainda tinha meus pais. A vida muda muito rápido. Deus tem uma grande habilidade de colocar as pessoas no lugar daquelas que julgaram, quando lhes falta empatia.
Janine kelle
Se não levar nada de você um dia, que leve sua amizade a qual eu roubei com carinho só para você me notar.
Eu desempenhei um papel central na preservação e promoção do legado de Oswaldo Goeldi (1895–1961), um dos maiores expoentes da xilogravura no Brasil. Minha atuação no Projeto Oswaldo Goeldi, especialmente em São Paulo, foi na curadoria e consultorias pois atuando como curador e consultor dos projetos dedicados ao artista na capital paulista, inclusive em parceria com a BM&F (atual B3). Fiz a gestão de acervos como curador do projeto, trabalhando ao lado de Lani Goeldi (sobrinha neta do artista que é a atual gestora da curadoria executiva) para organizar exposições e catálogos que promovam a obra de Goeldi, amplamente.
Outro dia me perguntaram o que era o bem-viver.
E eu pensei que talvez fosse isso:
um instante em que a alma desaperta,
o momento em que o mundo já não tem tanta força
e o amanhã já não grita tão alto.
Eu sou um Espirito no corpo, não sou o corpo, mas estou no corpo, e por estar no corpo, o corpo se torna parte do que sou, momentaneamente o corpo faz parte do que eu sou, mas eu não sou apenas o corpo, mas um todo, ligado a uma consciência superior, pelo Espirito que sou, ainda que no corpo me manifesto em vida, em um processo transitório, não sou o corpo, mais parte de uma consciência eterna.
No tempo ou fora do tempo, no corpo ou fora do corpo, a consciência eterna que sou, se manifesta de forma transitória,
pelo o Espirito, em espirito, tenho consciência da minha limitação no espaço tempo, cujo corpo que estou se limita, mas em consciência ligado ao todo, minha capacidade infinita de criação se manifesta, não apenas no corpo, para o corpo, mas através do corpo em que habito.
Não habito só, há em mim diversas partes do que não sou, de um corpo que estou, conscientemente co-existimos em uma mesma matéria, Eu o Espirito em espirito, confronto incessantemente os desejos do que não sou, um desejo transitório de um corpo, uma alma que anceia os desejos do corpo,e que em suas vontades anceia todas suas necessidades corpóreas, Mas minha consciência de Espirito em espirito, transcende tais vontades, ainda que meu corpo trabalhe em função de suas próprias necessidades, eu em espirito ligado ao Espirito do todo, transcrevo minha existência eterna através de um corpo temporal, por que Eu sou o Espirito que habita no corpo, mas não o corpo, ainda que o corpo seja parte, de minha transição não o sou.
Tenho plena consciência, de estar ligado ao todo, pelo Espirito em espirito.
Na escola eu era um erro, em casa eu sou um erro, amando eu quase sempre fui um erro.
Talvez eu seja mesmo um erro.
- Marcela Lobato
Se um dia eu não estiver mais aqui, guarde estas palavras como o meu último suspiro de amor. Você foi, sem dúvida, a melhor história que a vida me permitiu viver. Ao seu lado, eu não apenas existi; eu descobri o mundo de verdade.Levo comigo a beleza de tudo o que fomos:O seu sorriso, que sempre será o meu primeiro raio de sol, espantando qualquer escuridão.O seu toque, leve como uma pluma, e a suavidade da sua pele que ainda sinto em mim.O seu beijo, doce como o mel, um vício do qual eu nunca quis me libertar.A sua voz, que traz a paz das ondas do mar e acalma o meu coração.Obrigado por ter sido o meu porto seguro e o meu abrigo mais bonito. Se eu partir, levo a paz eterna de ter te amado e deixo a minha gratidão por cada segundo que compartilhamos.
Eu sei que tudo entre nós terminou e que cada um está seguindo o seu caminho, mas o que sinto por você não mudou. Continuo te amando e é muito difícil te esquecer, porque um sentimento dessa intensidade não se apaga facilmente. Sei que o que vivemos durou pouco tempo, mas a nossa ligação foi tão profunda que nunca conheci ninguém como você.Basta eu me distrair por um instante para lembrar nitidamente de cada detalhe seu: da sua voz, do seu sorriso e do brilho do seu olhar. A lembrança do seu beijo ainda é muito viva na minha mente. As pessoas dizem que o tempo cura tudo, mas a verdade é que os dias demoram muito mais para passar quando a gente ainda ama alguém. A nossa intensidade fez com que poucos meses parecessem anos.Às vezes ainda me pego procurando por você na rua ou esperando uma mensagem no celular que eu sei que não vai chegar. Ficou um vazio difícil de lidar, porque você não foi apenas uma pessoa passageira na minha vida; você foi quem me ensinou o que é amar de verdade.Mesmo que o destino tenha nos separado, uma parte de mim sempre vai lembrar de você com carinho. Guardar essa história comigo não é um erro, é apenas a forma que encontrei de valorizar o que vivemos de mais bonito.
FUI TOLO(?)
Quando foi perceptível que nosso “sentimento” um pelo outro era recíproco, eu não dei a mínima atenção e, agora, não sei mais oque você sente em relação a mim. Fui tolo, burro por não ter ficado e ter tentado. Fui tolo quando voltei atrás? Acho que sim, mas, ainda sinto que você ainda sente o mesmo por mim, estou errado? Não sei, provavelmente sim. É bem provável que você se incomoda com o modo que estou agindo, tentando me aproximar bem mais de você, é talvez… queria poder lhe mandar isto, mas em relação a isso, me falta coragem. Quem sabem um dia você não leia? E vais achar que fui um tolo. (?)
Eu sou um farol, no fim de tudo em meio a tantas questões, habilidades e pessoas estou aqui para guiar o caminho para chegar a algum lugar, não sou mais do que isso, parado e seguro. Que sentimento doloroso, agora me pergunto o que os faróis sentem? Algum vez alguém considerou mudar ele de lugar? De alguma forma nem mesmo pensar nele em um ponto diferente?
Eu tenho um sonho: o de que por meio da leitura, todo homem indouto alcance certa medida de bom senso e de humanidade...
Sou um renascentista
Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.
A Canção em Valparaíso
Eu tinha vinte e seis anos e usava um anel que não significava nada.
Nem amor.
Nem compromisso.
Apenas hábito.
Tocava piano em um bar pequeno, escondido nas encostas de Valparaíso — um lugar onde os telhados se inclinavam em direção ao mar e as noites carregavam cheiro de sal, vinho barato e vidas inacabadas. O piano era meu altar. A noite, minha cúmplice.
Já havia estado ali antes, visitando um amigo — músico, livre de um jeito que eu não era. Ele morava com o irmão numa casa que sempre cheirava a pão quente e conversas silenciosas.
Foi ali que a vi.
Helena.
Cabelos escuros. Olhos que não olhavam — atravessavam. Tinha dezoito anos, mas nada nela era inacabado. Havia um fogo contido em seus gestos, como se soubesse exatamente o que podia causar — e escolhesse quando.
Já tínhamos nos cruzado antes.
Um almoço.
Um olhar sustentado um segundo a mais.
Nada além disso.
Mas naquela noite, dividíamos o mesmo espaço. O mesmo silêncio.
Então toquei.
Uma canção que raramente me permitia — uma das poucas que eu podia executar sem me esconder. Não toquei para o ambiente. Toquei porque algo em mim precisava ser ouvido.
As pessoas falavam. Copos se moviam. A noite seguia.
Ela não.
Deu um passo à frente.
Não o suficiente para chamar atenção.
Apenas o bastante para escutar.
Quando a música terminou, não houve aplausos.
Apenas um sorriso pequeno — inteiro, definitivo.
E aquilo bastou.
A casa foi se esvaziando devagar, como todas as noites fazem.
Corpos desapareceram em colchões e cobertores improvisados. As conversas se dissolveram em respiração. As luzes se apagaram sem cerimônia.
Ficamos.
Uma televisão acesa ao fundo mostrava algo que nenhum de nós via.
No começo, nada.
Um ombro tocando o outro.
Uma pausa longa demais.
Então ela virou o rosto.
Sem perguntar.
Sem hesitar.
Permitindo.
O beijo veio sem negociação.
Não havia inocência ali —
mas também não havia culpa.
Apenas reconhecimento.
Não fomos para um quarto.
Não houve necessidade de distância, preparo ou significado.
Ficamos ali mesmo — entre almofadas, entre horas — dentro desse território frágil onde o desejo se torna imediato e a linguagem deixa de ser necessária.
Foi intenso.
Não por ser selvagem.
Mas por ser certo.
Há noites que acontecem.
E há noites que decidem algo.
Essa decidiu.
De manhã, não havia nada a dizer.
Nenhuma promessa. Nenhuma pergunta. Nenhuma ilusão de continuidade.
Ela se vestiu em silêncio.
Eu não pedi que ficasse.
Ela não fingiu que ficaria.
E talvez essa tenha sido a única verdade que fomos capazes de oferecer um ao outro.
Para ela, pode ter sido curiosidade.
Um instante.
Um desvio.
Para mim, foi outra coisa.
Não amor.
Nem memória.
Reconhecimento.
O momento em que entendi que aquilo que eu carregava — nas mãos, na voz — podia alcançar alguém além da superfície.
Que, por um breve instante, eu não estava apenas tocando.
Eu estava sendo sentido.
Às vezes, quando toco aquela mesma canção — com o mesmo cuidado, a mesma precisão silenciosa — não lembro do rosto dela.
Nem do corpo.
Nem da voz.
Lembro de outra coisa.
Do exato instante em que me tornei inesquecível
na vida de alguém que nunca ficou.
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